GENEBRA, 23 de fevereiro (Reuters) - Os Estados Unidos encontraram-se com uma delegação russa em Genebra na segunda-feira e irão reunir-se com uma delegação chinesa na terça-feira para negociações sobre a possibilidade de um tratado multilateral de controlo de armas nucleares, afirmou um alto funcionário do Departamento de Estado dos EUA.
Os EUA solicitaram um novo tratado de controlo de armas mais amplo, que inclua a China assim como a Rússia, após o término do acordo que limitava o implantação de mísseis e ogivas nucleares dos EUA e da Rússia, conhecido como New START.
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O embaixador chinês para desarmamento, Shen Jian, afirmou no início deste mês que o seu país não participaria em novas negociações de controlo de armas nucleares com Moscovo e Washington nesta fase. Ainda não estava claro se as negociações de terça-feira envolveriam negociações formais.
As missões permanentes da China e da Rússia em Genebra não responderam imediatamente aos pedidos de comentário da Reuters.
Mais cedo, em fevereiro, os EUA disseram que a China realizou um teste nuclear secreto em junho de 2020, o que Shen negou categoricamente.
O alto funcionário dos EUA afirmou que já tiveram boas conversações bilaterais com o Reino Unido e a França, que também são membros do Conselho de Segurança da ONU.
“Levar as discussões aos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança foi o próximo passo lógico”, afirmaram, acrescentando que estavam otimistas.
Reportagem de Olivia Le Poidevin; Edição de Nia Williams
Nossos Padrões: Os Princípios de Confiança da Thomson Reuters.
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Reunião dos EUA com delegações russa e chinesa para negociações de controlo de armas nucleares, diz fonte oficial
GENEBRA, 23 de fevereiro (Reuters) - Os Estados Unidos encontraram-se com uma delegação russa em Genebra na segunda-feira e irão reunir-se com uma delegação chinesa na terça-feira para negociações sobre a possibilidade de um tratado multilateral de controlo de armas nucleares, afirmou um alto funcionário do Departamento de Estado dos EUA.
Os EUA solicitaram um novo tratado de controlo de armas mais amplo, que inclua a China assim como a Rússia, após o término do acordo que limitava o implantação de mísseis e ogivas nucleares dos EUA e da Rússia, conhecido como New START.
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O embaixador chinês para desarmamento, Shen Jian, afirmou no início deste mês que o seu país não participaria em novas negociações de controlo de armas nucleares com Moscovo e Washington nesta fase. Ainda não estava claro se as negociações de terça-feira envolveriam negociações formais.
As missões permanentes da China e da Rússia em Genebra não responderam imediatamente aos pedidos de comentário da Reuters.
Mais cedo, em fevereiro, os EUA disseram que a China realizou um teste nuclear secreto em junho de 2020, o que Shen negou categoricamente.
O alto funcionário dos EUA afirmou que já tiveram boas conversações bilaterais com o Reino Unido e a França, que também são membros do Conselho de Segurança da ONU.
“Levar as discussões aos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança foi o próximo passo lógico”, afirmaram, acrescentando que estavam otimistas.
Reportagem de Olivia Le Poidevin; Edição de Nia Williams
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