Fiscais contestam decisão 'branda' no caso $577M HashFlare de esquema Ponzi de criptomoedas

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Os procuradores federais dos EUA intensificaram a sua luta contra o que consideram uma sentença excessivamente branda numa das fraudes de mineração de criptomoedas mais infames. Em 27 de agosto, a PANews informou que o Tribunal de Apelações do Nono Circuito recebeu um recurso contra as condenações dos arguidos estonianos Sergei Potapenko e Ivan Turõgin, os mentores por trás do esquema HashFlare que defraudou 440.000 vítimas entre 2015 e 2019.

A Sentença Controversa

Apesar de terem admitido a autoria de um esquema Ponzi de mineração de $577 milhões de criptomoedas, ambos os arguidos receberam penas surpreendentemente leves. Cada um cumpriu apenas três anos de liberdade condicional supervisionada e uma multa de $25.000 — um contraste marcante com a pena de 10 anos de prisão inicialmente solicitada pelos procuradores. Este desfecho brando suscitou um debate significativo nos círculos jurídicos sobre se a punição reflete adequadamente a escala do fraude.

Escala do Fraude

A dimensão da operação HashFlare revela por que os procuradores consideram a decisão de condenação problemática. O esquema defraudou impressionantes 440.000 pessoas globalmente ao longo de cinco anos, e Potapenko e Turõgin já foram ordenados a perder $400 milhões em ativos para restituição às vítimas. No entanto, estas medidas de restituição não influenciaram a sentença surpreendentemente branda proferida pelo Juiz Robert S. Lasnik.

Raciocínio do Juiz e Precedente Legal

Ao proferir a sentença branda, o Juiz Lasnik considerou múltiplos fatores: o tempo já cumprido na prisão, os riscos de extradição e os compromissos de confisco de ativos. O juiz enfatizou que, se a transferência pelo tratado não tivesse sido aprovada, os arguidos poderiam ter enfrentado penas de prisão mais severas e detenção indefinida.

Especialistas jurídicos reconhecem que a sentença é “incomumente branda”, mas observam que os tribunais de apelação geralmente respeitam a discrição dos juízes de primeira instância, a menos que a sentença seja manifestamente irrazoável. Essa deferência ao julgamento judicial torna o desfecho difícil de reverter, mesmo quando os observadores acreditam que não corresponde à gravidade do crime.

Preocupações dos Procuradores

Os procuradores federais argumentam que a sentença branda levanta questões preocupantes sobre a consistência e o efeito dissuasor. Afirmam que uma punição tão leve — em resposta a um fraude de grande escala — envia a mensagem errada sobre as consequências para crimes de criptomoedas de grande impacto e mina a confiança na capacidade do sistema de justiça de responsabilizar os maus atores.

O recurso aguarda agora a decisão do Nono Circuito sobre se esta abordagem branda justifica uma revisão judicial e possível reversão.

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