Fintech brasileira Agibank levanta 240 milhões de dólares numa IPO nos EUA mais reduzida
FOTO DE ARQUIVO: O letreiro de Wall Street pendurado fora do edifício da Bolsa de Nova York (NYSE) na terça-feira, após uma venda generalizada na cidade de Nova York na segunda-feira · Reuters
Reuters
Qua, 11 de fevereiro de 2026 às 21:59 GMT+9 2 min de leitura
SÃO PAULO, 11 de fev (Reuters) - A Agibank anunciou nesta quarta-feira que levantou 240 milhões de dólares na sua oferta pública inicial em Nova York, a segunda fintech brasileira a recorrer aos mercados de capitais dos EUA nas últimas semanas.
O banco digital com sede em São Paulo vendeu 20 milhões de ações a 12 dólares cada na sua IPO mais reduzida, em comparação com a faixa de mercado mais recente de 12 a 13 dólares por ação.
Na terça-feira, a Agibank reduziu drasticamente tanto o tamanho do negócio proposto quanto a faixa de preço da oferta. A IPO avaliou a Agibank em 1,92 mil milhões de dólares, com base nas ações em circulação listadas no seu prospecto.
A janela para empresas brasileiras abrirem capital foi aberta em 2026 após uma crise prolongada, mas a fraca negociação no mercado secundário da banco digital PicPay ameaça travar esse momentum a curto prazo.
O PicPay, controlado pela família bilionária Batista, abriu capital em Nova York no mês passado, marcando a primeira oferta pública de ações de uma empresa brasileira em mais de quatro anos. As ações caíram cerca de 20% em relação ao preço da oferta.
A Agibank planejava abrir capital no Brasil em 2018, mas enfrentou dificuldades para atrair investidores durante um ano eleitoral volátil. Posteriormente, optou por buscar uma listagem nos EUA.
A empresa tem suas raízes em 1999, quando Marciano Testa — então estudante universitário — fundou a Agiplan, focada em segmentos desatendidos.
A Agibank espera que a receita total no ano encerrado em 31 de dezembro tenha aumentado para uma faixa de 10,55 bilhões de reais (2,03 bilhões de dólares) a 10,7 bilhões de reais, contra 7,28 bilhões de reais no ano anterior.
Em 2024, o fundo de private equity brasileiro Lumina Capital Management investiu 400 milhões de reais na Agibank, com uma avaliação de 9,3 bilhões de reais.
Espera-se que a Agibank comece a negociar na Bolsa de Nova York sob o símbolo “AGBK” ainda nesta quarta-feira.
Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citigroup são os coordenadores globais da oferta.
(1 dólar = 5,1961 reais)
(Reportagem de Fernando Cardoso, Andre Romani e Arasu Kannagi Basil; Edição de Chris Reese e Maju Samuel)
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A fintech brasileira Agibank levanta $240 milhões numa IPO nos EUA mais reduzida
Fintech brasileira Agibank levanta 240 milhões de dólares numa IPO nos EUA mais reduzida
FOTO DE ARQUIVO: O letreiro de Wall Street pendurado fora do edifício da Bolsa de Nova York (NYSE) na terça-feira, após uma venda generalizada na cidade de Nova York na segunda-feira · Reuters
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Qua, 11 de fevereiro de 2026 às 21:59 GMT+9 2 min de leitura
SÃO PAULO, 11 de fev (Reuters) - A Agibank anunciou nesta quarta-feira que levantou 240 milhões de dólares na sua oferta pública inicial em Nova York, a segunda fintech brasileira a recorrer aos mercados de capitais dos EUA nas últimas semanas.
O banco digital com sede em São Paulo vendeu 20 milhões de ações a 12 dólares cada na sua IPO mais reduzida, em comparação com a faixa de mercado mais recente de 12 a 13 dólares por ação.
Na terça-feira, a Agibank reduziu drasticamente tanto o tamanho do negócio proposto quanto a faixa de preço da oferta. A IPO avaliou a Agibank em 1,92 mil milhões de dólares, com base nas ações em circulação listadas no seu prospecto.
A janela para empresas brasileiras abrirem capital foi aberta em 2026 após uma crise prolongada, mas a fraca negociação no mercado secundário da banco digital PicPay ameaça travar esse momentum a curto prazo.
O PicPay, controlado pela família bilionária Batista, abriu capital em Nova York no mês passado, marcando a primeira oferta pública de ações de uma empresa brasileira em mais de quatro anos. As ações caíram cerca de 20% em relação ao preço da oferta.
A Agibank planejava abrir capital no Brasil em 2018, mas enfrentou dificuldades para atrair investidores durante um ano eleitoral volátil. Posteriormente, optou por buscar uma listagem nos EUA.
A empresa tem suas raízes em 1999, quando Marciano Testa — então estudante universitário — fundou a Agiplan, focada em segmentos desatendidos.
A Agibank espera que a receita total no ano encerrado em 31 de dezembro tenha aumentado para uma faixa de 10,55 bilhões de reais (2,03 bilhões de dólares) a 10,7 bilhões de reais, contra 7,28 bilhões de reais no ano anterior.
Em 2024, o fundo de private equity brasileiro Lumina Capital Management investiu 400 milhões de reais na Agibank, com uma avaliação de 9,3 bilhões de reais.
Espera-se que a Agibank comece a negociar na Bolsa de Nova York sob o símbolo “AGBK” ainda nesta quarta-feira.
Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citigroup são os coordenadores globais da oferta.
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(Reportagem de Fernando Cardoso, Andre Romani e Arasu Kannagi Basil; Edição de Chris Reese e Maju Samuel)
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