As conceções tradicionais de economia de tokens frequentemente caem no mesmo dilema: uma grande quantidade de tokens é direcionada para insiders e participantes iniciais, acabando por ser direcionada aos utilizadores comuns, o que dificulta a sustentabilidade do projeto. Alguns projetos estão a tentar uma abordagem inversa. Tomemos o exemplo do Solstice, cuja distribuição de tokens é claramente diferente — 60% do $SLX é diretamente direcionado para utilizadores e participantes do ecossistema. Especificamente, 50% destina-se a programas de incentivo do ecossistema, incluindo orientação de liquidez, integração de protocolos, projetos de crescimento de TVL, etc., com foco em atrair uso real em vez de especulação. Os restantes 10% têm outros propósitos. Esta lógica de design é bastante clara: fazer com que os utilizadores sejam os principais beneficiários, e não o contrário.
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As conceções tradicionais de economia de tokens frequentemente caem no mesmo dilema: uma grande quantidade de tokens é direcionada para insiders e participantes iniciais, acabando por ser direcionada aos utilizadores comuns, o que dificulta a sustentabilidade do projeto. Alguns projetos estão a tentar uma abordagem inversa. Tomemos o exemplo do Solstice, cuja distribuição de tokens é claramente diferente — 60% do $SLX é diretamente direcionado para utilizadores e participantes do ecossistema. Especificamente, 50% destina-se a programas de incentivo do ecossistema, incluindo orientação de liquidez, integração de protocolos, projetos de crescimento de TVL, etc., com foco em atrair uso real em vez de especulação. Os restantes 10% têm outros propósitos. Esta lógica de design é bastante clara: fazer com que os utilizadores sejam os principais beneficiários, e não o contrário.