No mundo do mercado, não há misericórdia, nem justiça. Só há tempestades, invernos rigorosos e sobreviventes. Sete anos atrás, ao pisar nesta terra, carregavas todas as fantasias de um novato— O ouro fluiria por si só para os corajosos, as oportunidades estavam por toda parte, basta ter coragem suficiente, a riqueza estaria ao alcance das mãos, esse foi o primeiro período. Tu não estás a negociar, estás a lançar dados com o destino. Com tudo em risco, a perseguir o aumento, ouvindo rumores e partindo para a batalha, ao vencer pensas que és o escolhido, ao perder acreditas que na próxima vez vais virar o jogo. O mercado permanece em silêncio. Nunca discute, apenas cobra o seu preço. O segundo período é o ano da ruptura. A tempestade chega. As perdas deixam de ser números, tornam-se peso. Começas a entender—não há milagres neste continente, apenas regras. As fantasias morrem, nasce o respeito. Muitas pessoas, neste ano, deixam o mercado. São enterradas entre touros e ursos, e ninguém mais fala delas. E tu, não partiste. O terceiro e quarto períodos são o ano do despertar. Começas a duvidar de tudo: as notícias não são confiáveis, as emoções são inimigas, a sorte não se repete. Começas a rever, a registrar, a refletir. Pela primeira vez perguntas a ti mesmo: qual é o campo de batalha que me convém? Naquele momento, percebes que um verdadeiro trader não é quem busca oportunidades, mas quem escolhe o campo de batalha. Muitos passam a vida sem chegar a esse ponto. O quinto período é o ano da mudança de direção. Deixas as terras caóticas, abandonas a luta de visão curta, e arrives numa nova terra—os mercados americanos. Aqui existem verdadeiros reinos: gigantes tecnológicos, ondas cíclicas, capital global. Deixaste de guerrear por aí, e começaste a construir a tua própria fortaleza. Desde aquele ano, deixaste de ser um especulador, e passaste a ser um construtor de sistemas. O sexto período é o ano da compreensão. A linguagem do mercado começa a ficar clara: Como os ciclos se sucedem, Como o capital circula, Como as emoções se extremam, Como o pânico e a ganância se repetem. As altas e baixas deixam de te abalar, as oscilações deixam de te assustar. Compreendes cerca de oitenta por cento das regras. Neste momento, já não és um participante comum. Tornaste-te um dos poucos que ainda estão vivos. Na história do mercado, quem chega ao sexto ano já é um sobrevivente. E agora, é o sétimo período. Não buscas cada oportunidade, apenas aguardas a verdadeira tempestade. Conheces o teu caminho: A onda da IA, os ativos centrais do mercado americano, o poder de amplificação das tendências. As negociações tornam-se menos frequentes, as decisões mais ponderadas. A verdadeira mudança é esta: No passado, querias vencer o mercado. Agora, apenas segues a tendência. No passado, procuravas oportunidades. Agora, aguardas o destino. Na história das sete reinos, dizem frequentemente: O inverno chegará. Mas, no mercado, uma frase mais verdadeira é: Quem sobrevive, vê a primavera. Sete anos passaram, e eu ainda estou no campo. Isso, por si só, já é uma vitória. E a verdadeira guerra só agora começa.
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【Sete anos passaram, e eu ainda estou no campo】
No mundo do mercado, não há misericórdia, nem justiça.
Só há tempestades, invernos rigorosos e sobreviventes.
Sete anos atrás, ao pisar nesta terra, carregavas todas as fantasias de um novato—
O ouro fluiria por si só para os corajosos, as oportunidades estavam por toda parte, basta ter coragem suficiente, a riqueza estaria ao alcance das mãos, esse foi o primeiro período.
Tu não estás a negociar, estás a lançar dados com o destino.
Com tudo em risco, a perseguir o aumento, ouvindo rumores e partindo para a batalha, ao vencer pensas que és o escolhido, ao perder acreditas que na próxima vez vais virar o jogo.
O mercado permanece em silêncio. Nunca discute, apenas cobra o seu preço.
O segundo período é o ano da ruptura.
A tempestade chega. As perdas deixam de ser números, tornam-se peso.
Começas a entender—não há milagres neste continente, apenas regras.
As fantasias morrem, nasce o respeito.
Muitas pessoas, neste ano, deixam o mercado.
São enterradas entre touros e ursos, e ninguém mais fala delas.
E tu, não partiste.
O terceiro e quarto períodos são o ano do despertar.
Começas a duvidar de tudo: as notícias não são confiáveis, as emoções são inimigas, a sorte não se repete. Começas a rever, a registrar, a refletir. Pela primeira vez perguntas a ti mesmo: qual é o campo de batalha que me convém?
Naquele momento, percebes que um verdadeiro trader não é quem busca oportunidades, mas quem escolhe o campo de batalha. Muitos passam a vida sem chegar a esse ponto.
O quinto período é o ano da mudança de direção.
Deixas as terras caóticas, abandonas a luta de visão curta, e arrives numa nova terra—os mercados americanos.
Aqui existem verdadeiros reinos: gigantes tecnológicos, ondas cíclicas, capital global.
Deixaste de guerrear por aí, e começaste a construir a tua própria fortaleza.
Desde aquele ano, deixaste de ser um especulador, e passaste a ser um construtor de sistemas.
O sexto período é o ano da compreensão.
A linguagem do mercado começa a ficar clara:
Como os ciclos se sucedem,
Como o capital circula,
Como as emoções se extremam,
Como o pânico e a ganância se repetem.
As altas e baixas deixam de te abalar, as oscilações deixam de te assustar. Compreendes cerca de oitenta por cento das regras.
Neste momento, já não és um participante comum. Tornaste-te um dos poucos que ainda estão vivos. Na história do mercado, quem chega ao sexto ano já é um sobrevivente.
E agora, é o sétimo período.
Não buscas cada oportunidade, apenas aguardas a verdadeira tempestade.
Conheces o teu caminho:
A onda da IA, os ativos centrais do mercado americano, o poder de amplificação das tendências.
As negociações tornam-se menos frequentes, as decisões mais ponderadas.
A verdadeira mudança é esta:
No passado, querias vencer o mercado.
Agora, apenas segues a tendência.
No passado, procuravas oportunidades.
Agora, aguardas o destino.
Na história das sete reinos, dizem frequentemente:
O inverno chegará.
Mas, no mercado, uma frase mais verdadeira é:
Quem sobrevive, vê a primavera.
Sete anos passaram, e eu ainda estou no campo.
Isso, por si só, já é uma vitória.
E a verdadeira guerra só agora começa.