A última publicação dos dados do CPI dos EUA em 2025 está prestes a ser revelada, e o indicador-chave que o mercado tem estado a acompanhar de perto é este número de inflação — será que permanece nos 3% ou desce para os 2,9%? Parece uma diferença de apenas 0,1 ponto percentual, mas por trás disso está o futuro da política do Federal Reserve e a reavaliação dos preços dos ativos.
O consenso inicial do mercado era que a inflação anual se manteria na linha dos 3%, mas o economista da TD Securities, Torres, apresentou uma previsão diferente — 2,9%. Essa diferença de um ponto percentual tornou-se uma espécie de "sinal de negociação" para os traders. Por que tanta importância? Porque, se a inflação realmente ficar abaixo de 3%, isso significa que ela está a aproximar-se da meta de 2% do Federal Reserve, e uma vez que essa tendência seja confirmada, as expectativas de cortes de juros em 2026 serão significativamente reforçadas. O "rally de Natal" desejado pelo mercado, a redução dos custos de financiamento das empresas, a flexibilização das taxas de hipoteca — todos esses fatores positivos dependem deste dado.
No entanto, há uma falha evidente neste dado. O governo dos EUA entrou em paralisação, levando o Bureau of Labor Statistics a cancelar o relatório de inflação de outubro, o que impede que os dados de novembro sejam ligados às variações mensais, fornecendo apenas uma leitura anual incompleta. Em outras palavras, este relatório do CPI é como uma imagem incompleta — podemos ver o contorno do ano inteiro, mas não os detalhes das oscilações recentes da inflação nos últimos dois meses. A reação do mercado a isso é ambígua e interessante: por um lado, há o desejo pelo "presente de Natal" de 2,9%, por outro, há dúvidas sobre a veracidade dos dados.
Se a previsão de Torres se confirmar, isso sem dúvida limpará as preocupações recentes com a política do mercado de ações, e a possibilidade de cortes de juros pelo Federal Reserve será totalmente aberta. Mas, se os dados finalizarem em 3% ou mais, as expectativas de cortes de juros do mercado serão frustradas, e a questão de se o mercado poderá manter a tendência de alta torna-se uma incógnita. É por isso que a interpretação destes dados pelo mercado não é apenas uma questão económica, mas uma verdadeira batalha psicológica — cada variação de um ponto percentual pode reconfigurar as previsões dos investidores sobre o ambiente de política em 2026.
Ver original
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
13 gostos
Recompensa
13
3
Republicar
Partilhar
Comentar
0/400
Anon32942
· 2025-12-20 16:27
0,1 pontos percentuais já podem fazer o mercado inteiro explodir, na verdade todos estão apostando na redução das taxas de juros, apenas uma expectativa psicológica
Ver originalResponder0
PessimisticLayer
· 2025-12-18 08:52
Mais uma vez essa história, uma diferença de 0,1% pode mudar tudo? Ri, isso não é exatamente psicologia de cassino?
Ver originalResponder0
RamenDeFiSurvivor
· 2025-12-18 08:25
Mais uma vez, essa história de "0,1 ponto percentual decide o destino", o mercado adora esse papo
Parece que os dados já estão destruídos, para que ainda ficar apostando neles?
As expectativas de corte de juros sobem e descem, meu bolso já está insensível hahaha
Se a taxa de 2,9% do Torres realmente acontecer, quero ver como o mercado de ações vai subir
A paralisação do governo causou dados incompletos, dá para confiar nisso? Parece bastante incerto
No fundo, tudo não passa de um jogo de expectativas psicológicas, os números em si são secundários
Sempre dizem "a temporada do Papai Noel", e no final? Ainda tem que cair
Esse relatório de CPI parece informações incompletas, como pode tomar decisões assim?
0,1% pode mudar todo o cenário de 2026, esse sinal de negociação é demais
Chega, vamos esperar os dados saírem, discutir agora não muda muita coisa
A última publicação dos dados do CPI dos EUA em 2025 está prestes a ser revelada, e o indicador-chave que o mercado tem estado a acompanhar de perto é este número de inflação — será que permanece nos 3% ou desce para os 2,9%? Parece uma diferença de apenas 0,1 ponto percentual, mas por trás disso está o futuro da política do Federal Reserve e a reavaliação dos preços dos ativos.
O consenso inicial do mercado era que a inflação anual se manteria na linha dos 3%, mas o economista da TD Securities, Torres, apresentou uma previsão diferente — 2,9%. Essa diferença de um ponto percentual tornou-se uma espécie de "sinal de negociação" para os traders. Por que tanta importância? Porque, se a inflação realmente ficar abaixo de 3%, isso significa que ela está a aproximar-se da meta de 2% do Federal Reserve, e uma vez que essa tendência seja confirmada, as expectativas de cortes de juros em 2026 serão significativamente reforçadas. O "rally de Natal" desejado pelo mercado, a redução dos custos de financiamento das empresas, a flexibilização das taxas de hipoteca — todos esses fatores positivos dependem deste dado.
No entanto, há uma falha evidente neste dado. O governo dos EUA entrou em paralisação, levando o Bureau of Labor Statistics a cancelar o relatório de inflação de outubro, o que impede que os dados de novembro sejam ligados às variações mensais, fornecendo apenas uma leitura anual incompleta. Em outras palavras, este relatório do CPI é como uma imagem incompleta — podemos ver o contorno do ano inteiro, mas não os detalhes das oscilações recentes da inflação nos últimos dois meses. A reação do mercado a isso é ambígua e interessante: por um lado, há o desejo pelo "presente de Natal" de 2,9%, por outro, há dúvidas sobre a veracidade dos dados.
Se a previsão de Torres se confirmar, isso sem dúvida limpará as preocupações recentes com a política do mercado de ações, e a possibilidade de cortes de juros pelo Federal Reserve será totalmente aberta. Mas, se os dados finalizarem em 3% ou mais, as expectativas de cortes de juros do mercado serão frustradas, e a questão de se o mercado poderá manter a tendência de alta torna-se uma incógnita. É por isso que a interpretação destes dados pelo mercado não é apenas uma questão económica, mas uma verdadeira batalha psicológica — cada variação de um ponto percentual pode reconfigurar as previsões dos investidores sobre o ambiente de política em 2026.