Argélia: 8,6 milhões de pessoas entram no mercado de criptomoedas, as stablecoins passam de ferramenta de proteção para instrumento de geração de riqueza
De acordo com as últimas notícias, a taxa de adoção de criptomoedas na Argentina já se aproxima dos 20%, o que significa que cerca de 8,6 milhões de argentinos possuem ou estão a usar algum tipo de criptomoeda. Ainda mais importante, o cenário de uso de stablecoins está a passar por mudanças profundas — de uma ferramenta inicial contra a inflação, a uma estratégia ativa de alocação de ativos para obter rendimento. Esta transformação reflete uma atualização na perceção de ativos digitais nos mercados emergentes.
O marco de 8,6 milhões de pessoas: o que significa
De acordo com o relatório da empresa de dados blockchain Chainalysis, a taxa de adoção de criptomoedas na Argentina já se aproxima dos 20%. Este número é bastante impressionante — a nível global, poucos países atingem esta taxa de adoção.
Em números absolutos, 8,6 milhões de pessoas representam uma base de utilizadores enorme. É importante notar que isso equivale a um quinto da população total da Argentina. Isto não é um grupo de entusiastas de nicho, mas sim uma adoção em massa por parte do mainstream.
A necessidade impulsionada pela crise económica
Por que na Argentina
A Argentina enfrenta há muito tempo uma pressão inflacionária constante, e esta é a razão fundamental para a ampla adoção de stablecoins no país. Quando a desvalorização da moeda se torna uma norma, as pessoas naturalmente procuram alternativas para armazenar valor. As stablecoins atendem exatamente a esta necessidade — oferecem a conveniência de ativos digitais, ao mesmo tempo que evitam os riscos de volatilidade.
Neste contexto económico, as criptomoedas passaram de serem uma “ferramenta de especulação” para uma “ferramenta de sobrevivência”. Os argentinos usam stablecoins não para obter lucros rápidos, mas para proteger o poder de compra de seus ativos.
Evolução do uso de stablecoins
Segundo relatos, o uso de stablecoins na Argentina já evoluiu:
Primeira fase: ferramenta de proteção contra a inflação, armazenamento de riqueza
Segunda fase: estratégia de alocação de ativos para obter rendimento, participando de empréstimos, mineração de liquidez, etc.
O que esta evolução indica? Que a perceção dos usuários sobre stablecoins está a aprofundar-se. Eles já não se contentam apenas com o armazenamento de valor, mas começam a usar ativamente stablecoins para gerar rendimento. Por trás disso, pode estar a popularização de protocolos de empréstimo, yield farming e outras aplicações DeFi.
Lições para o mercado
A aceleração da adoção de criptomoedas em mercados emergentes
Os dados da Argentina refletem uma tendência global: a velocidade de adoção de criptomoedas nos mercados emergentes supera em muito a dos países desenvolvidos. Os problemas comuns enfrentados por estes países — inflação, desvalorização cambial, insuficiência de serviços financeiros — criam uma necessidade real de ativos digitais, que vai além do mero investimento.
O valor real das stablecoins está a ser redefinido
A visão tradicional considera que as stablecoins são principalmente usadas para transações e trocas. Mas o caso da Argentina mostra que as stablecoins estão a tornar-se uma classe de ativos independente, com funções de armazenamento de valor e geração de rendimento. Isto tem um impacto significativo no ecossistema de stablecoins como um todo.
Conclusão
A quase 20% de adoção de criptomoedas na Argentina não é uma coincidência, mas o resultado da combinação de realidades económicas e necessidades tecnológicas. Os 8,6 milhões de utilizadores indicam que isto já não é uma questão de nicho. Mais importante, a evolução do uso de stablecoins de uma ferramenta passiva de proteção contra riscos para uma ferramenta ativa de obtenção de rendimento reflete uma maior compreensão dos ativos digitais por parte dos utilizadores e uma expansão dos cenários de aplicação.
Isto nos ensina duas mensagens-chave: primeiro, a necessidade real de criptomoedas nos mercados emergentes é muito maior do que imaginamos; segundo, o valor das stablecoins ainda não foi totalmente explorado, e seu potencial como ponte entre o sistema financeiro tradicional e o DeFi é enorme.
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Argélia: 8,6 milhões de pessoas entram no mercado de criptomoedas, as stablecoins passam de ferramenta de proteção para instrumento de geração de riqueza
De acordo com as últimas notícias, a taxa de adoção de criptomoedas na Argentina já se aproxima dos 20%, o que significa que cerca de 8,6 milhões de argentinos possuem ou estão a usar algum tipo de criptomoeda. Ainda mais importante, o cenário de uso de stablecoins está a passar por mudanças profundas — de uma ferramenta inicial contra a inflação, a uma estratégia ativa de alocação de ativos para obter rendimento. Esta transformação reflete uma atualização na perceção de ativos digitais nos mercados emergentes.
O marco de 8,6 milhões de pessoas: o que significa
De acordo com o relatório da empresa de dados blockchain Chainalysis, a taxa de adoção de criptomoedas na Argentina já se aproxima dos 20%. Este número é bastante impressionante — a nível global, poucos países atingem esta taxa de adoção.
Em números absolutos, 8,6 milhões de pessoas representam uma base de utilizadores enorme. É importante notar que isso equivale a um quinto da população total da Argentina. Isto não é um grupo de entusiastas de nicho, mas sim uma adoção em massa por parte do mainstream.
A necessidade impulsionada pela crise económica
Por que na Argentina
A Argentina enfrenta há muito tempo uma pressão inflacionária constante, e esta é a razão fundamental para a ampla adoção de stablecoins no país. Quando a desvalorização da moeda se torna uma norma, as pessoas naturalmente procuram alternativas para armazenar valor. As stablecoins atendem exatamente a esta necessidade — oferecem a conveniência de ativos digitais, ao mesmo tempo que evitam os riscos de volatilidade.
Neste contexto económico, as criptomoedas passaram de serem uma “ferramenta de especulação” para uma “ferramenta de sobrevivência”. Os argentinos usam stablecoins não para obter lucros rápidos, mas para proteger o poder de compra de seus ativos.
Evolução do uso de stablecoins
Segundo relatos, o uso de stablecoins na Argentina já evoluiu:
O que esta evolução indica? Que a perceção dos usuários sobre stablecoins está a aprofundar-se. Eles já não se contentam apenas com o armazenamento de valor, mas começam a usar ativamente stablecoins para gerar rendimento. Por trás disso, pode estar a popularização de protocolos de empréstimo, yield farming e outras aplicações DeFi.
Lições para o mercado
A aceleração da adoção de criptomoedas em mercados emergentes
Os dados da Argentina refletem uma tendência global: a velocidade de adoção de criptomoedas nos mercados emergentes supera em muito a dos países desenvolvidos. Os problemas comuns enfrentados por estes países — inflação, desvalorização cambial, insuficiência de serviços financeiros — criam uma necessidade real de ativos digitais, que vai além do mero investimento.
O valor real das stablecoins está a ser redefinido
A visão tradicional considera que as stablecoins são principalmente usadas para transações e trocas. Mas o caso da Argentina mostra que as stablecoins estão a tornar-se uma classe de ativos independente, com funções de armazenamento de valor e geração de rendimento. Isto tem um impacto significativo no ecossistema de stablecoins como um todo.
Conclusão
A quase 20% de adoção de criptomoedas na Argentina não é uma coincidência, mas o resultado da combinação de realidades económicas e necessidades tecnológicas. Os 8,6 milhões de utilizadores indicam que isto já não é uma questão de nicho. Mais importante, a evolução do uso de stablecoins de uma ferramenta passiva de proteção contra riscos para uma ferramenta ativa de obtenção de rendimento reflete uma maior compreensão dos ativos digitais por parte dos utilizadores e uma expansão dos cenários de aplicação.
Isto nos ensina duas mensagens-chave: primeiro, a necessidade real de criptomoedas nos mercados emergentes é muito maior do que imaginamos; segundo, o valor das stablecoins ainda não foi totalmente explorado, e seu potencial como ponte entre o sistema financeiro tradicional e o DeFi é enorme.