Em 2025, um fenómeno interessante está a acontecer silenciosamente na internet chinesa — as marcas começam a aproveitar ativamente o fluxo de memes, e realmente estão a ganhar dinheiro com isso. Desde o sucesso do “Haki Mi” de Soy Milk até ao sucesso do trocadilho com WeiLong, os memes estão a evoluir de uma cultura puramente online para ativos comerciais que podem ser diretamente convertidos em poder de compra. Isto deixou de ser uma simples festa na internet, tornando-se uma nova força de mercado.
Como os memes se tornam motores de negócio
Surpresa da Joyoung
O exemplo mais direto é o do Soy Milk Haki Mi. Este produto, aproveitando as propriedades de meme, ultrapassou as 100 mil unidades vendidas, levando a que as ações da Joyoung atingissem dois limites diários de subida consecutivos. Isto não é coincidência — reflete a ligação direta entre a cultura de memes e a sua conversão em negócios. Os consumidores não apenas partilham e difundem esses trocadilhos online, mas também transformam essa paixão em ações de compra reais.
Estratégia de trocadilho com WeiLong
A abordagem de WeiLong é semelhante, mas mais diversificada. Produtos como Haki Mi Spicy Strips e Crab Chicken Noodles já trazem trocadilhos e atributos de meme nos seus nomes, o que naturalmente lhes confere capacidade de gerar tópicos e de se espalhar. O sucesso destes produtos deve-se ao facto de satisfazerem a necessidade psicológica dos consumidores atuais de serem “divertidos” e de terem uma “participação ativa”.
A lógica do meme como moeda forte
De acordo com observações, 2025 pode realmente ser o ano de despertar dos memes na internet chinesa. Este “despertar” tem como núcleo — a energia dos memes começa a ser diretamente convertida em poder de compra e valorização das ações.
Este processo de conversão inclui várias etapas:
Geração de criatividade e cultura de trocadilhos na internet
Difusão e participação ampla dos utilizadores
Marcas captam e integram esses memes nos seus produtos
Consumidores compram porque acham “divertido”
Os dados de vendas refletem-se no mercado de ações
A abertura desta cadeia significa que os memes passaram de “entretenimento sem valor” para “ativos comerciais quantificáveis”.
Validação em 2025 e continuidade em 2026
Vendo de agora, 2025 realmente marcou o surgimento de um fenómeno em que marcas começaram a “reagir” aos memes — não é mais o consumidor a seguir os memes, mas as marcas a se aproximarem deles de forma proativa. Esta mudança reflete uma nova compreensão do valor da cultura online no mercado.
Entrando em 2026, espera-se que esta tendência se aprofunde. Mais marcas tradicionais podem tentar estratégias de meme, e o sucesso dependerá de uma compreensão genuína da estética e psicologia do consumidor contemporâneo. Não basta imitar; é preciso criatividade autêntica e execução adequada.
Resumo
A evolução dos memes de cultura online para força de negócio é uma mudança importante. Os casos da Joyoung e WeiLong demonstram que, quando os memes se combinam bem com os produtos, podem gerar retornos comerciais reais. Isto não é uma moda passageira, mas um reflexo de uma nova tendência no mercado de consumo atual — atributos culturais e capacidade de difusão estão a tornar-se componentes essenciais na competitividade dos produtos. Para as marcas, compreender e abraçar a cultura de memes pode já ter deixado de ser uma opção e passar a ser uma necessidade.
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Meme não é apenas uma brincadeira: da cultura online à mudança para uma moeda forte de negócios
Em 2025, um fenómeno interessante está a acontecer silenciosamente na internet chinesa — as marcas começam a aproveitar ativamente o fluxo de memes, e realmente estão a ganhar dinheiro com isso. Desde o sucesso do “Haki Mi” de Soy Milk até ao sucesso do trocadilho com WeiLong, os memes estão a evoluir de uma cultura puramente online para ativos comerciais que podem ser diretamente convertidos em poder de compra. Isto deixou de ser uma simples festa na internet, tornando-se uma nova força de mercado.
Como os memes se tornam motores de negócio
Surpresa da Joyoung
O exemplo mais direto é o do Soy Milk Haki Mi. Este produto, aproveitando as propriedades de meme, ultrapassou as 100 mil unidades vendidas, levando a que as ações da Joyoung atingissem dois limites diários de subida consecutivos. Isto não é coincidência — reflete a ligação direta entre a cultura de memes e a sua conversão em negócios. Os consumidores não apenas partilham e difundem esses trocadilhos online, mas também transformam essa paixão em ações de compra reais.
Estratégia de trocadilho com WeiLong
A abordagem de WeiLong é semelhante, mas mais diversificada. Produtos como Haki Mi Spicy Strips e Crab Chicken Noodles já trazem trocadilhos e atributos de meme nos seus nomes, o que naturalmente lhes confere capacidade de gerar tópicos e de se espalhar. O sucesso destes produtos deve-se ao facto de satisfazerem a necessidade psicológica dos consumidores atuais de serem “divertidos” e de terem uma “participação ativa”.
A lógica do meme como moeda forte
De acordo com observações, 2025 pode realmente ser o ano de despertar dos memes na internet chinesa. Este “despertar” tem como núcleo — a energia dos memes começa a ser diretamente convertida em poder de compra e valorização das ações.
Este processo de conversão inclui várias etapas:
A abertura desta cadeia significa que os memes passaram de “entretenimento sem valor” para “ativos comerciais quantificáveis”.
Validação em 2025 e continuidade em 2026
Vendo de agora, 2025 realmente marcou o surgimento de um fenómeno em que marcas começaram a “reagir” aos memes — não é mais o consumidor a seguir os memes, mas as marcas a se aproximarem deles de forma proativa. Esta mudança reflete uma nova compreensão do valor da cultura online no mercado.
Entrando em 2026, espera-se que esta tendência se aprofunde. Mais marcas tradicionais podem tentar estratégias de meme, e o sucesso dependerá de uma compreensão genuína da estética e psicologia do consumidor contemporâneo. Não basta imitar; é preciso criatividade autêntica e execução adequada.
Resumo
A evolução dos memes de cultura online para força de negócio é uma mudança importante. Os casos da Joyoung e WeiLong demonstram que, quando os memes se combinam bem com os produtos, podem gerar retornos comerciais reais. Isto não é uma moda passageira, mas um reflexo de uma nova tendência no mercado de consumo atual — atributos culturais e capacidade de difusão estão a tornar-se componentes essenciais na competitividade dos produtos. Para as marcas, compreender e abraçar a cultura de memes pode já ter deixado de ser uma opção e passar a ser uma necessidade.