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Ouro, prata e petróleo bruto: últimas novidades: Prata atinge máxima histórica, preços do petróleo encontram direção na volatilidade
Recentemente, o mercado de commodities está a dar que falar! A tendência dos “três irmãos” — ouro, prata e petróleo bruto — tem-se vindo a diversificar; enquanto a prata dispara e bate recordes, o petróleo oscila entre altas e baixas, e o ouro ajusta-se lentamente às políticas do FED. Hoje, vamos falar de forma bem simples sobre as últimas novidades~
Vamos começar pela “estrela” mais brilhante: a prata! Nos últimos dias, o preço da prata parece estar com poderes especiais, com o preço à vista a atingir um máximo de US$ 60,79 por onça, e o preço futuro a subir até US$ 61,029, atingindo recordes consecutivos. Por que tão forte? Dois pontos principais: primeiro, todos apostam numa redução de juros pelo FED. Apesar de esta redução de 25 pontos base ter sido acompanhada por sinais “ hawkish” de Powell, o mercado ainda espera uma política monetária mais acomodatícia no próximo ano, e juros baixos favorecem a subida dos metais preciosos; segundo, o stock de prata à vista tem estado bastante apertado, com uma crise de oferta histórica no mercado de Londres em outubro, além de uma procura industrial contínua. Os EUA também incluíram a prata na lista de minerais estratégicos. Estes fatores positivos empurraram o preço para novos patamares.
Sobre o ouro, a situação parece mais estável, até com um ligeiro “pequeno dilema”. Na quarta-feira, o FED cortou juros em 25 pontos base — a terceira redução deste ano. Powell afirmou que as taxas já estão em uma zona neutra, e que no próximo ano poderá haver apenas mais uma redução. Muitos investidores ficaram preocupados com o eventual aumento do ritmo de cortes, vendo uma ligeira queda no preço do ouro, que fechou a US$ 4224,7 por onça, uma queda de 0,27%. Mas, não há motivo para pânico; o ouro continua a ser um ativo de refúgio seguro. Além disso, a expectativa de novas reduções de juros pelo FED permanece, e o mercado provavelmente continuará a oscilar em níveis elevados à espera de novos sinais de política e dados de inflação.
Por fim, vamos falar do enigma que é o petróleo bruto. Nos últimos dias, os preços caíram por duas sessões consecutivas devido ao excesso de oferta, com o WTI a atingir cerca de US$ 58 por barril, devido à procura fraca por derivados de petróleo e ao aumento da produção de petróleo dos EUA, que atingiu uma média diária de 13,61 milhões de barris, causando receio de excesso de oferta. Mas na quarta-feira, houve uma inversão: após a redução de juros do FED, o mercado espera que a recuperação da economia real impulsione a procura por petróleo. Além disso, os estoques comerciais de petróleo dos EUA diminuíram 1,812 milhões de barris em relação à semana anterior, embora a redução não tenha atingido as expectativas, ajudando a sustentar os preços. O WTI e o Brent fecharam a subir, com US$ 58,46 e US$ 62,21 por barril, respetivamente. No entanto, a longo prazo, a pressão no mercado de petróleo ainda persiste. As políticas de cortes da OPEP+ têm cada vez menos efeito, a produção de xisto nos EUA continua a aumentar, e a previsão é que, em 2024, o excesso global de petróleo possa atingir 4,09 milhões de barris por dia. Para uma subida sustentada dos preços, será preciso uma melhoria substancial na relação entre oferta e procura.
No geral, o mercado de commodities continua a ser fortemente influenciado pelas políticas do FED e pelos fundamentos de oferta e procura. A maioria dos analistas prevê que, até 2026, os metais preciosos deverão continuar a sua tendência de alta, enquanto o petróleo só poderá definir a sua direção com mais condições de mercado. Seja para investir ou para acompanhar as notícias, o foco deve estar nos relatórios da Agência Internacional de Energia e da OPEP, nos dados económicos dos EUA, e nas próximas declarações do FED. Essas informações podem ser os “gatilhos” para as mudanças do mercado. Qual a categoria de ativos que vocês acham que vai ter maior tendência?