Muitas pessoas ainda olham para o Bitcoin através de uma estrutura desatualizada — aquele "calendário preguiçoso" do ciclo de 4 anos de halving. Mas já pensou em quando essa lógica deixou de funcionar?
A resposta é agora.
**Por que o ciclo antigo deixou de valer?**
Olhando para os ciclos de 2012, 2016 e 2020, eles se tornaram cada vez mais intensos, essencialmente porque combinaram vários fatores: oferta drasticamente reduzida, narrativa clara, posições concentradas — simples e direto, fácil de entender para os investidores de varejo. Mas essa narrativa "clara" também criou raízes, formando uma mentalidade de negociação única.
Agora, um novo participante entrou em cena — as instituições. Elas não querem ouvir histórias, querem analisar custos.
**Custo de capital, a verdadeira lógica de 2026**
Você precisa entender o que o Federal Reserve está fazendo. A janela de corte de juros no final de 2025 acabou de abrir, e o diretor do Fed, Milani, afirmou que em 2026 eles vão cortar os juros de forma agressiva em 150 pontos base. Isso não é pouca coisa.
Quando o ambiente de financiamento global se afrouxa, a base de precificação dos ativos muda. Liquidez abundante, ativos de alta volatilidade naturalmente atraem atenção. Mas o mais importante é — a estrutura dos compradores mudou. Não são mais investidores de varejo seguindo tendências, mas instituições reconfigurando seus ativos de forma sistemática. O halving, esse evento tradicional, agora parece mais um calendário antigo.
**ETF de spot abriu um novo canal de demanda**
A aparição do ETF de Bitcoin de spot nos EUA parece apenas facilitar que mais pessoas especulem com criptomoedas, mas na verdade mudou as regras do jogo na ecologia toda.
O fluxo de capital não segue mais a data do halving, mas observa: quando o portfólio será reequilibrado, quanto sobra no orçamento de risco das instituições, se as quedas de outros ativos puxarão o Bitcoin junto, como fazer planejamento tributário no final do ano… esses detalhes determinam o ritmo de entrada e saída de fundos.
Mas qual é a jogada mais importante? A expansão dos canais.
Em janeiro de 2026, o banco dos EUA anunciou ampliar a autorização para consultores financeiros recomendarem produtos ETP. Parece algo comum, mas isso significa que a cadeia de distribuição do Bitcoin se estende diretamente ao núcleo dos clientes do setor financeiro tradicional. Essa "expansão mecânica de cima para baixo" tem uma energia muito maior do que qualquer volatilidade emocional de um dia.
**As regras do jogo na nova era**
Em outras palavras, a trajetória do Bitcoin em 2026 não será mais baseada na lógica simples de "o halving está chegando, vamos acumular". Será um cenário mais complexo, moldado por fluxo de capitais institucionais, políticas macroeconômicas, inovações regulatórias e outros fatores interligados.
O roteiro antigo realmente deixou de valer. Mas as oportunidades na nova fase são ainda maiores — basta entender quem são os verdadeiros impulsionadores do momento.
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WenMoon42
· 01-16 05:25
A entrada de instituições realmente mudou as regras do jogo, a lógica de redução pela metade dos investidores individuais realmente ficou para trás
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TokenVelocityTrauma
· 01-15 14:23
Esta onda de entrada das instituições realmente mudou as regras do jogo, aquele sistema de halving já devia ter sido descartado há muito tempo
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MrDecoder
· 01-14 00:38
Espera aí, com a entrada das instituições, já não é preciso se preocupar com o halving? Então, para os investidores individuais, ainda faz sentido participar?
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Degen4Breakfast
· 01-14 00:36
Para ser honesto, já estou farto dessa lógica de entrada de instituições, parece apenas uma nova versão após uma rodada de corte dos investidores individuais.
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ApeWithNoFear
· 01-14 00:27
Para ser honesto, o calendário de halving para investidores individuais já devia ter sido descartado há muito tempo, as instituições jogam um jogo diferente
Muitas pessoas ainda olham para o Bitcoin através de uma estrutura desatualizada — aquele "calendário preguiçoso" do ciclo de 4 anos de halving. Mas já pensou em quando essa lógica deixou de funcionar?
A resposta é agora.
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Agora, um novo participante entrou em cena — as instituições. Elas não querem ouvir histórias, querem analisar custos.
**Custo de capital, a verdadeira lógica de 2026**
Você precisa entender o que o Federal Reserve está fazendo. A janela de corte de juros no final de 2025 acabou de abrir, e o diretor do Fed, Milani, afirmou que em 2026 eles vão cortar os juros de forma agressiva em 150 pontos base. Isso não é pouca coisa.
Quando o ambiente de financiamento global se afrouxa, a base de precificação dos ativos muda. Liquidez abundante, ativos de alta volatilidade naturalmente atraem atenção. Mas o mais importante é — a estrutura dos compradores mudou. Não são mais investidores de varejo seguindo tendências, mas instituições reconfigurando seus ativos de forma sistemática. O halving, esse evento tradicional, agora parece mais um calendário antigo.
**ETF de spot abriu um novo canal de demanda**
A aparição do ETF de Bitcoin de spot nos EUA parece apenas facilitar que mais pessoas especulem com criptomoedas, mas na verdade mudou as regras do jogo na ecologia toda.
O fluxo de capital não segue mais a data do halving, mas observa: quando o portfólio será reequilibrado, quanto sobra no orçamento de risco das instituições, se as quedas de outros ativos puxarão o Bitcoin junto, como fazer planejamento tributário no final do ano… esses detalhes determinam o ritmo de entrada e saída de fundos.
Mas qual é a jogada mais importante? A expansão dos canais.
Em janeiro de 2026, o banco dos EUA anunciou ampliar a autorização para consultores financeiros recomendarem produtos ETP. Parece algo comum, mas isso significa que a cadeia de distribuição do Bitcoin se estende diretamente ao núcleo dos clientes do setor financeiro tradicional. Essa "expansão mecânica de cima para baixo" tem uma energia muito maior do que qualquer volatilidade emocional de um dia.
**As regras do jogo na nova era**
Em outras palavras, a trajetória do Bitcoin em 2026 não será mais baseada na lógica simples de "o halving está chegando, vamos acumular". Será um cenário mais complexo, moldado por fluxo de capitais institucionais, políticas macroeconômicas, inovações regulatórias e outros fatores interligados.
O roteiro antigo realmente deixou de valer. Mas as oportunidades na nova fase são ainda maiores — basta entender quem são os verdadeiros impulsionadores do momento.