Se o SBF tivesse sido POTUS até novembro de '22, provavelmente hoje não estaria a cumprir pena numa cela.
Não porque a inocência de repente apareça com o cargo, mas porque o poder reescreve as regras da responsabilização. Nesse nível, as consequências desaceleram, desfocam-se ou desaparecem por trás de doutrinas de imunidade, privilégio executivo, hesitação do Ministério Público e cálculos políticos de custo-benefício.
A lei não desaparece, mas a aplicação torna-se opcional. Quanto mais alto subir, menos o sistema pergunta o que fizeste, e mais pergunta quanto custaria tocar-te.
Essa é a verda
Ver original