Fonte: CritpoTendencia
Título Original: 5,6% das transferências no Peru já passam pela Lemon
Link Original:
O Peru está a atravessar uma transformação financeira que poucos percebem, mas que já aparece nos dados: das mais de 55 milhões de operações imediatas processadas a cada mês no país, uma de cada 18 envolve a Lemon.
A carteira crypto, pouco mais de um ano após a sua chegada, concentra mais de 5,6% de todas as transferências interoperáveis do sistema peruano, segundo dados da Câmara de Compensação Electrónica (CCE).
Não é uma cifra isolada. É o sinal de que o país está a entrar numa nova infraestrutura financeira, uma em que bancos, carteiras e cripto funcionam como um único ecossistema.
A interoperabilidade mudou para sempre a forma como os peruanos movimentam o seu dinheiro. Hoje não existem barreiras entre bancos, carteiras ou cripto: tudo está conectado na Lemon
A frase resume um fenómeno mais profundo: milhões de utilizadores já interagem com finanças tradicionais e digitais sem distinguir entre ambas.
Interoperabilidade: a política pública que redesenhou o mercado
Quando o Banco Central de Reserva do Peru (BCRP) e a CCE impulsionaram a interoperabilidade em 2024, o objetivo era modernizar pagamentos. No entanto, o resultado foi muito maior: um sistema aberto onde fintechs locais e estrangeiras podem competir em igualdade.
Os números confirmam:
Mais de 340 fintechs ativas no país (+20% vs 2023).
45% delas são estrangeiras.
2,2 milhões de downloads de apps cripto apenas na primeira metade de 2025 (+15% vs todo 2024).
Nesse cenário, a Lemon posicionou-se como um dos principais atores: 1,4 milhões de downloads, 900.000 utilizadores registados e 45% dos utilizadores cripto ativos semanalmente, segundo dados de mercado. O seu crescimento não se explica apenas pela marca, mas pelo produto.
Pagamentos digitais e Bitcoin: o motor do uso
O coração do avanço da Lemon está nos pagamentos quotidianos. Durante 2025, o uso de QR interoperável e o cartão VISA Lemon cresceu uma média de 51% mensalmente. Embora o QR domine em quantidade de operações, o cartão concentra 75% do volume, impulsionado por compras de maior valor.
A peça diferencial é a sua proposta de cashback: cada pagamento devolve Bitcoin. Este modelo não só incentiva o uso, mas também introduz educação financeira sem fricção. Até hoje, a Lemon já distribuiu $25 milhões em BTC entre utilizadores em toda a região.
Peru, um novo hub cripto na região
Em menos de dois anos, o Peru passou de um mercado emergente a um dos seis maiores mercados cripto da América Latina e já aparece no top 10 global, segundo relatórios recentes da indústria.
Nesse contexto, a Lemon opera como uma ponte: permite enviar soles, comprar Bitcoin ou dólares digitais e pagar em estabelecimentos comerciais a partir de uma única aplicação. E, ao concentrar já mais de 5,6% das transferências interoperáveis do país, torna-se uma peça-chave neste ecossistema financeiro híbrido que avança a toda velocidade.
O Peru não está a preparar-se para uma mudança. O Peru já mudou: o dinheiro agora flui por uma nova via.
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Lemon concentra 5.6% das transferências no Peru: como uma carteira cripto está a redesenhar o ecossistema financeiro
Fonte: CritpoTendencia Título Original: 5,6% das transferências no Peru já passam pela Lemon Link Original: O Peru está a atravessar uma transformação financeira que poucos percebem, mas que já aparece nos dados: das mais de 55 milhões de operações imediatas processadas a cada mês no país, uma de cada 18 envolve a Lemon.
A carteira crypto, pouco mais de um ano após a sua chegada, concentra mais de 5,6% de todas as transferências interoperáveis do sistema peruano, segundo dados da Câmara de Compensação Electrónica (CCE).
Não é uma cifra isolada. É o sinal de que o país está a entrar numa nova infraestrutura financeira, uma em que bancos, carteiras e cripto funcionam como um único ecossistema.
A frase resume um fenómeno mais profundo: milhões de utilizadores já interagem com finanças tradicionais e digitais sem distinguir entre ambas.
Interoperabilidade: a política pública que redesenhou o mercado
Quando o Banco Central de Reserva do Peru (BCRP) e a CCE impulsionaram a interoperabilidade em 2024, o objetivo era modernizar pagamentos. No entanto, o resultado foi muito maior: um sistema aberto onde fintechs locais e estrangeiras podem competir em igualdade.
Os números confirmam:
Nesse cenário, a Lemon posicionou-se como um dos principais atores: 1,4 milhões de downloads, 900.000 utilizadores registados e 45% dos utilizadores cripto ativos semanalmente, segundo dados de mercado. O seu crescimento não se explica apenas pela marca, mas pelo produto.
Pagamentos digitais e Bitcoin: o motor do uso
O coração do avanço da Lemon está nos pagamentos quotidianos. Durante 2025, o uso de QR interoperável e o cartão VISA Lemon cresceu uma média de 51% mensalmente. Embora o QR domine em quantidade de operações, o cartão concentra 75% do volume, impulsionado por compras de maior valor.
A peça diferencial é a sua proposta de cashback: cada pagamento devolve Bitcoin. Este modelo não só incentiva o uso, mas também introduz educação financeira sem fricção. Até hoje, a Lemon já distribuiu $25 milhões em BTC entre utilizadores em toda a região.
Peru, um novo hub cripto na região
Em menos de dois anos, o Peru passou de um mercado emergente a um dos seis maiores mercados cripto da América Latina e já aparece no top 10 global, segundo relatórios recentes da indústria.
Nesse contexto, a Lemon opera como uma ponte: permite enviar soles, comprar Bitcoin ou dólares digitais e pagar em estabelecimentos comerciais a partir de uma única aplicação. E, ao concentrar já mais de 5,6% das transferências interoperáveis do país, torna-se uma peça-chave neste ecossistema financeiro híbrido que avança a toda velocidade.
O Peru não está a preparar-se para uma mudança. O Peru já mudou: o dinheiro agora flui por uma nova via.