## A Casa da Moeda dos EUA enfrenta crise de produção à medida que os custos de fabricação de moedas ultrapassam o valor facial
A Casa da Moeda dos Estados Unidos está a lidar com um problema financeiro crescente: o custo de fabricação de moedas disparou para níveis em que os custos de produção agora excedem o valor monetário das próprias moedas. Este paradoxo levou os responsáveis federais a buscar reformas significativas na forma como as moedas são produzidas.
**A Escala do Problema**
A situação deteriorou-se rapidamente nos últimos anos. Um níquel agora custa mais de 10 cêntimos para produzir—especificamente 10,4 cêntimos no último ano de relatório—representando um aumento impressionante de 40,2% em relação aos apenas 7,4 cêntimos de 2020. Isto significa que a Casa da Moeda dos EUA perde dinheiro em cada níquel que fabrica.
Enquanto as moedas de 25 e 10 cêntimos mantêm uma margem positiva entre o custo de produção e o valor facial, a sua rentabilidade diminuiu consideravelmente. O custo para produzir uma moeda de 25 cêntimos subiu de 8,6 cêntimos para 11,1 cêntimos entre 2020 e 2022—um aumento preocupante de 28,7%. As moedas de 10 cêntimos enfrentaram uma pressão semelhante, subindo de 3,7 cêntimos para 5 cêntimos, marcando um aumento de 34,9%. Compreender quanto custa produzir uma moeda de 25 cêntimos torna-se cada vez mais relevante à medida que estas despesas de produção continuam a subir.
**Uma Solução de Composição Metálica no Horizonte**
Em resposta às crescentes pressões financeiras, a Casa da Moeda dos EUA desenvolveu uma solução prática centrada na alteração da composição metálica utilizada na fabricação. Atualmente, estas moedas apresentam um revestimento de níquel-cobre sobre um núcleo de cobre. A proposta da Casa da Moeda envolve ajustar a proporção para 80% de cobre e 20% de níquel, em vez da divisão atual de 75/25—uma mudança que poderia gerar aproximadamente $12 milhões de dólares em poupanças anuais com base nos volumes de produção atuais.
Esta modificação levaria aproximadamente um ano a ser implementada após aprovação do Congresso. Os testes já foram concluídos, com os responsáveis a confirmarem que há mínima perturbação na circulação. As máquinas de venda automática continuariam a funcionar normalmente com moedas produzidas sob a nova fórmula.
**Explorando Materiais Alternativos**
Para além do ajuste de níquel e cobre, esforços de investigação estão em curso para examinar outras possibilidades de "metal alternativo" para futuras produções de moedas. Uma das vias em investigação envolve centavos de aço revestidos de cobre, embora os resultados preliminares sugiram que esta abordagem pode acabar por ser mais cara do que os métodos atuais, que custam 2,7 cêntimos por moeda em 2022.
**Avanço Legislativo**
A ação do Congresso está a avançar nesta questão. Uma proposta legislativa bipartidária foi reintroduzida no Senado, apoiada pela Senadora Margaret Hassan (D-New Hampshire) e pela Senadora Joni Ernst (R-Iowa). Esta lei concederia à Casa da Moeda dos EUA autoridade explícita para implementar mudanças que reduzam custos na composição metálica das moedas.
Esta representa uma segunda tentativa de obter tal autoridade. Uma versão anterior obteve apoio bipartidário esmagador na Câmara em dezembro de 2020, mas posteriormente ficou parada no Senado. A Senadora Ernst destacou a absurdo da situação atual, afirmando que "só Washington poderia perder dinheiro a fazer dinheiro", especialmente considerando quanto custa produzir uma moeda de 25 cêntimos e outras denominações.
A combinação do aumento dos custos de materiais, o apoio do Congresso e as soluções testadas sugere que a Casa da Moeda dos EUA poderá finalmente alcançar a flexibilidade operacional necessária para enfrentar esta crise económica de produção.
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## A Casa da Moeda dos EUA enfrenta crise de produção à medida que os custos de fabricação de moedas ultrapassam o valor facial
A Casa da Moeda dos Estados Unidos está a lidar com um problema financeiro crescente: o custo de fabricação de moedas disparou para níveis em que os custos de produção agora excedem o valor monetário das próprias moedas. Este paradoxo levou os responsáveis federais a buscar reformas significativas na forma como as moedas são produzidas.
**A Escala do Problema**
A situação deteriorou-se rapidamente nos últimos anos. Um níquel agora custa mais de 10 cêntimos para produzir—especificamente 10,4 cêntimos no último ano de relatório—representando um aumento impressionante de 40,2% em relação aos apenas 7,4 cêntimos de 2020. Isto significa que a Casa da Moeda dos EUA perde dinheiro em cada níquel que fabrica.
Enquanto as moedas de 25 e 10 cêntimos mantêm uma margem positiva entre o custo de produção e o valor facial, a sua rentabilidade diminuiu consideravelmente. O custo para produzir uma moeda de 25 cêntimos subiu de 8,6 cêntimos para 11,1 cêntimos entre 2020 e 2022—um aumento preocupante de 28,7%. As moedas de 10 cêntimos enfrentaram uma pressão semelhante, subindo de 3,7 cêntimos para 5 cêntimos, marcando um aumento de 34,9%. Compreender quanto custa produzir uma moeda de 25 cêntimos torna-se cada vez mais relevante à medida que estas despesas de produção continuam a subir.
**Uma Solução de Composição Metálica no Horizonte**
Em resposta às crescentes pressões financeiras, a Casa da Moeda dos EUA desenvolveu uma solução prática centrada na alteração da composição metálica utilizada na fabricação. Atualmente, estas moedas apresentam um revestimento de níquel-cobre sobre um núcleo de cobre. A proposta da Casa da Moeda envolve ajustar a proporção para 80% de cobre e 20% de níquel, em vez da divisão atual de 75/25—uma mudança que poderia gerar aproximadamente $12 milhões de dólares em poupanças anuais com base nos volumes de produção atuais.
Esta modificação levaria aproximadamente um ano a ser implementada após aprovação do Congresso. Os testes já foram concluídos, com os responsáveis a confirmarem que há mínima perturbação na circulação. As máquinas de venda automática continuariam a funcionar normalmente com moedas produzidas sob a nova fórmula.
**Explorando Materiais Alternativos**
Para além do ajuste de níquel e cobre, esforços de investigação estão em curso para examinar outras possibilidades de "metal alternativo" para futuras produções de moedas. Uma das vias em investigação envolve centavos de aço revestidos de cobre, embora os resultados preliminares sugiram que esta abordagem pode acabar por ser mais cara do que os métodos atuais, que custam 2,7 cêntimos por moeda em 2022.
**Avanço Legislativo**
A ação do Congresso está a avançar nesta questão. Uma proposta legislativa bipartidária foi reintroduzida no Senado, apoiada pela Senadora Margaret Hassan (D-New Hampshire) e pela Senadora Joni Ernst (R-Iowa). Esta lei concederia à Casa da Moeda dos EUA autoridade explícita para implementar mudanças que reduzam custos na composição metálica das moedas.
Esta representa uma segunda tentativa de obter tal autoridade. Uma versão anterior obteve apoio bipartidário esmagador na Câmara em dezembro de 2020, mas posteriormente ficou parada no Senado. A Senadora Ernst destacou a absurdo da situação atual, afirmando que "só Washington poderia perder dinheiro a fazer dinheiro", especialmente considerando quanto custa produzir uma moeda de 25 cêntimos e outras denominações.
A combinação do aumento dos custos de materiais, o apoio do Congresso e as soluções testadas sugere que a Casa da Moeda dos EUA poderá finalmente alcançar a flexibilidade operacional necessária para enfrentar esta crise económica de produção.