Estes anos em que tropecei nas armadilhas do mercado de criptomoedas
No mercado de criptomoedas, o caminho mais longo é o esquema do 🐶 manipulador
Embora tenha gerido uma conta na praça há pouco tempo, o Pequeno Deus da Fortuna já é um veterano com treze anos na indústria, um verdadeiro veteraníssimo. Olhando para trás, percebo que sem liberdade financeira, as lições foram muitas; pensar na minha trajetória desses anos é uma história de lágrimas e sangue de quem foi picado por armadilhas. Vou destacar algumas grandes armadilhas, na esperança de ajudar todos a evitarem caminhos tortuosos. São experiências pessoais, se por acaso houver semelhanças, sintam-se à vontade para me procurar e chorar junto.
Primeira armadilha: Acreditar em informações privilegiadas
Antes de entrar no mercado, já tinha anos de experiência em investimentos, entendia de indicadores técnicos, rumores e análise fundamentalista, então, ao ingressar no mercado de criptomoedas, estava relativamente tranquilo. Até o verão de 2014, quando enfrentei a “primeira provação”. Lembro-me de que foi na véspera da Copa do Mundo daquele ano. O Bitcoin estava em uma recuperação após uma queda de 8000 pontos, numa espécie de mini ciclo de alta. Como alguém que já operava há bastante tempo, conheci um “irmão mais velho” de Pequim. Com o tempo, ele começou a me passar algumas dicas de compra e venda, com pontos de entrada que só podem ser descritos como “exatamente iguais”. Para dizer de forma precisa, até duas casas decimais. Segui suas recomendações algumas vezes, e fiquei de queixo caído. Depois, ele me contou que tinha obtido esses pontos de entrada em um grupo de “grandes figuras”. Desde então, passei a considerar esse grupo como “o céu e a terra”, seguindo cada operação. Logo, ele disse que tinha uma novidade: o grupo tinha uma informação de que os principais investidores fariam uma puxada na noite de abertura da Copa, e o Bitcoin iria disparar. Pensei bastante e achei que era uma oportunidade rara de ganhar dinheiro, então decidi apostar tudo, usando uma margem de 20x na única exchange que permitia contratos alavancados, comprando Bitcoin. Na noite da final, adormeci sonhando com um sonho bom. O resultado, como vocês podem imaginar, foi desastroso: acordei no dia seguinte com o mundo desabando, com uma perda total de 91%. Essa foi minha primeira experiência com contratos futuros. Não demorou muito, e eu fui liquidado. O Bitcoin nunca mais subiu como antes. Depois, o “irmão mais velho” me contou que todos tinham sido enganados, e que quase todos no grupo tinham sido liquidados.
Segunda armadilha: Endividar-se para alavancar operações
Naquela primeira experiência, apostei tudo o que tinha, mas na verdade não foi exatamente assim, pois também tomei empréstimos de outras pessoas, ou seja, coloquei alavancagem além da minha capacidade. Posso dizer que fui azarado: a primeira vez que tomei dinheiro emprestado para operar, acabei sendo liquidado. Mas, por outro lado, também fui sortudo, pois o dinheiro emprestado era dos meus próprios pais, então não tive que enfrentar a ameaça de cobrança. Só fiquei com a culpa de não conseguir pagar a tempo...
Terceira armadilha: Acreditar no efeito de celebridades e no white paper
Em 2015, foi o ano do ICO de altcoins. Para acompanhar as mudanças do mercado, comecei a estudar os fundamentos das altcoins. Como tinha pouco tempo, foquei mais em tokens com respaldo de grandes figuras, confiando nas opiniões de KOLs, e dava uma olhada nos white papers. Quando via um white paper impressionante, não resistia e investia. No final, só sobrava poeira. O exemplo mais clássico foi o EOS: comprei de 7 para 100 dólares, e até cheguei a acreditar na piada de que “três ondas terminam em 100”.
Quarta armadilha: Comprar no fundo cegamente
Muita gente, como eu, passou pela maior “coruja negra” do mercado: o colapso do Luna. Soube que Luna poderia colapsar aos 35 dólares, e decidi fazer uma operação de venda a descoberto. Naquela noite, Luna caiu para 10 dólares, e eu mal podia acreditar na minha sorte ao ver o lucro na tela. Na mesma noite, Luna caiu até 1 dólar. Achei que tinha chegado ao fundo, fechei minhas posições vendidas e comprei na baixa. Mas vocês já sabem o que aconteceu depois: Luna entrou numa espiral de morte, e, sem perceber, perdi vários zeros. Fui liquidado novamente, sem ganhar um centavo, e ainda perdi meu capital inicial. Parecia um sonho de uma noite de verão.
Quinta armadilha: Obsessão por negociações de curto prazo
No ano passado, peguei algumas contas que não usava mais e resolvi calcular quanto tinha ganho ou perdido ao longo dos anos. Para minha surpresa, percebi que não era só a perda em moeda fiduciária, mas também a perda de Bitcoin. E, ao fazer as contas, fiquei chocado: ao longo desses anos, perdi mais de 500 Bitcoin. É irônico: desde 2015, sempre fui um forte otimista e comprava Bitcoin na esperança de alta, um verdadeiro “touro de morte”. Mas, com o passar do tempo, acabei perdendo bastante. Refletindo, percebo que fiz muitas operações de curto prazo, tentando vender no topo e comprar no fundo, buscando lucros rápidos. Isso na psicologia é chamado de “ilusão de altos retornos”, envolvendo várias distorções cognitivas, emoções e comportamentos habituais. Dizer que “no mercado em alta se ganha dinheiro” e “no mercado em baixa se lucra com a moeda” é uma falsa questão. Comprar e não vender é, na verdade, a maior estratégia de lucro.
Ao longo desses anos, muitas outras armadilhas surgiram, mas por hoje é suficiente. Para finalizar, deixo algumas dicas para evitar essas armadilhas:
1. Cuidado com informações privilegiadas. O mercado de Bitcoin já é grande, e as informações são simétricas. Quando receber uma dica de insider, pense bem: de quantas mãos ela veio?
2. Nunca tome empréstimos para investir. Vi na WB um KOL incentivando pequenos investidores a usarem empréstimos para apostar tudo numa oportunidade. Isso é um erro grave. Se você perder seu dinheiro, só perderá o que tem agora. Mas, se usar empréstimos, estará colocando seu futuro em risco.
3. Em mercado de alta, não venda a descoberto; em mercado de baixa, não compre no fundo.
4. Sempre que possível, mantenha uma posição em spot e acumule na baixa.
Claro que, após tantos anos operando, além das lágrimas, também tive momentos de alegria, como vender no topo e comprar no fundo, ou multiplicar meu capital em uma noite. Acredito que o ciclo de oportunidades no mercado de criptomoedas ainda não acabou. Compartilhar minhas experiências de armadilhas é também uma forma de ajudar minha família a respeitar o mercado, manter a calma e seguir em frente. Que todos possam partir com roupas novas e cavalgar com coragem, e voltar com a visão tranquila das tempestades.
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Estes anos em que tropecei nas armadilhas do mercado de criptomoedas
No mercado de criptomoedas, o caminho mais longo é o esquema do 🐶 manipulador
Embora tenha gerido uma conta na praça há pouco tempo, o Pequeno Deus da Fortuna já é um veterano com treze anos na indústria, um verdadeiro veteraníssimo. Olhando para trás, percebo que sem liberdade financeira, as lições foram muitas; pensar na minha trajetória desses anos é uma história de lágrimas e sangue de quem foi picado por armadilhas. Vou destacar algumas grandes armadilhas, na esperança de ajudar todos a evitarem caminhos tortuosos. São experiências pessoais, se por acaso houver semelhanças, sintam-se à vontade para me procurar e chorar junto.
Primeira armadilha: Acreditar em informações privilegiadas
Antes de entrar no mercado, já tinha anos de experiência em investimentos, entendia de indicadores técnicos, rumores e análise fundamentalista, então, ao ingressar no mercado de criptomoedas, estava relativamente tranquilo. Até o verão de 2014, quando enfrentei a “primeira provação”. Lembro-me de que foi na véspera da Copa do Mundo daquele ano. O Bitcoin estava em uma recuperação após uma queda de 8000 pontos, numa espécie de mini ciclo de alta. Como alguém que já operava há bastante tempo, conheci um “irmão mais velho” de Pequim. Com o tempo, ele começou a me passar algumas dicas de compra e venda, com pontos de entrada que só podem ser descritos como “exatamente iguais”. Para dizer de forma precisa, até duas casas decimais. Segui suas recomendações algumas vezes, e fiquei de queixo caído. Depois, ele me contou que tinha obtido esses pontos de entrada em um grupo de “grandes figuras”. Desde então, passei a considerar esse grupo como “o céu e a terra”, seguindo cada operação. Logo, ele disse que tinha uma novidade: o grupo tinha uma informação de que os principais investidores fariam uma puxada na noite de abertura da Copa, e o Bitcoin iria disparar. Pensei bastante e achei que era uma oportunidade rara de ganhar dinheiro, então decidi apostar tudo, usando uma margem de 20x na única exchange que permitia contratos alavancados, comprando Bitcoin. Na noite da final, adormeci sonhando com um sonho bom. O resultado, como vocês podem imaginar, foi desastroso: acordei no dia seguinte com o mundo desabando, com uma perda total de 91%. Essa foi minha primeira experiência com contratos futuros. Não demorou muito, e eu fui liquidado. O Bitcoin nunca mais subiu como antes. Depois, o “irmão mais velho” me contou que todos tinham sido enganados, e que quase todos no grupo tinham sido liquidados.
Segunda armadilha: Endividar-se para alavancar operações
Naquela primeira experiência, apostei tudo o que tinha, mas na verdade não foi exatamente assim, pois também tomei empréstimos de outras pessoas, ou seja, coloquei alavancagem além da minha capacidade. Posso dizer que fui azarado: a primeira vez que tomei dinheiro emprestado para operar, acabei sendo liquidado. Mas, por outro lado, também fui sortudo, pois o dinheiro emprestado era dos meus próprios pais, então não tive que enfrentar a ameaça de cobrança. Só fiquei com a culpa de não conseguir pagar a tempo...
Terceira armadilha: Acreditar no efeito de celebridades e no white paper
Em 2015, foi o ano do ICO de altcoins. Para acompanhar as mudanças do mercado, comecei a estudar os fundamentos das altcoins. Como tinha pouco tempo, foquei mais em tokens com respaldo de grandes figuras, confiando nas opiniões de KOLs, e dava uma olhada nos white papers. Quando via um white paper impressionante, não resistia e investia. No final, só sobrava poeira. O exemplo mais clássico foi o EOS: comprei de 7 para 100 dólares, e até cheguei a acreditar na piada de que “três ondas terminam em 100”.
Quarta armadilha: Comprar no fundo cegamente
Muita gente, como eu, passou pela maior “coruja negra” do mercado: o colapso do Luna. Soube que Luna poderia colapsar aos 35 dólares, e decidi fazer uma operação de venda a descoberto. Naquela noite, Luna caiu para 10 dólares, e eu mal podia acreditar na minha sorte ao ver o lucro na tela. Na mesma noite, Luna caiu até 1 dólar. Achei que tinha chegado ao fundo, fechei minhas posições vendidas e comprei na baixa. Mas vocês já sabem o que aconteceu depois: Luna entrou numa espiral de morte, e, sem perceber, perdi vários zeros. Fui liquidado novamente, sem ganhar um centavo, e ainda perdi meu capital inicial. Parecia um sonho de uma noite de verão.
Quinta armadilha: Obsessão por negociações de curto prazo
No ano passado, peguei algumas contas que não usava mais e resolvi calcular quanto tinha ganho ou perdido ao longo dos anos. Para minha surpresa, percebi que não era só a perda em moeda fiduciária, mas também a perda de Bitcoin. E, ao fazer as contas, fiquei chocado: ao longo desses anos, perdi mais de 500 Bitcoin. É irônico: desde 2015, sempre fui um forte otimista e comprava Bitcoin na esperança de alta, um verdadeiro “touro de morte”. Mas, com o passar do tempo, acabei perdendo bastante. Refletindo, percebo que fiz muitas operações de curto prazo, tentando vender no topo e comprar no fundo, buscando lucros rápidos. Isso na psicologia é chamado de “ilusão de altos retornos”, envolvendo várias distorções cognitivas, emoções e comportamentos habituais. Dizer que “no mercado em alta se ganha dinheiro” e “no mercado em baixa se lucra com a moeda” é uma falsa questão. Comprar e não vender é, na verdade, a maior estratégia de lucro.
Ao longo desses anos, muitas outras armadilhas surgiram, mas por hoje é suficiente. Para finalizar, deixo algumas dicas para evitar essas armadilhas:
1. Cuidado com informações privilegiadas. O mercado de Bitcoin já é grande, e as informações são simétricas. Quando receber uma dica de insider, pense bem: de quantas mãos ela veio?
2. Nunca tome empréstimos para investir. Vi na WB um KOL incentivando pequenos investidores a usarem empréstimos para apostar tudo numa oportunidade. Isso é um erro grave. Se você perder seu dinheiro, só perderá o que tem agora. Mas, se usar empréstimos, estará colocando seu futuro em risco.
3. Em mercado de alta, não venda a descoberto; em mercado de baixa, não compre no fundo.
4. Sempre que possível, mantenha uma posição em spot e acumule na baixa.
Claro que, após tantos anos operando, além das lágrimas, também tive momentos de alegria, como vender no topo e comprar no fundo, ou multiplicar meu capital em uma noite. Acredito que o ciclo de oportunidades no mercado de criptomoedas ainda não acabou. Compartilhar minhas experiências de armadilhas é também uma forma de ajudar minha família a respeitar o mercado, manter a calma e seguir em frente. Que todos possam partir com roupas novas e cavalgar com coragem, e voltar com a visão tranquila das tempestades.