A última vaga de Sam Bankman-Fried no Twitter provocou uma resposta rápida e direta da nova liderança da FTX. Em 16 de novembro, a conta oficial da bolsa falida divulgou uma declaração do recém-nomeado CEO John J. Ray III deixando claro que o ex-fundador não tem autoridade para falar em nome da empresa ou de suas subsidiárias.
O timing não poderia ser mais revelador. Apenas dois dias antes, Bankman-Fried tinha iniciado um maratona incomum de 40 horas no Twitter que acabou formando a frase “What HAPPENED” através de uma sequência de nove tweets. No seu fio, ele afirmou estar em negociações com reguladores e querer “corrigir as coisas com os clientes”. A situação escalou ainda mais quando começou a discutir publicamente a posição financeira da FTX, afirmando que a exchange estava alavancada em cerca de $13 bilhões—significativamente mais do que os $5 bilhões que tinha citado anteriormente.
O Contexto: Como a FTX Colapsou
A implosão da bolsa de criptomoedas ocorreu com uma velocidade impressionante no início de novembro. Uma cascata de revelações e erros estratégicos culminou na apresentação de FTX e aproximadamente 130 de suas subsidiárias globais ao Capítulo 11 da falência em 11 de novembro. Nesse mesmo dia, John J. Ray III assumiu o cargo de CEO e diretor de reestruturação, encarregado de salvar o que restar.
A nomeação de Ray indica uma situação séria. Seu histórico inclui supervisionar a falência da Enron, o conglomerado de energia que uma vez possuía US$ 63,4 bilhões em ativos e tinha o destaque de ser a maior falência corporativa da história dos EUA na época. Sua missão na FTX é igualmente enorme—restaurar a credibilidade e tentar recuperar fundos para os clientes e credores afetados.
O Significado da Declaração
Ao divulgar uma declaração formal esclarecendo que Bankman-Fried não ocupa nenhuma posição e não fala em nome de ninguém na FTX, Alameda Research ou FTX US, Ray está traçando uma linha clara. É uma medida necessária para impedir que a liderança anterior continue a moldar a narrativa sobre o que deu errado—e potencialmente complicar o processo de recuperação que está por vir.
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John J. Ray III Encerram Declarações Públicas de SBF com Declaração Oficial
A última vaga de Sam Bankman-Fried no Twitter provocou uma resposta rápida e direta da nova liderança da FTX. Em 16 de novembro, a conta oficial da bolsa falida divulgou uma declaração do recém-nomeado CEO John J. Ray III deixando claro que o ex-fundador não tem autoridade para falar em nome da empresa ou de suas subsidiárias.
O timing não poderia ser mais revelador. Apenas dois dias antes, Bankman-Fried tinha iniciado um maratona incomum de 40 horas no Twitter que acabou formando a frase “What HAPPENED” através de uma sequência de nove tweets. No seu fio, ele afirmou estar em negociações com reguladores e querer “corrigir as coisas com os clientes”. A situação escalou ainda mais quando começou a discutir publicamente a posição financeira da FTX, afirmando que a exchange estava alavancada em cerca de $13 bilhões—significativamente mais do que os $5 bilhões que tinha citado anteriormente.
O Contexto: Como a FTX Colapsou
A implosão da bolsa de criptomoedas ocorreu com uma velocidade impressionante no início de novembro. Uma cascata de revelações e erros estratégicos culminou na apresentação de FTX e aproximadamente 130 de suas subsidiárias globais ao Capítulo 11 da falência em 11 de novembro. Nesse mesmo dia, John J. Ray III assumiu o cargo de CEO e diretor de reestruturação, encarregado de salvar o que restar.
A nomeação de Ray indica uma situação séria. Seu histórico inclui supervisionar a falência da Enron, o conglomerado de energia que uma vez possuía US$ 63,4 bilhões em ativos e tinha o destaque de ser a maior falência corporativa da história dos EUA na época. Sua missão na FTX é igualmente enorme—restaurar a credibilidade e tentar recuperar fundos para os clientes e credores afetados.
O Significado da Declaração
Ao divulgar uma declaração formal esclarecendo que Bankman-Fried não ocupa nenhuma posição e não fala em nome de ninguém na FTX, Alameda Research ou FTX US, Ray está traçando uma linha clara. É uma medida necessária para impedir que a liderança anterior continue a moldar a narrativa sobre o que deu errado—e potencialmente complicar o processo de recuperação que está por vir.