Desta vez, o Irão colocou diretamente o Estreito de Ormuz na mesa e, além disso, deixou implícito que, se Israel continuar a atacar, poderá alargar os ataques às nações da região. O que é verdadeiramente preocupante não é, por si só, esta ameaça dura, mas o facto de ela atingir uma das vias energéticas mais sensíveis do mundo, onde tanto os preços do petróleo como o sentimento do transporte marítimo podem reagir rapidamente.

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