Embora este tema seja uma discussão regular na comunidade cripto, Mow frequentemente argumenta que o modelo económico do Bitcoin torna sua performance a longo prazo quase inevitável.
Além de Mow, especialistas em Bitcoin frequentemente comentam sobre a escassez de ambos os ativos, considerada uma medida do seu desempenho a longo prazo.
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Assim, argumentam que a oferta de ouro continua a expandir-se gradualmente através da mineração, enquanto o Bitcoin já possui uma oferta fixa de 21 milhões de tokens, que se torna cada vez mais escassa ao longo do tempo, pois não haverá adição à oferta.
Na recente argumentação de Mow, ele afirmou que o Bitcoin é ouro exponencial, portanto, inevitavelmente superará o ouro, enfatizando a escassez programada do ativo.
Como de costume, o debate atraiu a atenção dos utilizadores de cripto, que fizeram comparações adicionais entre ambos os ativos. Um dos comentadores mencionou que o ouro representa “escassez linear, analógica” com uma oferta que cresce de forma constante a cada ano.
No entanto, ele mencionou que o Bitcoin, por outro lado, tem uma oferta limitada a 21 milhões de tokens e segue uma curva de emissão exponencialmente decrescente devido a eventos periódicos de halving.
Espera-se que este evento torne o Bitcoin mais valioso que o ouro nos próximos anos, pois os ativos tendem a tornar-se cada vez mais escassos ano após ano, enquanto o ouro continuará a emitir de forma constante, aumentando sua disponibilidade ao longo do tempo.
Outro comentador sugeriu que o termo “ouro exponencial” pode até subestimar o potencial de crescimento do Bitcoin. Além da escassez, eles apontaram para a capacidade da rede de transferir valor globalmente em minutos e operar continuamente, uma característica que o ouro não possui.