Alguma vez te perguntaste quanto dinheiro ganham realmente os principais autores? É incrível quando percebes que alguns escritores acumularam mais riqueza do que a maioria de nós poderia imaginar. Encontrei esta análise dos autores mais ricos do mundo e, honestamente, os números são bastante reveladores.



Comecemos pelo óbvio—J.K. Rowling está no topo com cerca de $1 mil milhões de euros em património líquido. Aquele império de Harry Potter continua a gerar dinheiro. A franquia vendeu mais de 600 milhões de cópias só na série de sete livros, traduzida para 84 línguas, além de todos os filmes e produtos associados. Quando pensas nisso, ela basicamente criou um fenómeno cultural que ainda gera receitas décadas depois.

Depois tens o James Patterson, que ocupa o segundo lugar com $800 milhões. O homem escreveu mais de 140 romances desde meados dos anos 70, e os seus livros venderam mais de 425 milhões de cópias em todo o mundo. Patterson descobriu a fórmula—Alex Cross, Michael Bennett, Women's Murder Club—ele sabe como fazer os leitores voltarem.

O que me surpreendeu foi ver o património de Stephen King, que está em $500 milhões. O rei do horror tem sido absolutamente prolífico, com mais de 60 romances publicados e mais de 350 milhões de cópias vendidas mundialmente. Quando somas décadas de vendas de livros, adaptações cinematográficas e royalties de clássicos como O Iluminado e Carrie, esse património de Stephen King faz sentido. O homem tem sido consistentemente relevante ao longo de várias gerações de leitores.

Outros nomes de peso nesta lista incluem Jim Davis, com $800 milhões—principalmente devido ao sucesso insano de Garfield desde 1978—e Danielle Steel, com $600 milhões, com mais de 180 romances de romance. Matt Groening completa o topo com $600 milhões, embora uma grande parte venha de Os Simpsons, mais do que apenas graphic novels.

O que é interessante é como o património de Stephen King compara-se a alguns destes cartoonistas. King construiu a sua riqueza quase inteiramente através da escrita e adaptações cinematográficas, enquanto pessoas como Groening e Davis tiveram um grande impulso com a televisão e merchandising. Caminhos diferentes, resultados semelhantes.

Na parte inferior do top 10 estão Grant Cardone, com $600 milhões provenientes de livros de negócios e do seu império empresarial, e John Grisham, com $400 milhões—os seus thrillers jurídicos, como The Firm e The Pelican Brief, tornaram-se basicamente franquias de filmes.

A conclusão? Se és um escritor, precisas de um volume massivo (Patterson), de um estatuto de fenómeno cultural (Rowling), ou da capacidade de transformar o teu trabalho em impérios multimédia (King, Davis, Groening). Já não se trata apenas de vender livros—é sobre construir franquias.
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