O banco de Nova York expande suas operações de “ativos digitais” para os Emirados Árabes Unidos e oferece serviços de custódia de BTC e ETH

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紐約銀行數位託管服務

De acordo com o comunicado oficial divulgado pelo banco de Nova York (BNY) em 7 de maio, a maior instituição bancária global de custódia do mundo, que administra cerca de US$ 59 trilhões em ativos, anunciou uma parceria com os parceiros locais Finstreet e ADI Foundation para estabelecer uma infraestrutura de ativos digitais regulamentada no Mercado Global de Abu Dhabi (ADGM). A iniciativa terá, inicialmente, foco em serviços de custódia institucional para Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH).

Estrutura da parceria e arcabouço de regulação da ADGM

Segundo o comunicado oficial do BNY, a expansão da operação tem como foco geográfico principal o Mercado Global de Abu Dhabi (ADGM). O ADGM é a zona franca financeira de Abu Dhabi, e os dois parceiros locais do BNY são, respectivamente, Finstreet e ADI Foundation.

Hani Kablawi, vice-presidente executiva do BNY, afirmou em uma declaração oficial: “Os Emirados Árabes Unidos estão entrando em uma nova fase de desenvolvimento financeiro, caracterizada por um mercado mais profundo, tecnologia digital mais madura e conectividade global mais forte. Com as nossas capacidades e escala de classe mundial no mundo dos mercados de capitais, o banco de Nova York tem uma vantagem única para colaborar com os clientes, conectando o ecossistema financeiro tradicional e digital.”

Escopo inicial: custódia de BTC e ETH, com expansão para stablecoins e ativos tokenizados

De acordo com o comunicado oficial do BNY, o escopo inicial da operação nos Emirados Árabes Unidos inclui a custódia em nível institucional de Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH), com planos de expandir ainda mais para o segmento de stablecoins e ativos tokenizados.

Base institucional do BNY e avanços na política de finanças digitais nos Emirados Árabes Unidos

Conforme informações oficiais do BNY, o tamanho dos ativos sob custódia e gestão da instituição é de aproximadamente US$ 59 trilhões, o que a torna a maior instituição bancária de custódia do mundo, além de ser o primeiro banco global de importância sistêmica (G-SIB) dos EUA a lançar serviços de custódia de ativos digitais.

No lado dos Emirados Árabes Unidos, no mês passado a IHC (International Holding Company) divulgou planos para lançar uma stablecoin regulamentada apoiada por dirham (AED), com foco em usuários como governos e clientes institucionais. Tanto Abu Dhabi quanto Dubai, dois dos maiores centros financeiros do país, já estabeleceram arcabouços regulatórios para apoiar o desenvolvimento de ativos digitais, atraindo exchanges cripto, emissores de stablecoins e empresas de tokenização.

Perguntas frequentes

Quais são os parceiros do BNY para seu negócio de ativos digitais nos Emirados Árabes Unidos?

De acordo com o comunicado oficial do BNY divulgado em 7 de maio de 2026, os parceiros do BNY nos Emirados Árabes Unidos são Finstreet e ADI Foundation. As três partes, em conjunto, estabelecerão uma infraestrutura de ativos digitais regulamentada no Mercado Global de Abu Dhabi (ADGM).

Quais ativos digitais o BNY apoiará inicialmente na operação nos Emirados Árabes Unidos?

Segundo o comunicado oficial do BNY, os serviços iniciais se concentram na custódia institucional de Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH), com planos de expansão para stablecoins e ativos tokenizados.

Que posição especial o BNY ocupa no setor global de custódia de ativos digitais?

Conforme informações oficiais do BNY, a instituição administra cerca de US$ 59 trilhões em ativos. Trata-se do maior banco de custódia do mundo e também do primeiro banco global de importância sistêmica (G-SIB) dos EUA a lançar serviços de custódia de ativos digitais.

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