No dia 11 de fevereiro, horário local, as Nações Unidas, a União Africana, a Organização Intergovernamental para o Desenvolvimento da África Oriental (IGAD), a Liga Árabe e a União Europeia emitiram uma declaração conjunta, instando todas as partes do conflito armado no Sudão a cessar imediatamente as hostilidades e a implementar uma trégua humanitária durante o próximo mês de Ramadan, para proteger a vida dos civis. A declaração expressa profunda preocupação com a deterioração rápida da situação humanitária na região de Kordofan e no estado de Blue Nile, no Sudão, e apela às partes envolvidas para proteger os civis e a infraestrutura civil, respeitar o direito humanitário internacional e garantir que a assistência humanitária possa entrar de forma segura, rápida e sem obstáculos em todas as áreas necessitadas. A declaração enfatiza que ações que violem gravemente o direito humanitário internacional não podem ser ignoradas, e os responsáveis devem ser responsabilizados. (Notícias da CCTV)
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Cinco organizações internacionais emitem declaração conjunta pedindo às partes do conflito no Sudão que cessem as hostilidades
No dia 11 de fevereiro, horário local, as Nações Unidas, a União Africana, a Organização Intergovernamental para o Desenvolvimento da África Oriental (IGAD), a Liga Árabe e a União Europeia emitiram uma declaração conjunta, instando todas as partes do conflito armado no Sudão a cessar imediatamente as hostilidades e a implementar uma trégua humanitária durante o próximo mês de Ramadan, para proteger a vida dos civis. A declaração expressa profunda preocupação com a deterioração rápida da situação humanitária na região de Kordofan e no estado de Blue Nile, no Sudão, e apela às partes envolvidas para proteger os civis e a infraestrutura civil, respeitar o direito humanitário internacional e garantir que a assistência humanitária possa entrar de forma segura, rápida e sem obstáculos em todas as áreas necessitadas. A declaração enfatiza que ações que violem gravemente o direito humanitário internacional não podem ser ignoradas, e os responsáveis devem ser responsabilizados. (Notícias da CCTV)