A mudança na procura dos consumidores, o avanço tecnológico e as obrigações de conformidade estão a colocar as instituições financeiras (IFs) sob uma pressão enorme para modernizar os seus modelos operacionais. Para manterem a competitividade, as IFs devem esforçar-se por oferecer serviços integrados, intuitivos e personalizados que fomentem a fidelidade do cliente – ao mesmo tempo que mantêm a eficiência operacional, controlam custos e garantem uma forte conformidade regulatória.
Os consumidores de hoje esperam poder mover-se facilmente entre os canais digitais e físicos. Com demasiada frequência, os clientes encontram obstáculos neste processo – resultado de sistemas desconectados e serviços inconsistentes. Um relatório recente da Experian revelou que 62% dos clientes bancários desejam uma “experiência fluida entre os espaços físicos e digitais”. Esta é uma tendência global no setor do retalho bancário.
Se as IFs quiserem atender às expectativas dos clientes, devem abraçar a reforma operacional e unir os canais digitais e físicos. Infelizmente, fazê-lo nem sempre é simples. O sucesso depende da capacidade de uma IF de obter investimentos significativos e de navegar por paisagens tecnológicas complexas e silos organizacionais.
Este estudo de impacto da Finextra, produzido em parceria com Diebold Nixdorf, explora:
* _As implicações do banking multicanal isolado versus o banking omnicanal;_
* _Requisitos tecnológicos e operacionais para o banking omnicanal;_
* _Como as IFs podem acelerar a inovação e gerir operações; e_
* _Estratégias para ligar os canais digitais e físicos._
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Impulsionar a eficiência bancária: Novos modelos operacionais para uma banca omnicanal sem falhas
A mudança na procura dos consumidores, o avanço tecnológico e as obrigações de conformidade estão a colocar as instituições financeiras (IFs) sob uma pressão enorme para modernizar os seus modelos operacionais. Para manterem a competitividade, as IFs devem esforçar-se por oferecer serviços integrados, intuitivos e personalizados que fomentem a fidelidade do cliente – ao mesmo tempo que mantêm a eficiência operacional, controlam custos e garantem uma forte conformidade regulatória.
Os consumidores de hoje esperam poder mover-se facilmente entre os canais digitais e físicos. Com demasiada frequência, os clientes encontram obstáculos neste processo – resultado de sistemas desconectados e serviços inconsistentes. Um relatório recente da Experian revelou que 62% dos clientes bancários desejam uma “experiência fluida entre os espaços físicos e digitais”. Esta é uma tendência global no setor do retalho bancário.
Se as IFs quiserem atender às expectativas dos clientes, devem abraçar a reforma operacional e unir os canais digitais e físicos. Infelizmente, fazê-lo nem sempre é simples. O sucesso depende da capacidade de uma IF de obter investimentos significativos e de navegar por paisagens tecnológicas complexas e silos organizacionais.
Este estudo de impacto da Finextra, produzido em parceria com Diebold Nixdorf, explora: