Para ser sincero, a questão de saber se o pagamento por meio de um agente pode ser realizado nunca foi um problema técnico. O verdadeiro obstáculo está aqui — como é que uma pessoa comum pode confiar em entregar seu dinheiro a um programa para gastar. A insegurança intrínseca, "o dinheiro deve estar nas minhas mãos", é o maior entrave. Portanto, o verdadeiro desafio para o produto não é fazer com que os usuários entendam essa lógica, mas sim se, no momento crítico, eles se atreverão a agir. Como fazer com que as pessoas se sintam seguras? Não é com um longo documento explicativo, mas sim projetando cada passo da operação de forma que essa ansiedade seja desmantelada, transformando-a em alguns pequenos movimentos que possam ser observados, revertidos e previstos.
O primeiro ponto é na verdade muito claro: nunca pergunte aos usuários sobre "custódia total" logo de início. Na primeira vez, deve ser "autorização condicional", e essa condição deve ser visível e tangível. Não escreva na interface algo como "autorização para gerenciar fundos", use uma expressão diferente — é como dar um dinheiro de bolso a um funcionário: quanto está num envelope, o que pode ser feito com isso e qual é o prazo de validade. Por exemplo, quando um usuário cria uma nova carteira de agente, não se apresse em perguntar "quer ativar o pagamento automático", primeiro deve deixá-lo escolher uma transação real: por exemplo, assinar um serviço de dados, recarregar uma conta de publicidade, ou reservar uma viagem de negócios. Porque uma autorização vaga é a que mais assusta, enquanto uma necessidade específica faz a pessoa se sentir mais confortável. Se o usuário consegue visualizar os limites e usos desse dinheiro, o medo diminui.
A primeira etapa da interação da interface é concretizar o que "os agentes podem fazer" em três módulos operacionais: quanto se pode gastar no máximo, onde se pode gastar e por quanto tempo esta autorização é válida. A parte do montante não deve ser apenas uma caixa de entrada; é melhor torná-la uma barra de limite visual, com um valor inicial definido de forma conservadora. Quando o usuário arrasta para cima, deve haver uma percepção clara - quanto mais se gasta, mais proeminente é o aviso de risco.
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governance_lurker
· 2025-12-25 12:14
O pensamento de produto é muito prático
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GateUser-74b10196
· 2025-12-25 08:28
Reconhecer e abordar os pontos sensíveis
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MissedAirdropAgain
· 2025-12-24 10:07
A confiança é difícil de estabelecer.
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GasFeeDodger
· 2025-12-23 15:29
Entender o conceito de design à primeira vista
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SelfRugger
· 2025-12-22 12:54
É precisamente isso que se chama autorização progressiva.
Para ser sincero, a questão de saber se o pagamento por meio de um agente pode ser realizado nunca foi um problema técnico. O verdadeiro obstáculo está aqui — como é que uma pessoa comum pode confiar em entregar seu dinheiro a um programa para gastar. A insegurança intrínseca, "o dinheiro deve estar nas minhas mãos", é o maior entrave. Portanto, o verdadeiro desafio para o produto não é fazer com que os usuários entendam essa lógica, mas sim se, no momento crítico, eles se atreverão a agir. Como fazer com que as pessoas se sintam seguras? Não é com um longo documento explicativo, mas sim projetando cada passo da operação de forma que essa ansiedade seja desmantelada, transformando-a em alguns pequenos movimentos que possam ser observados, revertidos e previstos.
O primeiro ponto é na verdade muito claro: nunca pergunte aos usuários sobre "custódia total" logo de início. Na primeira vez, deve ser "autorização condicional", e essa condição deve ser visível e tangível. Não escreva na interface algo como "autorização para gerenciar fundos", use uma expressão diferente — é como dar um dinheiro de bolso a um funcionário: quanto está num envelope, o que pode ser feito com isso e qual é o prazo de validade. Por exemplo, quando um usuário cria uma nova carteira de agente, não se apresse em perguntar "quer ativar o pagamento automático", primeiro deve deixá-lo escolher uma transação real: por exemplo, assinar um serviço de dados, recarregar uma conta de publicidade, ou reservar uma viagem de negócios. Porque uma autorização vaga é a que mais assusta, enquanto uma necessidade específica faz a pessoa se sentir mais confortável. Se o usuário consegue visualizar os limites e usos desse dinheiro, o medo diminui.
A primeira etapa da interação da interface é concretizar o que "os agentes podem fazer" em três módulos operacionais: quanto se pode gastar no máximo, onde se pode gastar e por quanto tempo esta autorização é válida. A parte do montante não deve ser apenas uma caixa de entrada; é melhor torná-la uma barra de limite visual, com um valor inicial definido de forma conservadora. Quando o usuário arrasta para cima, deve haver uma percepção clara - quanto mais se gasta, mais proeminente é o aviso de risco.