Não gaste a sua vida em diferentes camadas emocionais
Num relacionamento íntimo, as pessoas na verdade dividem-se em duas espécies fundamentais completamente distintas:
Uma é o “polígamo” Outra é o “monogâmico”
A raiz do sofrimento de muitas pessoas é tentar usar o amor profundo de um monogâmico para domesticar os genes de um polígamo.
Aquele que nasce como “polígamo” tem uma confusão que é difícil de entender: quando ama você, isso não impede que ele ame sinceramente outras pessoas. Na sua perceção, isso não é traição, mas uma espécie de “honestidade aberta”.
Mesmo após estabelecer um relacionamento, ele ainda consegue manter interações com diferentes pessoas do sexo oposto, compartilhar o cotidiano, conversar frequentemente até tarde, contatos físicos ambíguos, e até viagens a dois. Essas ações que para a maioria seriam “transgressões”, para ele são apenas uma forma de aproveitar o momento, e ele não acha que haja algo inadequado nisso. Na sua visão de mundo, o parceiro nunca foi atribuído como “único”, e quando seus desejos pessoais entram em conflito com as necessidades do parceiro, ele prioriza instintivamente, para satisfazer a si mesmo acima de tudo.
Ao aprofundar na personalidade desse tipo de homem, você perceberá que sua autoconfiança é voltada para fora, buscando validação. Ele demonstra seu “poder” não através de conquistas, mas mostrando que consegue conquistar diferentes mulheres.
Na época de estudante, perseguir a “rainha da escola” talvez não seja por amor, mas pelo fato de “uma mulher tão bonita ter sido conquistada por mim”.
Ele acredita que o gosto de um homem é definido pelas mulheres ao seu redor, por isso precisa constantemente caçar e conquistar diferentes pessoas para reforçar sua autoimagem fraca.
Esse desejo de conquista geralmente tem origem na ausência de um ambiente familiar saudável — se tiver uma mãe excessivamente perfeita, ele passará a vida procurando por substitutos, formando uma “comunidade maternal” com diferentes mulheres; se seus cuidadores forem extremamente irresponsáveis, ele entrará numa obsessão diferente: ao não encontrar segurança nesse ambiente, buscará imediatamente o próximo, até mesmo mantendo vários relacionamentos ao mesmo tempo, para dividir o risco de ser abandonado a qualquer momento.
Já o “monogâmico”, vive como se estivesse construindo um ninho para o amor. Quando se compromete com alguém, deposita toda a dependência emocional na outra pessoa, como se fosse empilhar tijolos repetidamente.
Ele possui uma espécie de exclusividade fisiológica: mesmo brigando até perder a esperança, mesmo com tentações externas, ainda acha que “quanto mais alguém dá, menos vale do que a alegria que o amor lhe proporciona”.
Para ele, conhecer alguém de novo, quebrar o gelo, estabelecer uma conexão, é uma grande perda de energia. Prefere consertar uma relação quebrada do que vagar pelas ruínas do mundo exterior.
Porém, o lado extremo do monogâmico também existe. Alguns veem o parceiro como a única tábua de salvação, o que significa que você deve suportar todas as suas emoções — alegrias, tristezas, raivas. Essa sensação de sufocamento e de cobrança, gerada por uma dependência excessiva, pode evoluir para uma chantagem sacrificatória, fazendo você se sentir impotente para responder.
Esse esforço humilde, na essência, também é uma busca por validação do seu próprio valor através do seu reconhecimento.
Na verdade, entender a personalidade fundamental do outro não é para tentar mudar alguém, mas para que, ao ver a verdade, você possa realmente se libertar. Quando você deixa de tentar “converter” uma pessoa polígama, de construir castelos na areia, você realmente aprende a proteger sua energia.
Compreender as características do outro é para evitar armadilhas;
E entender verdadeiramente suas próprias necessidades é o que te permitirá saber qual alma pode abraçar o resto da sua vida.
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Não gaste a sua vida em diferentes camadas emocionais
Num relacionamento íntimo, as pessoas na verdade dividem-se em duas espécies fundamentais completamente distintas:
Uma é o “polígamo”
Outra é o “monogâmico”
A raiz do sofrimento de muitas pessoas é tentar usar o amor profundo de um monogâmico para domesticar os genes de um polígamo.
Aquele que nasce como “polígamo” tem uma confusão que é difícil de entender: quando ama você, isso não impede que ele ame sinceramente outras pessoas. Na sua perceção, isso não é traição, mas uma espécie de “honestidade aberta”.
Mesmo após estabelecer um relacionamento, ele ainda consegue manter interações com diferentes pessoas do sexo oposto, compartilhar o cotidiano, conversar frequentemente até tarde, contatos físicos ambíguos, e até viagens a dois. Essas ações que para a maioria seriam “transgressões”, para ele são apenas uma forma de aproveitar o momento, e ele não acha que haja algo inadequado nisso. Na sua visão de mundo, o parceiro nunca foi atribuído como “único”, e quando seus desejos pessoais entram em conflito com as necessidades do parceiro, ele prioriza instintivamente, para satisfazer a si mesmo acima de tudo.
Ao aprofundar na personalidade desse tipo de homem, você perceberá que sua autoconfiança é voltada para fora, buscando validação. Ele demonstra seu “poder” não através de conquistas, mas mostrando que consegue conquistar diferentes mulheres.
Na época de estudante, perseguir a “rainha da escola” talvez não seja por amor, mas pelo fato de “uma mulher tão bonita ter sido conquistada por mim”.
Ele acredita que o gosto de um homem é definido pelas mulheres ao seu redor, por isso precisa constantemente caçar e conquistar diferentes pessoas para reforçar sua autoimagem fraca.
Esse desejo de conquista geralmente tem origem na ausência de um ambiente familiar saudável — se tiver uma mãe excessivamente perfeita, ele passará a vida procurando por substitutos, formando uma “comunidade maternal” com diferentes mulheres; se seus cuidadores forem extremamente irresponsáveis, ele entrará numa obsessão diferente: ao não encontrar segurança nesse ambiente, buscará imediatamente o próximo, até mesmo mantendo vários relacionamentos ao mesmo tempo, para dividir o risco de ser abandonado a qualquer momento.
Já o “monogâmico”, vive como se estivesse construindo um ninho para o amor. Quando se compromete com alguém, deposita toda a dependência emocional na outra pessoa, como se fosse empilhar tijolos repetidamente.
Ele possui uma espécie de exclusividade fisiológica: mesmo brigando até perder a esperança, mesmo com tentações externas, ainda acha que “quanto mais alguém dá, menos vale do que a alegria que o amor lhe proporciona”.
Para ele, conhecer alguém de novo, quebrar o gelo, estabelecer uma conexão, é uma grande perda de energia. Prefere consertar uma relação quebrada do que vagar pelas ruínas do mundo exterior.
Porém, o lado extremo do monogâmico também existe. Alguns veem o parceiro como a única tábua de salvação, o que significa que você deve suportar todas as suas emoções — alegrias, tristezas, raivas. Essa sensação de sufocamento e de cobrança, gerada por uma dependência excessiva, pode evoluir para uma chantagem sacrificatória, fazendo você se sentir impotente para responder.
Esse esforço humilde, na essência, também é uma busca por validação do seu próprio valor através do seu reconhecimento.
Na verdade, entender a personalidade fundamental do outro não é para tentar mudar alguém, mas para que, ao ver a verdade, você possa realmente se libertar. Quando você deixa de tentar “converter” uma pessoa polígama, de construir castelos na areia, você realmente aprende a proteger sua energia.
Compreender as características do outro é para evitar armadilhas;
E entender verdadeiramente suas próprias necessidades é o que te permitirá saber qual alma pode abraçar o resto da sua vida.