O Japão vê as criptomoedas como uma finança moderna na reforma fiscal de 2026

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  • O Japão planeia um quadro fiscal de criptomoedas para 2026, tratando os ativos como o setor financeiro tradicional.
  • Ganhos de trading podem ser sujeitos a tributação separada, enquanto staking e rendimentos de NFT permanecem diferentes.

O Japão está agora a deixar claro que os ativos de criptomoedas estão a ser integrados no seu quadro financeiro moderno através da reforma fiscal de 2026. Esta orientação política não é mais apenas uma atualização administrativa, mas um passo para posicionar as criptomoedas como um instrumento de investimento reconhecido, não apenas uma área de especulação ou atividade de trading sazonal. Com esta nova abordagem, os ativos digitais são incentivados a serem realmente utilizados como um meio de construir riqueza de forma mais estruturada e realista para o público. O Japão Sinaliza uma Abordagem Mais Madura à Política de Criptomoedas O país pretende tornar o ecossistema de investimento em criptomoedas mais saudável e realista. O plano de reforma inclui uma tributação mais estruturada sobre atividades de trading como spot, derivativos e ETFs de criptomoedas. Além disso, os investidores terão a oportunidade de transferir perdas de trading para até três anos, dando-lhes margem de manobra durante condições de mercado desfavoráveis. No entanto, nem todas as atividades de criptomoedas se enquadram diretamente na “cesta única” da nova política. Rendimentos de staking, empréstimos de ativos digitais e NFTs devem permanecer fora do regime de tributação de investimento mais permissivo. Em outras palavras, algumas áreas continuam a ser tratadas de forma diferente. Isto é compreensível, dado que a natureza dessas atividades não é totalmente a mesma que o trading regular. Embora algo complexa, esta abordagem gradual demonstra que o Japão não quer apressar as coisas, mas avançar com confiança considerável. Esta reforma fiscal também reforça a imagem de que o Japão está a tornar-se cada vez mais sério na integração de tecnologia moderna no seu sistema financeiro. Uma orientação política mais tolerante em relação à indústria de criptomoedas indica que o país quer estar na vanguarda, em vez de ser um espectador, da mudança global para ativos digitais. O tom da política parece mais maduro, mais realista e menos como tentativa e erro. Em 14 de setembro, reportámos que a cidade de Iizuka, no Japão, está a testar identidades digitais baseadas em IOTA para acelerar processos de evacuação durante desastres, com planos de usar DIDs e VCs através de Turing Certs como parte de um sistema de autenticação de abrigos. Depois, no início de setembro, também destacámos os planos do Japan Post Bank de lançar o DCJPY em 2026 para modernizar contas de poupança, ao mesmo tempo que abre acesso a usos digitais como NFTs e valores mobiliários tokenizados. Por último, mas não menos importante, em 24 de junho, abordámos os planos do Japão de colocar as criptomoedas sob o quadro FIEA, incluindo o potencial de um ETF de Bitcoin para fortalecer a proteção dos investidores. A proposta ainda não foi ratificada, mas a sua discussão está agendada e pode chegar ao parlamento no próximo ano, se tudo correr conforme o planeado.

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