Qual é a maior moeda do mundo e como rentabilizar investimentos cambiais em 2025

Muitos investidores brasileiros acreditam que dólar, euro e libra são automaticamente as moedas mais valorizadas globalmente. A realidade é bem diferente. Quando analisamos a cotação frente a outras moedas, descobrimos que a maior moeda do mundo não é necessariamente a mais conhecida. O Dinar do Kuwait lidera o ranking internacional de valorização, seguido por outras moedas que muitos desconhecem.

Por que diversificar em moedas estrangeiras é estratégico para 2025

A inflação persistente no Brasil e a contínua desvalorização do real justificam a busca por ativos cambiais. Investir em moedas estrangeiras funciona como proteção do patrimônio contra flutuações da economia local.

Os principais benefícios incluem:

  • Proteção contra volatilidade do real brasileiro
  • Acesso a economias desenvolvidas e mercados em expansão
  • Liquidez elevada em transações internacionais
  • Diversificação genuína do portfólio

Dados recentes do mercado cambial apontam movimentações significativas: EUR/USD oscilando em 1.16891 (-0.27%), GBP/USD em 1.34979 (-0.31%), e USD/JPY em 156.608 (0.19%).

O ranking das 20 moedas mais valorizadas de 2025

Os dez primeiros lugares demonstram a força de economias petrolíferas do Oriente Médio e estruturas financeiras consolidadas:

Dinar do Kuwait (KWD) - A maior moeda do mundo atualmente com cotação de 1 KWD = 3,30 USD. Sua força deriva de enormes reservas petrolíferas e políticas fiscais rigorosamente conservadoras que garantem estabilidade extrema.

Dinar do Bahrein (BHD) - Cotado em 1 BHD = 2,72 USD, beneficia-se de um setor financeiro robusto e diversificado na região do Golfo Pérsico.

Rial de Omã (OMR) - Mantém cotação de 1 OMR = 2,65 USD, apoiado por estabilidade política e investimentos crescentes em fontes renováveis de energia.

Dinar Jordaniano (JOD) - Cotado em 1 JOD = 1,52 USD, fortalecido por alianças geopolíticas estratégicas no Oriente Médio.

Libra Esterlina (GBP) - Com cotação de 1 GBP = 1,35 USD, recupera-se gradualmente do Brexit com expansão do setor tecnológico britânico.

Libra de Gibraltar (GIP) - Cotada em 1 GIP = 1,34 USD, atrelada à libra esterlina e impulsionada por turismo e serviços financeiros especializados.

Dólar das Ilhas Cayman (KYD) - Valor de 1 KYD = 1,25 USD, funciona como paraíso fiscal com regulamentações atrativas para capitais internacionais.

Franco Suíço (CHF) - Cotação de 1 CHF = 1,12 USD consolida sua reputação como ativo refúgio em períodos de instabilidade geopolítica global.

Euro (EUR) - Precificado em 1 EUR = 1,10 USD, sustentado por investimentos da União Europeia em transformação digital e metas de sustentabilidade.

Dólar Americano (USD) - Embora não seja tecnicamente a maior moeda do mundo por valor unitário, permanece como a mais negociada internacionalmente. Sua força histórica foi reduzida por crises de mercado e inflação recente, mas continua sendo escolha preferida de investidores cautelosos.

Moedas emergentes e de mercados secundários:

Dirham dos Emirados Árabes (AED) a 0,30 USD, impulsionado pela consolidação de Dubai como epicentro de criptomoedas e tecnologia financeira. Dólar de Singapura (SGD) em 0,75 USD, beneficiado por inovação tecnológica e comércio marítimo regional. Coroa Norueguesa (NOK) cotada em 0,11 USD, atraindo investimentos ESG através de exportações de energia limpa.

Dólar Australiano (AUD) em 0,70 USD, sustentado por riqueza de recursos naturais e parcerias comerciais asiáticas. Peso Mexicano (MXN) a 0,06 USD, fortalecido por reformas econômicas e processos de nearshoring. Rúpia das Maldivas (MVR) em 0,065 USD, dependente de turismo de luxo e modernização infraestrutural.

Lira Turca (TRY) cotada em 0,04 USD apresenta volatilidade, mas oferece oportunidades em mercados de commodities. Dólar Canadense (CAD) a 0,78 USD garante estabilidade através de exportações de petróleo e minerais. Novo Shekel Israelense (ILS) em 0,28 USD impulsionado por ecossistema de startups e inovação tecnológica.

Rial Saudita (SAR) a 0,27 USD, transformado pelo projeto Vision 2030 que diversifica receitas além do setor petrolífero.

Fatores que determinam se uma moeda é realmente a maior do mundo

A maior moeda do mundo em termos de valorização não é determinada apenas por seu valor nominal frente ao dólar. Múltiplos fatores influenciam essa posição:

Estabilidade econômica - Países com instituições sólidas e políticas macroeconômicas consistentes mantêm moedas fortes. Inflação controlada - Estruturas de preços estáveis garantem poder de compra preservado. Liquidez do mercado cambial - Volumes de transação determinam disponibilidade e spreads de negociação. Taxas de câmbio dinâmicas - Flutuações diárias refletem sentimentos de mercado e eventos globais. Saldo comercial - Superávit comercial aumenta demanda pela moeda local. Fatores geopolíticos - Guerras, desastres naturais e disputas comerciais redefinem constantemente hierarquias cambiais.

Na América Latina, o Novo Sol Peruano frequentemente supera o Real brasileiro em poder de conversão para dólar ou euro.

Estratégia prática: quais moedas escolher para 2025

Moedas defensivas (refúgio): Franco Suíço (AUD/CHF), Iene Japonês (AUD/JPY), oferem estabilidade em cenários de turbulência.

Moedas de crescimento: Dólar Americano (AUD/USD), Dólar Canadense (AUD/CAD), Euro (EUR/USD) combinam liquidez com oportunidades de apreciação.

Abordagem recomendada: Combine moedas fortes consolidadas como o Franco Suíço e KWD com moedas emergentes como Peso Mexicano e Lira Turca, gerando exposição equilibrada entre segurança e rendimento potencial.

Como começar a investir em moedas estrangeiras hoje

Investidores brasileiros acessam moedas estrangeiras através de plataformas de corretagem especializadas. O processo segue etapas simples:

  1. Abra conta em corretora internacional regulada
  2. Analise relatórios do FMI e bancos centrais para identificar tendências de valorização
  3. Defina alocação: combine a maior moeda do mundo (KWD) com alternativas com maior liquidez
  4. Monitore constantemente eventos como decisões de políticas monetárias, eleições e tensões geopolíticas que impactam câmbio

Lembrete importante: Este conteúdo é informativo. Não constitui recomendação de investimento. Consulte especialistas antes de alocar capital em ativos cambiais.

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