Corrida das Stablecoins na Ásia: o Japão inaugura com ativo atrelado ao iene enquanto o impulso regional cresce

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O panorama competitivo das moedas digitais regionais está a mudar rapidamente em toda a Ásia. A Agência de Serviços Financeiros do Japão (FSA) está a avançar para autorizar uma stablecoin atrelada ao iene da JPYC, posicionando a nação ao lado de Hong Kong, Coreia do Sul e China numa estratégia de desenvolvimento de alternativas ao dólar.

A Iniciativa Atrelada ao Iene Começa a Ganhar Forma

A fintech japonesa JPYC está prestes a tornar-se na primeira entidade a emitir uma stablecoin oficial atrelada ao iene sob aprovação da FSA, marcando um momento decisivo para a adoção de ativos digitais no país. O token, designado como JPYC, manterá o seu valor através de garantias por ativos líquidos, incluindo depósitos bancários e títulos do governo japonês. Utilizadores e instituições podem adquirir a stablecoin usando ienes japoneses através de carteiras digitais, estabelecendo um ponto de entrada simples para uma adoção mais ampla.

O quadro regulatório que possibilita esta iniciativa surgiu de ajustes anteriores na política da FSA, que reclassificaram as stablecoins como “ativos denominados em moeda” em vez de criptomoedas. Esta distinção permite que entidades autorizadas emitam estes instrumentos sem o rótulo de criptomoeda, abordando preocupações que anteriormente dificultavam o ecossistema de stablecoins no Japão.

Para Além de Transações Domésticas: Aplicações no Mundo Real

Para além de remessas básicas e liquidações corporativas, a stablecoin atrelada ao iene foi concebida para integração em plataformas de finanças descentralizadas. As aplicações blockchain podem incorporar o ativo para protocolos de empréstimo, trocas descentralizadas e soluções de gestão de tesouraria. A JPYC deve primeiro registar-se como uma empresa licenciada de transferências de dinheiro antes de avançar com a emissão.

O Ecossistema de Stablecoins na Ásia em Expansão

A iniciativa do Japão reflete uma estratégia continental em formação. Hong Kong estabeleceu orientações formais de emissão com um quadro rigoroso de aprovação para operadores potenciais. A Coreia do Sul viu a Intech introduzir a sua primeira stablecoin atrelada ao won numa prova controlada em agosto, após sinais de interesse institucional. A China, mantendo uma postura regulatória cautelosa, está a avaliar modelos de implementação para opções denominadas em yuan.

Este ritmo acelerado regional deve-se parcialmente aos recentes desenvolvimentos legislativos nos EUA sobre stablecoins, que reforçaram a posição regulatória desta classe de ativos a nível global. Os países asiáticos estão a priorizar o atrelamento à moeda local para reduzir a exposição a ativos dominados pelo dollar e estabelecer soberania financeira regional nos mercados digitais.

Escala e Domínio do Mercado

O mercado global de stablecoins atingiu agora uma capitalização de $259,81 mil milhões, com ativos atrelados ao dólar a comandar a maioria. O USDT da Tether e o USDC da Circle representam os principais instrumentos, sublinhando o panorama atual centrado no dólar que a Ásia procura equilibrar através de alternativas em moeda local.

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