A essência da contração é que quando sobe demais, desce; quando desce demais, sobe.
A maioria dos ativos que fazem uma contração estão em uma tendência de queda clara, como uma pessoa que vomita repetidamente, até o extremo, sem mais nada para vomitar, restando apenas a respiração e a recuperação. Essa é a lógica mais simples de manter ações durante uma contração.
O melhor ponto de compra na contração de líderes está na fraqueza do poder dos vendedores. Nunca é um ponto de compra preciso, mas sim uma faixa vaga, que só pode ser confirmada por compras parceladas e reposições graduais para garantir segurança. Para os iniciantes, apostar tudo de uma vez é um risco incontrolável, além de afetar negativamente a mentalidade de manter ações, levando a dúvidas sobre o padrão ou a escolha de ações específicas. A gestão de posição é uma habilidade essencial na contração, uma forma de remediar e ajustar o ponto de entrada.
Quando um novo tema é altamente especulado e atinge uma nova máxima, mas depois sofre uma queda contínua, isso indica que o sentimento atingiu o ponto mais baixo. Mas é preciso esperar a liberação completa da pressão de venda antes de entrar com calma. Ativos que caem de forma contínua e têm espaço suficiente para recuperação são os mais seguros na estratégia de contração. O que se costuma dizer no mercado de “esperar na posição vazia até a crise”, na essência, segue essa lógica.
O ponto de venda na contração é como um reflexo de uma luz que volta a brilhar na tendência de queda, parecendo uma reversão, mas na verdade é uma continuação da queda. Independentemente do lucro, deve-se sair de forma decisiva e esperar pelo próximo ciclo. Na contração de líderes, o sinal de realização costuma ser o limite de alta, e quanto mais profunda a queda anterior, maior a potencial recuperação.
Quanto mais sobe, mais forte é a queda;
quanto menos sobe, mais fraca é a contração.
Ele é forte, deixe-o ser forte, observe-o no topo.
Ele cai, deixe-o cair, espere a grande queda.
Ele é cruel, deixe-o cair, com munição ilimitada e energia suficiente.
No final, negociar nunca é uma questão de técnica, mas de respeito pela natureza humana e pelos ciclos. Todas as quedas extremas escondem o medo de renascer; todas as recuperações rápidas são tentações de um fim próximo.
O mercado, sem exceções, é sempre cíclico.
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Algumas compreensões superficiais sobre os pontos de compra e venda na recuperação do líder
A essência da contração é que quando sobe demais, desce; quando desce demais, sobe.
A maioria dos ativos que fazem uma contração estão em uma tendência de queda clara, como uma pessoa que vomita repetidamente, até o extremo, sem mais nada para vomitar, restando apenas a respiração e a recuperação. Essa é a lógica mais simples de manter ações durante uma contração.
O melhor ponto de compra na contração de líderes está na fraqueza do poder dos vendedores. Nunca é um ponto de compra preciso, mas sim uma faixa vaga, que só pode ser confirmada por compras parceladas e reposições graduais para garantir segurança. Para os iniciantes, apostar tudo de uma vez é um risco incontrolável, além de afetar negativamente a mentalidade de manter ações, levando a dúvidas sobre o padrão ou a escolha de ações específicas. A gestão de posição é uma habilidade essencial na contração, uma forma de remediar e ajustar o ponto de entrada.
Quando um novo tema é altamente especulado e atinge uma nova máxima, mas depois sofre uma queda contínua, isso indica que o sentimento atingiu o ponto mais baixo. Mas é preciso esperar a liberação completa da pressão de venda antes de entrar com calma. Ativos que caem de forma contínua e têm espaço suficiente para recuperação são os mais seguros na estratégia de contração. O que se costuma dizer no mercado de “esperar na posição vazia até a crise”, na essência, segue essa lógica.
O ponto de venda na contração é como um reflexo de uma luz que volta a brilhar na tendência de queda, parecendo uma reversão, mas na verdade é uma continuação da queda. Independentemente do lucro, deve-se sair de forma decisiva e esperar pelo próximo ciclo. Na contração de líderes, o sinal de realização costuma ser o limite de alta, e quanto mais profunda a queda anterior, maior a potencial recuperação.
Quanto mais sobe, mais forte é a queda;
quanto menos sobe, mais fraca é a contração.
Ele é forte, deixe-o ser forte, observe-o no topo.
Ele cai, deixe-o cair, espere a grande queda.
Ele é cruel, deixe-o cair, com munição ilimitada e energia suficiente.
No final, negociar nunca é uma questão de técnica, mas de respeito pela natureza humana e pelos ciclos. Todas as quedas extremas escondem o medo de renascer; todas as recuperações rápidas são tentações de um fim próximo.
O mercado, sem exceções, é sempre cíclico.