Entre as pessoas, na maioria das vezes, somos apenas companheiros de passagem. Aqueles que você tinha certeza de que nunca se afastariam, muitas vezes silenciosamente deixam a sua vida num dia comum. Estamos acostumados a acrescentar eternidade às nossas encontros, mas relutamos em admitir que a vida é, na sua essência, fluida. Cada relação tem o seu motivo de surgir e o seu limite de duração. Mais do que a longevidade, viver plenamente um encontro talvez seja mais importante. Algumas pessoas se dispersam ao caminhar, não por terem feito algo errado, mas porque os caminhos de crescimento de ambos já não se cruzam, e o centro da vida se desloca silenciosamente. De conversar sobre tudo a não ter mais nada a dizer, muitas vezes não há traição, apenas o fluxo natural do tempo. Quando você abandona a obsessão pelo “para sempre”, aprende realmente a valorizar. Você passa a se relacionar com mais atenção, a se expressar com mais sinceridade, e não se desgasta antecipadamente com a despedida que inevitavelmente virá. Porque você começa a entender que algumas pessoas estão destinadas a acompanhar você apenas por uma etapa, e essa etapa, por si só, já é suficientemente preciosa.

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