Ao observar os ciclos de halving do Bitcoin desde 2011, há uma estratégia bastante estável — os três primeiros ciclos concluíram a transição de mercado de alta para baixa no quarto ano.
Como é que isso acontece exatamente? A regularidade é bastante evidente. Nos três primeiros ciclos, o padrão foi o seguinte: dentro de 1 a 1,5 anos após o halving, o preço explode, com aumentos que variam de várias centenas a várias milhares de vezes. Depois, do pico, há uma queda, com o mercado em baixa caindo aproximadamente entre 70% e 85%. E, em cada ciclo, o ponto de virada de alta para baixa ocorre pontualmente no quarto ano.
Vamos começar pelo primeiro ciclo (2011-2014, com o primeiro halving em novembro de 2012). Em 2011, o preço do Bitcoin disparou de 0,3 dólares para 4,72 dólares, um aumento de 1474%, chegando a atingir 30 dólares no meio do caminho antes de recuar. Em 2012, continuou a subir, com um aumento de 303%, chegando a 13,30 dólares. Em 2013, começou a disparar, passando de 13,30 para 750 dólares, um aumento de 5537%. Mas em 2014, houve uma queda de 58%, caindo de 750 para 320.
O segundo ciclo (2015-2018, com o segundo halving em julho de 2016) seguiu um ritmo semelhante. Em 2015, o preço subiu 34%, de 320 para 430. Em 2016, dobrou, com um aumento de 125%. Depois, em 2017 e 2018, o mercado entrou em uma fase de alta marcante. Em 2018, o mercado em baixa caiu mais de 60%.
O terceiro ciclo (2019-2022, com o terceiro halving em janeiro de 2020) também não escapou dessa tendência. Os aumentos nos dois primeiros anos acumularam-se, formando um pico em 2022, seguido de uma queda.
Então, a questão é — e 2026? De acordo com esse padrão de ciclos, o Bitcoin poderá repetir a virada do quarto ano? Isso merece atenção contínua.
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DataChief
· 14h atrás
Ainda é bastante mágico, no quarto ano nunca quebrou essa magia
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SmartContractPhobia
· 15h atrás
Será que 2026 vai mesmo ser tão preciso? Tenho algumas dúvidas, olhando para os padrões históricos parece bom, mas na prática sempre há variáveis.
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ApeWithAPlan
· 15h atrás
Caramba, se essa regularidade realmente puder ser reproduzida, em 2026 teremos que nos preparar psicologicamente.
Ao observar os ciclos de halving do Bitcoin desde 2011, há uma estratégia bastante estável — os três primeiros ciclos concluíram a transição de mercado de alta para baixa no quarto ano.
Como é que isso acontece exatamente? A regularidade é bastante evidente. Nos três primeiros ciclos, o padrão foi o seguinte: dentro de 1 a 1,5 anos após o halving, o preço explode, com aumentos que variam de várias centenas a várias milhares de vezes. Depois, do pico, há uma queda, com o mercado em baixa caindo aproximadamente entre 70% e 85%. E, em cada ciclo, o ponto de virada de alta para baixa ocorre pontualmente no quarto ano.
Vamos começar pelo primeiro ciclo (2011-2014, com o primeiro halving em novembro de 2012). Em 2011, o preço do Bitcoin disparou de 0,3 dólares para 4,72 dólares, um aumento de 1474%, chegando a atingir 30 dólares no meio do caminho antes de recuar. Em 2012, continuou a subir, com um aumento de 303%, chegando a 13,30 dólares. Em 2013, começou a disparar, passando de 13,30 para 750 dólares, um aumento de 5537%. Mas em 2014, houve uma queda de 58%, caindo de 750 para 320.
O segundo ciclo (2015-2018, com o segundo halving em julho de 2016) seguiu um ritmo semelhante. Em 2015, o preço subiu 34%, de 320 para 430. Em 2016, dobrou, com um aumento de 125%. Depois, em 2017 e 2018, o mercado entrou em uma fase de alta marcante. Em 2018, o mercado em baixa caiu mais de 60%.
O terceiro ciclo (2019-2022, com o terceiro halving em janeiro de 2020) também não escapou dessa tendência. Os aumentos nos dois primeiros anos acumularam-se, formando um pico em 2022, seguido de uma queda.
Então, a questão é — e 2026? De acordo com esse padrão de ciclos, o Bitcoin poderá repetir a virada do quarto ano? Isso merece atenção contínua.