Um setor interessante está a emergir. Segundo uma partilha recente de 神鱼 (cofundador da Cobo), o fundador da Manus, Xiao Hong, participou em trabalhos relacionados com 壹比特 como estagiário em 2013. Ainda mais interessante é que este fundador não só foi um dos primeiros detentores de Bitcoin, como também um evangelista da criptomoeda — deixou o seu endereço de carteira numa publicação de divulgação de Bitcoin em 2013, recebendo ao longo de 11 anos um total de 0.02231 BTC em gorjetas. Hoje, a Manus, fundada por ele, foi adquirida pela Meta por cerca de 2,5 mil milhões de dólares. Da era do Bitcoin até à era do AI Agent, esta transição de 13 anos é por si só uma história de evolução do setor.
Da trajetória pessoal às mudanças do setor
O percurso de Xiao Hong condensa as principais características das eras da criptomoeda e da IA. Em 2013, enquanto estudava na Universidade de Ciência e Tecnologia de Huazhong, já tinha uma grande paixão pelo Bitcoin, não só possuindo a moeda, mas também escrevendo artigos de divulgação — uma postura bastante rara na altura. Naquele tempo, os evangelistas eram frequentemente meramente crentes, trocando gorjetas em Bitcoin por artigos ou testemunhos.
Mais de uma década depois, este participante precoce não se limitou a ser um detentor de moedas, mas mergulhou no empreendedorismo de IA. Segundo relatos, a vantagem competitiva principal da Manus reside na tecnologia de AI Agent, com a empresa já implementada em Singapura, dispondo de APIs padronizadas e uma estrutura organizacional global. A decisão da Meta de adquirir a empresa envia um sinal claro: a próxima fase da competição em IA mudou de “saber falar” para “saber fazer”, com os Agents a tornarem-se o novo foco dos gigantes do Vale do Silício.
Conhecer pessoas é mais difícil do que conhecer assuntos
Um ponto-chave mencionado por 神鱼 na sua partilha merece reflexão: “Ao longo de mais de dez anos, desde Bitcoin até AI Agent, a forma do setor mudou continuamente; as fronteiras das empresas tornaram-se mais difusas; no início, era mais importante identificar pessoas com ideias, capacidade de execução e velocidade de crescimento, e estabelecer ligações.”
Esta frase toca na essência do investimento e do empreendedorismo. Num setor de rápida evolução tecnológica, as pistas e produtos específicos podem tornar-se obsoletos em poucos anos, mas fundadores com pensamento claro, forte capacidade de execução e vontade de aprender continuamente conseguem atravessar múltiplos ciclos. Xiao Hong, que passou de evangelista de Bitcoin a empreendedor de IA, exemplifica exatamente essa habilidade — ele não seguiu passivamente a tendência, mas abraçou ativamente as mudanças do setor.
Um novo exemplo de empresas que expandem globalmente
O sucesso da Manus também reflete uma nova tendência entre as empresas chinesas a internacionalizar-se. Segundo análises, a Manus representa o terceiro modo de expansão global — não se trata de comércio ou operação, mas de uma reestruturação organizacional. Especificamente:
Arquitetura de produto: de soluções personalizadas comuns na China para APIs padronizadas
Estrutura de financiamento: com capital em dólares, não em yuan
Forma organizacional: equipas internacionais e sistemas de governação globais
Posicionamento de mercado: dirigido diretamente às principais empresas tecnológicas globais, não ao mercado local
Esta transformação radical de “genética” permitiu à Manus obter um bilhete de entrada para a Meta, uma gigante tecnológica. Em outras palavras, a aquisição da Meta não é apenas pela tecnologia de IA, mas por um componente que é reconhecido e aceito pelo sistema industrial global — uma “peça padrão”.
Conclusão
A história de Xiao Hong sugere várias questões importantes: primeiro, na era de rápida evolução tecnológica, a capacidade de reconhecer pessoas é até mais importante do que reconhecer assuntos. Segundo, o entusiasmo e a fé iniciais (como a evangelização do Bitcoin em 2013) muitas vezes são sementes de inovação duradoura. Terceiro, a internacionalização de empreendedores chineses deixou de ser uma simples expansão de mercado, tornando-se uma reestruturação organizacional profunda e uma fusão global. De estagiário de Bitcoin a fundador de AI Agent, Xiao Hong, em 13 anos, exemplificou o que significa “seguir a tendência” — não uma adaptação passiva, mas encontrar o seu lugar em cada era.
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De evangelista do Bitcoin a fundador de AI Agent: um retrato das mudanças na indústria ao longo de 13 anos
Um setor interessante está a emergir. Segundo uma partilha recente de 神鱼 (cofundador da Cobo), o fundador da Manus, Xiao Hong, participou em trabalhos relacionados com 壹比特 como estagiário em 2013. Ainda mais interessante é que este fundador não só foi um dos primeiros detentores de Bitcoin, como também um evangelista da criptomoeda — deixou o seu endereço de carteira numa publicação de divulgação de Bitcoin em 2013, recebendo ao longo de 11 anos um total de 0.02231 BTC em gorjetas. Hoje, a Manus, fundada por ele, foi adquirida pela Meta por cerca de 2,5 mil milhões de dólares. Da era do Bitcoin até à era do AI Agent, esta transição de 13 anos é por si só uma história de evolução do setor.
Da trajetória pessoal às mudanças do setor
O percurso de Xiao Hong condensa as principais características das eras da criptomoeda e da IA. Em 2013, enquanto estudava na Universidade de Ciência e Tecnologia de Huazhong, já tinha uma grande paixão pelo Bitcoin, não só possuindo a moeda, mas também escrevendo artigos de divulgação — uma postura bastante rara na altura. Naquele tempo, os evangelistas eram frequentemente meramente crentes, trocando gorjetas em Bitcoin por artigos ou testemunhos.
Mais de uma década depois, este participante precoce não se limitou a ser um detentor de moedas, mas mergulhou no empreendedorismo de IA. Segundo relatos, a vantagem competitiva principal da Manus reside na tecnologia de AI Agent, com a empresa já implementada em Singapura, dispondo de APIs padronizadas e uma estrutura organizacional global. A decisão da Meta de adquirir a empresa envia um sinal claro: a próxima fase da competição em IA mudou de “saber falar” para “saber fazer”, com os Agents a tornarem-se o novo foco dos gigantes do Vale do Silício.
Conhecer pessoas é mais difícil do que conhecer assuntos
Um ponto-chave mencionado por 神鱼 na sua partilha merece reflexão: “Ao longo de mais de dez anos, desde Bitcoin até AI Agent, a forma do setor mudou continuamente; as fronteiras das empresas tornaram-se mais difusas; no início, era mais importante identificar pessoas com ideias, capacidade de execução e velocidade de crescimento, e estabelecer ligações.”
Esta frase toca na essência do investimento e do empreendedorismo. Num setor de rápida evolução tecnológica, as pistas e produtos específicos podem tornar-se obsoletos em poucos anos, mas fundadores com pensamento claro, forte capacidade de execução e vontade de aprender continuamente conseguem atravessar múltiplos ciclos. Xiao Hong, que passou de evangelista de Bitcoin a empreendedor de IA, exemplifica exatamente essa habilidade — ele não seguiu passivamente a tendência, mas abraçou ativamente as mudanças do setor.
Um novo exemplo de empresas que expandem globalmente
O sucesso da Manus também reflete uma nova tendência entre as empresas chinesas a internacionalizar-se. Segundo análises, a Manus representa o terceiro modo de expansão global — não se trata de comércio ou operação, mas de uma reestruturação organizacional. Especificamente:
Esta transformação radical de “genética” permitiu à Manus obter um bilhete de entrada para a Meta, uma gigante tecnológica. Em outras palavras, a aquisição da Meta não é apenas pela tecnologia de IA, mas por um componente que é reconhecido e aceito pelo sistema industrial global — uma “peça padrão”.
Conclusão
A história de Xiao Hong sugere várias questões importantes: primeiro, na era de rápida evolução tecnológica, a capacidade de reconhecer pessoas é até mais importante do que reconhecer assuntos. Segundo, o entusiasmo e a fé iniciais (como a evangelização do Bitcoin em 2013) muitas vezes são sementes de inovação duradoura. Terceiro, a internacionalização de empreendedores chineses deixou de ser uma simples expansão de mercado, tornando-se uma reestruturação organizacional profunda e uma fusão global. De estagiário de Bitcoin a fundador de AI Agent, Xiao Hong, em 13 anos, exemplificou o que significa “seguir a tendência” — não uma adaptação passiva, mas encontrar o seu lugar em cada era.