Uma análise recente de pesquisa do JPMorgan Chase sugere que o Bitcoin pode estar significativamente subavaliado em relação ao seu perfil de risco real quando comparado com metais preciosos. A nota de pesquisa de 28 de agosto apresenta uma estrutura de reavaliação convincente centrada na normalização da volatilidade entre classes de ativos.
A História da Volatilidade: De Extremos ao Equilíbrio
A trajetória de volatilidade do Bitcoin passou por uma transformação dramática. A volatilidade de seis meses do criptomoeda encolheu drasticamente para 30% de aproximadamente 60% no início de 2025. Essa compressão marca uma mudança estrutural no comportamento de mercado do ativo, reduzindo a diferença de volatilidade histórica com o ouro a níveis sem precedentes. Anteriormente, o Bitcoin negociava com aproximadamente 6-7x a volatilidade do ouro; hoje, essa diferença foi comprimida para meramente 2x—uma proximidade recorde que redefine fundamentalmente as métricas de comparação ajustadas ao risco.
Essa normalização da volatilidade traz implicações profundas para os modelos de avaliação de ativos. À medida que o Bitcoin transita de ser o instrumento mais volátil das criptomoedas para uma posição mais próxima de estabilidade, os frameworks tradicionais de finanças começam a aplicar-se com maior validade.
Implicações de Avaliação: O Caso de Valor Justo de US$126.000
Os modelos proprietários do JPMorgan, recalibrados com os novos parâmetros de volatilidade, projetam o valor justo do Bitcoin em aproximadamente US$126.000 até o final de 2025. Considerando o preço atual de negociação do Bitcoin próximo de US$88.380, essa projeção implica um potencial de valorização significativo de cerca de 43% em relação aos níveis atuais de mercado—um cenário de apreciação substancial, porém moderada.
A estrutura de avaliação do banco trata o Bitcoin e o ouro como ativos de risco comparáveis uma vez que a volatilidade seja ponderada adequadamente. Quando a diferença de risco se estreita dessa forma, o desconto tradicional de “prêmio de volatilidade” aplicado ao Bitcoin perde sua justificativa histórica.
O Contexto: Reconsideração do Ativo de Prêmio
Essa reavaliação otimista surge apesar do ceticismo institucional bem documentado por parte da liderança do JPMorgan, especialmente a postura historicamente cautelosa do CEO Jamie Dimon em relação aos ativos digitais. A nota de pesquisa representa uma recalibração institucional, e não uma reversão de sentimento—dados de mercado e modelos matemáticos prevalecem sobre o viés organizacional.
A convergência do perfil de volatilidade do Bitcoin com as métricas de estabilidade do ouro sugere que o mercado pode estar subavaliando a evolução da criptomoeda para uma classe de ativos mais previsível e amigável às instituições.
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A compressão da volatilidade do Bitcoin indica potencial de valorização em relação aos ativos tradicionais
Uma análise recente de pesquisa do JPMorgan Chase sugere que o Bitcoin pode estar significativamente subavaliado em relação ao seu perfil de risco real quando comparado com metais preciosos. A nota de pesquisa de 28 de agosto apresenta uma estrutura de reavaliação convincente centrada na normalização da volatilidade entre classes de ativos.
A História da Volatilidade: De Extremos ao Equilíbrio
A trajetória de volatilidade do Bitcoin passou por uma transformação dramática. A volatilidade de seis meses do criptomoeda encolheu drasticamente para 30% de aproximadamente 60% no início de 2025. Essa compressão marca uma mudança estrutural no comportamento de mercado do ativo, reduzindo a diferença de volatilidade histórica com o ouro a níveis sem precedentes. Anteriormente, o Bitcoin negociava com aproximadamente 6-7x a volatilidade do ouro; hoje, essa diferença foi comprimida para meramente 2x—uma proximidade recorde que redefine fundamentalmente as métricas de comparação ajustadas ao risco.
Essa normalização da volatilidade traz implicações profundas para os modelos de avaliação de ativos. À medida que o Bitcoin transita de ser o instrumento mais volátil das criptomoedas para uma posição mais próxima de estabilidade, os frameworks tradicionais de finanças começam a aplicar-se com maior validade.
Implicações de Avaliação: O Caso de Valor Justo de US$126.000
Os modelos proprietários do JPMorgan, recalibrados com os novos parâmetros de volatilidade, projetam o valor justo do Bitcoin em aproximadamente US$126.000 até o final de 2025. Considerando o preço atual de negociação do Bitcoin próximo de US$88.380, essa projeção implica um potencial de valorização significativo de cerca de 43% em relação aos níveis atuais de mercado—um cenário de apreciação substancial, porém moderada.
A estrutura de avaliação do banco trata o Bitcoin e o ouro como ativos de risco comparáveis uma vez que a volatilidade seja ponderada adequadamente. Quando a diferença de risco se estreita dessa forma, o desconto tradicional de “prêmio de volatilidade” aplicado ao Bitcoin perde sua justificativa histórica.
O Contexto: Reconsideração do Ativo de Prêmio
Essa reavaliação otimista surge apesar do ceticismo institucional bem documentado por parte da liderança do JPMorgan, especialmente a postura historicamente cautelosa do CEO Jamie Dimon em relação aos ativos digitais. A nota de pesquisa representa uma recalibração institucional, e não uma reversão de sentimento—dados de mercado e modelos matemáticos prevalecem sobre o viés organizacional.
A convergência do perfil de volatilidade do Bitcoin com as métricas de estabilidade do ouro sugere que o mercado pode estar subavaliando a evolução da criptomoeda para uma classe de ativos mais previsível e amigável às instituições.