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Olhando para 2015, achei bastante interessante como o mercado de tecnologia estava a reformular-se naquele ano. Deixe-me mostrar-lhe o que realmente chamou a atenção de todos naquela altura.
A primeira coisa que se destacou foi o mobile a atingir um muro. Os smartphones tinham sido uma força imparável durante anos, mas 2015 marcou um ponto de viragem. A IDC previu que o crescimento desaceleraria para apenas 10,4% nesse ano, em comparação com 27,5% no ano anterior. Ainda assim, com 1,4 mil milhões de unidades a serem enviadas globalmente, o dinheiro ainda não tinha desaparecido — o mercado estava apenas a amadurecer. A Apple estava a aproveitar esta onda intensamente, vendendo mais de 231 milhões de iPhones no ano fiscal de 2015. Bastante impressionante considerando que o iOS tinha apenas cerca de 15,6% de quota de mercado, mas a Apple capturava a maior parte dos lucros reais da indústria. A própria ação negociava a um P/E de 11, contra os 21 do S&P 500, o que, honestamente, parecia barato.
Depois havia as redes sociais. Este foi o ano em que ficou claro que estas plataformas não eram apenas modas — estavam a construir negócios reais e massivos. Os gastos com publicidade nas redes sociais aumentaram 33,5% em 2015, e os investigadores esperavam que esse valor disparasse de $11 biliões em 2013 para quase $36 biliões até 2017. O Facebook era obviamente o rei aqui, arrecadando $12 biliões em receitas nos primeiros nove meses daquele ano, um aumento de 50%. Para além da plataforma principal, tinham o Instagram, o WhatsApp e o Oculus VR, todos a assentar sobre oportunidades de vários biliões de dólares.
A computação em nuvem foi outra grande história de tendências tecnológicas que ninguém podia ignorar. Os gastos globais subiram 21% em 2015, e todos esperavam que ultrapassassem $100 biliões pela primeira vez em 2016. A Amazon tinha-se posicionado como líder claro, controlando aproximadamente 30% do mercado global. O que tornava a Amazon interessante era o facto de a rentabilidade do AWS estar a financiar silenciosamente toda a sua operação de comércio eletrónico.
Ao olhar para estes três pilares — maturidade do mobile, domínio das redes sociais e infraestrutura de nuvem — podia-se ver a direção para onde a tecnologia se dirigia. Os vencedores já eram bastante evidentes mesmo naquela altura.