Recentemente, vi um tema bastante perturbador, sobre as trocas de emails entre a esposa de Woody Allen, Song Yi, e Epstein. À primeira vista, Song Yi foi criticada por defender um congressista que teve comportamentos inadequados com uma menor, e ela chegou a insultar a vítima, dizendo que ela era alguém que "espanca os mais fracos" e "consegue manipular as pessoas". Essa parte por si só já é bastante desconfortável. Mas o que realmente dói é que a maioria das pessoas não percebe a lógica por trás disso.



Sabes por quê? O motivo pelo qual Song Yi tinha uma relação tão próxima com Epstein não é mera coincidência. Epstein era, na verdade, um "benfeitor" da família deles. A filha de Song Yi conseguiu entrar na Bard College? Foi Epstein quem ajudou a facilitar a entrada, por trás das cortinas. Todo o processo parece uma peça de teatro de relações humanas ao estilo de um manual.

Eu analisei as trocas de emails entre eles. Song Yi primeiro procurou Epstein, querendo que sua filha visitasse a Bard College. Epstein, que era amigo do diretor da escola, ajudou a organizar tudo com uma simples palavra. Dois meses depois, a filha confirmou que queria estudar lá, e Epstein novamente interveio, orientando Song Yi a ligar para o diretor. O diretor encaminhou o email para o comitê de admissões. E o que aconteceu depois? Apenas um dia depois, Song Yi enviou uma carta de agradecimento a Epstein, com um tom de gratidão quase desesperada.

Na carta, Song Yi escreveu: "Estou realmente muito agradecida por você ter ajudado Bechet a entrar na Bard College. Eu estava na cozinha jantando com Manzi e não consegui expressar minha gratidão de verdade!" Ela ainda explicou que fez a filha passar por uma certa luta, sem saber se seria aceita, para que ela sentisse a pressão de verdade ao entrar. A lógica toda é: eu te devo um favor, então tenho que te agradar de todas as formas, até mesmo defendendo suas ações imorais.

Isso é o que chamamos de "relações humanas". Nos Estados Unidos? Ah, os relacionamentos humanos na sociedade americana não são diferentes de qualquer outro lugar, só mudam de roupagem. O caso Epstein revelou que o que está em jogo não é uma característica exclusiva dos EUA, mas a distorção da humanidade sob o jogo de poder e dinheiro. Quem ainda diz que os EUA não têm relações humanas? Isso é amar os EUA, mas não entender os EUA. Um amor hipócrita.
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