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Os novatos no mundo das criptomoedas muitas vezes ficam confusos com palavras como «bullish», «fazer longos» e «tendência de alta», na verdade, quando entrei no mercado também fiquei perdido. Hoje vou esclarecer esses conceitos básicos para você, explicando de forma bem direta o que realmente significa fazer longos.
Vamos começar pelo núcleo: «ser bullish» é julgar que o mercado vai subir, «fazer longos» é a ação de comprar com base nesse julgamento. Dois termos parecem semelhantes, mas um é atitude, outro é ação. Você acha que uma moeda vai subir, mas não compra, isso é só uma opinião; quando você faz uma ordem de compra, aí sim está fazendo longos.
Vou te dar um exemplo para facilitar o entendimento. Suponha que uma moeda esteja valendo dez euros cada, e você acredita que ela tem potencial para subir, então compra uma por dez euros. Passado um tempo, o preço realmente sobe para quinze euros, e você decide vender, lucrando cinco euros. Todo esse processo — de acreditar, comprar e vender a um preço mais alto — é a lógica completa de fazer longos. Resumindo, fazer longos significa lucrar com a diferença entre comprar barato e vender caro, ou seja, comprar primeiro, vender depois.
O conceito de tendência de alta é um pouco mais abstrato. Ele não se refere a uma pessoa ou instituição específica, mas sim ao grupo de investidores que acredita na alta do mercado e espera que o preço das moedas suba. Quando há cada vez mais vozes otimistas no mercado, dizemos que «a força dos longos está forte».
No mercado à vista, todas as ações de compra se enquadram na categoria de fazer longos, que é a forma de negociação mais direta. Mas se você não tem capital, pode participar usando alavancagem ou contratos futuros, e também fazer longos, só que com riscos maiores.
Correspondente a fazer longos, temos também «ser bearish» e «fazer curtos». Ser bearish é julgar que o mercado vai cair, e fazer curtos é a ação de vender com base nesse julgamento. No mercado à vista, não é possível fazer short, mas é possível através de contratos futuros ou negociações alavancadas.
A lógica de fazer short é um pouco mais complexa. Por exemplo, o preço de uma moeda está em dez euros, você não tem dinheiro para comprar, mas acredita que ela vai cair. Você pega emprestado uma moeda na exchange, vende imediatamente por dez euros. Quando o preço realmente cai para cinco euros, você compra de volta por cinco euros e devolve à exchange, sobrando cinco euros de lucro. Esse é o processo de vender primeiro e comprar depois, ou seja, fazer short.
Mas há um risco aqui: se o preço não cair como esperado e, ao contrário, subir, sua margem de garantia vai sofrer perdas. Se as perdas ultrapassarem o valor da margem, você será liquidado, e seu capital desaparece instantaneamente. Por isso, fazer short é muito mais arriscado do que fazer longos.
Resumindo: fazer longos é comprar esperando que o mercado suba, fazer short é vender esperando que ele caia. Os investidores que apostam na alta são chamados de «tendência de alta» ou «bulls», e os que apostam na baixa, de «tendência de baixa» ou «bears». Para iniciantes, é melhor começar fazendo longos no mercado à vista para se familiarizar, e só depois, com mais experiência, considerar alavancagem ou contratos futuros, que envolvem riscos elevados.