Cada transação na blockchain é exposta ao público, será esta uma transparência descentralizada ou um pesadelo para a privacidade dos utilizadores?
Para muitas pessoas, a exposição do endereço da carteira significa ter uma visão completa do fluxo de ativos e do volume de posições. Se também te preocupas com isso, hoje vamos ver como três das principais moedas de privacidade resolvem esse problema — ZEC, ZEN e DASH, cada uma com as suas habilidades especiais.
**ZEC: o interruptor de privacidade está nas tuas mãos**
ZEC é o projeto mais antigo a aplicar provas de conhecimento zero na blockchain, sendo também o mais avançado tecnologicamente. A sua lógica central é engenhosa: as transações podem ser verificadas como existentes, mas sem revelar informações sensíveis como as partes envolvidas ou os valores.
Existem dois modos que podes alternar facilmente — o modo público, usado para auditorias regulatórias, e o modo de privacidade, que é completamente invisível, acessível apenas por quem possui a chave de visualização. A beleza deste design é que podes conciliar conformidade e privacidade, ao invés de ter que escolher um ou outro.
**ZEN: mais do que pagamentos, um ecossistema completo de privacidade**
ZEN já foi conhecido como Zencash, mas mudou de nome para Horizen. O seu objetivo vai além de ser uma moeda de privacidade. Este projeto pretende construir uma infraestrutura de privacidade completa — transferências privadas, comunicações encriptadas de ponta a ponta, plataforma de desenvolvimento de aplicações de privacidade e até suporte a sidechains.
Em outras palavras, o que o ZEN oferece não é apenas proteção pontual de privacidade, mas uma solução de privacidade a nível de ecossistema. Podes fazer transações, conversar, desenvolver aplicações dentro deste ecossistema, tudo com garantias de privacidade.
**DASH: uma solução de equilíbrio entre velocidade e privacidade**
DASH segue um caminho diferente — prioriza a velocidade de pagamento antes da privacidade. Através de uma rede de masternodes (que requerem uma garantia de 1000 DASH para se tornarem masternodes), realiza duas funções principais: envio instantâneo e envio anónimo.
O envio instantâneo permite confirmações em poucos segundos, enquanto o envio anónimo usa tecnologia de mistura para embaralhar o percurso das transações. Embora esta solução não seja tão absoluta quanto as provas de conhecimento zero do ZEC, é suficientemente eficaz para pagamentos do dia a dia.
**Guia de escolha prática**
Se precisas de privacidade absoluta e da melhor proteção tecnológica, o ZEC é a escolha indiscutível. Se queres mais funcionalidades ecológicas além da privacidade, o conjunto de ferramentas do ZEN pode ser mais atraente. E se o teu foco são pagamentos diários, a combinação de velocidade e privacidade básica do DASH é suficiente.
Mas uma questão mais profunda é: numa era de blockchain totalmente transparente, até que ponto os utilizadores devem ter direito à privacidade? Não há uma resposta única. Alguns pensam que “se estou tranquilo, não preciso esconder nada”; outros acreditam que “a privacidade financeira é um direito fundamental”. Qual é a tua opinião?
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Cada transação na blockchain é exposta ao público, será esta uma transparência descentralizada ou um pesadelo para a privacidade dos utilizadores?
Para muitas pessoas, a exposição do endereço da carteira significa ter uma visão completa do fluxo de ativos e do volume de posições. Se também te preocupas com isso, hoje vamos ver como três das principais moedas de privacidade resolvem esse problema — ZEC, ZEN e DASH, cada uma com as suas habilidades especiais.
**ZEC: o interruptor de privacidade está nas tuas mãos**
ZEC é o projeto mais antigo a aplicar provas de conhecimento zero na blockchain, sendo também o mais avançado tecnologicamente. A sua lógica central é engenhosa: as transações podem ser verificadas como existentes, mas sem revelar informações sensíveis como as partes envolvidas ou os valores.
Existem dois modos que podes alternar facilmente — o modo público, usado para auditorias regulatórias, e o modo de privacidade, que é completamente invisível, acessível apenas por quem possui a chave de visualização. A beleza deste design é que podes conciliar conformidade e privacidade, ao invés de ter que escolher um ou outro.
**ZEN: mais do que pagamentos, um ecossistema completo de privacidade**
ZEN já foi conhecido como Zencash, mas mudou de nome para Horizen. O seu objetivo vai além de ser uma moeda de privacidade. Este projeto pretende construir uma infraestrutura de privacidade completa — transferências privadas, comunicações encriptadas de ponta a ponta, plataforma de desenvolvimento de aplicações de privacidade e até suporte a sidechains.
Em outras palavras, o que o ZEN oferece não é apenas proteção pontual de privacidade, mas uma solução de privacidade a nível de ecossistema. Podes fazer transações, conversar, desenvolver aplicações dentro deste ecossistema, tudo com garantias de privacidade.
**DASH: uma solução de equilíbrio entre velocidade e privacidade**
DASH segue um caminho diferente — prioriza a velocidade de pagamento antes da privacidade. Através de uma rede de masternodes (que requerem uma garantia de 1000 DASH para se tornarem masternodes), realiza duas funções principais: envio instantâneo e envio anónimo.
O envio instantâneo permite confirmações em poucos segundos, enquanto o envio anónimo usa tecnologia de mistura para embaralhar o percurso das transações. Embora esta solução não seja tão absoluta quanto as provas de conhecimento zero do ZEC, é suficientemente eficaz para pagamentos do dia a dia.
**Guia de escolha prática**
Se precisas de privacidade absoluta e da melhor proteção tecnológica, o ZEC é a escolha indiscutível. Se queres mais funcionalidades ecológicas além da privacidade, o conjunto de ferramentas do ZEN pode ser mais atraente. E se o teu foco são pagamentos diários, a combinação de velocidade e privacidade básica do DASH é suficiente.
Mas uma questão mais profunda é: numa era de blockchain totalmente transparente, até que ponto os utilizadores devem ter direito à privacidade? Não há uma resposta única. Alguns pensam que “se estou tranquilo, não preciso esconder nada”; outros acreditam que “a privacidade financeira é um direito fundamental”. Qual é a tua opinião?