Recentemente, o membro do conselho do Federal Reserve, Waller, revelou publicamente que muitos CEOs de grandes empresas nos Estados Unidos lhe confidenciaram que a inteligência artificial levará a uma grande quantidade de despedimentos.
Muitas pessoas não levam essa declaração a sério, pois é bastante evidente que o nível de desenvolvimento e os custos atuais da inteligência artificial ainda não atingiram um ponto em que substituam amplamente o trabalho humano.
No entanto, essa atitude de autossatisfação é fundamentalmente errada; a narrativa predominante atualmente sobre IA e emprego é a seguinte: a tecnologia de IA ainda não é suficientemente madura, e o aumento de produtividade é mínimo; só no futuro, quando a IA for forte o suficiente, ela começará a substituir o trabalho humano, o que poderá desencadear um desemprego em massa. Em outras palavras, a maioria das pessoas coloca o “desemprego em massa” no final da história — como resultado da maturidade da IA.
Porém, se analisarmos cuidadosamente a história econômica e os dados macroeconômicos atuais, perceberemos uma conclusão completamente oposta, mas mais lógica: o desemprego em massa não é resultado do aumento de produtividade da IA, mas sim uma condição prévia a ela.
As empresas precisam primeiro passar por uma profunda reestruturação organizacional — cortar cargos antigos, reformular processos existentes, redesenhar a produção em torno da IA — para que a produtividade realmente decole. A onda de desemprego não acontecerá após a “maturidade” da IA; ela ocorrerá justamente na fase de transição em que a IA passa de uma “ferramenta útil” para um “motor central de produção”.
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Para que a IA realize verdadeiramente um aumento de produtividade, é inevitável que ocorra um desemprego em grande escala.
Recentemente, o membro do conselho do Federal Reserve, Waller, revelou publicamente que muitos CEOs de grandes empresas nos Estados Unidos lhe confidenciaram que a inteligência artificial levará a uma grande quantidade de despedimentos.
Muitas pessoas não levam essa declaração a sério, pois é bastante evidente que o nível de desenvolvimento e os custos atuais da inteligência artificial ainda não atingiram um ponto em que substituam amplamente o trabalho humano.
No entanto, essa atitude de autossatisfação é fundamentalmente errada; a narrativa predominante atualmente sobre IA e emprego é a seguinte: a tecnologia de IA ainda não é suficientemente madura, e o aumento de produtividade é mínimo; só no futuro, quando a IA for forte o suficiente, ela começará a substituir o trabalho humano, o que poderá desencadear um desemprego em massa. Em outras palavras, a maioria das pessoas coloca o “desemprego em massa” no final da história — como resultado da maturidade da IA.
Porém, se analisarmos cuidadosamente a história econômica e os dados macroeconômicos atuais, perceberemos uma conclusão completamente oposta, mas mais lógica: o desemprego em massa não é resultado do aumento de produtividade da IA, mas sim uma condição prévia a ela.
As empresas precisam primeiro passar por uma profunda reestruturação organizacional — cortar cargos antigos, reformular processos existentes, redesenhar a produção em torno da IA — para que a produtividade realmente decole. A onda de desemprego não acontecerá após a “maturidade” da IA; ela ocorrerá justamente na fase de transição em que a IA passa de uma “ferramenta útil” para um “motor central de produção”.