Para falar sobre o tema mais quente do mundo das criptomoedas recentemente, não há como escapar da "escassez". Uma frase tocou na essência — o Bitcoin tem um limite fixo de 21 milhões de unidades, enquanto as moedas fiduciárias continuam sendo impressas sem parar, como uma máquina de dinheiro.
Primeiro, olhemos para o lado do Bitcoin. O código base já estabeleceu de forma definitiva as regras de oferta, com um limite fixo e sem possibilidade de emissão adicional. Essa escassez de nível matemático é realmente forte. Transparente, imutável, com o ritmo de emissão totalmente seguindo um roteiro predefinido, sem qualquer órgão que possa alterá-lo. Em resumo, substituímos a dependência de confiança centralizada por criptografia e mecanismos de consenso.
Agora, vejamos o sistema de moeda fiduciária. Economia em desaceleração, dívida acumulada, liquidez apertada, o que fazer? Simples, é só ligar a impressora de dinheiro. A curto prazo, isso realmente alivia a pressão, mas e a longo prazo? O poder de compra continua sendo diluído, os preços sobem de forma contínua, e o dinheiro em mãos vai se desvalorizando sem que percebamos. A poupança das pessoas está sendo silenciosamente corroída.
A lógica por trás dessa comparação é bastante direta: de um lado, um mundo matemático de regras fixas e escassez constante; do outro, um sistema tradicional de controle humano e emissão flexível. Com a dívida global em constante crescimento e as políticas monetárias mudando frequentemente, cada vez mais investidores veem o Bitcoin como uma proteção contra riscos financeiros tradicionais. Ele está se tornando aquele "ouro digital" que não depende de qualquer instituição para respaldo, sustentado por sua escassez e valor de consenso.
No final das contas, trata-se de um choque entre duas filosofias monetárias. Uma acredita no poder das regras, a outra na flexibilidade das políticas. A resposta para o futuro talvez vá se revelando lentamente nesse diálogo contínuo.
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metaverse_hermit
· 01-08 00:04
Resumindo, é a desvalorização da moeda fiduciária, o BTC mantém firme os 21 milhões, a matemática nunca mente.
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Ser_APY_2000
· 01-07 23:18
Meu Deus, a máquina de imprimir moeda fiduciária não consegue parar ninguém, ainda bem que comprei um pouco de BTC na baixa
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GateUser-40edb63b
· 01-07 16:32
A impressão de dinheiro faz a moeda desvalorizar-se assim que começa, esta onda realmente não pode ser refutada
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hodl_therapist
· 01-05 02:57
Não há dúvida, quando a máquina de imprimir dinheiro começa, ela nunca para, e é aí que nossos carteiras realmente encolhem.
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OnlyUpOnly
· 01-05 02:57
Quando a máquina de imprimir dinheiro começa, nunca para. Aqui no Bitcoin, a oferta é realmente rígida e inabalável, é realmente forte.
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MoonMathMagic
· 01-05 02:38
Resumindo, é a mesma teoria antiga, mas desta vez parece que realmente ficou claro.
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BearMarketMonk
· 01-05 02:38
Não há problema nenhum, quando a máquina de imprimir dinheiro começa, é para sempre que há uma quantidade excessiva de pessoas inúteis
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FreeMinter
· 01-05 02:38
A máquina de imprimir dinheiro nunca para, esta é a maior ameaça
Para falar sobre o tema mais quente do mundo das criptomoedas recentemente, não há como escapar da "escassez". Uma frase tocou na essência — o Bitcoin tem um limite fixo de 21 milhões de unidades, enquanto as moedas fiduciárias continuam sendo impressas sem parar, como uma máquina de dinheiro.
Primeiro, olhemos para o lado do Bitcoin. O código base já estabeleceu de forma definitiva as regras de oferta, com um limite fixo e sem possibilidade de emissão adicional. Essa escassez de nível matemático é realmente forte. Transparente, imutável, com o ritmo de emissão totalmente seguindo um roteiro predefinido, sem qualquer órgão que possa alterá-lo. Em resumo, substituímos a dependência de confiança centralizada por criptografia e mecanismos de consenso.
Agora, vejamos o sistema de moeda fiduciária. Economia em desaceleração, dívida acumulada, liquidez apertada, o que fazer? Simples, é só ligar a impressora de dinheiro. A curto prazo, isso realmente alivia a pressão, mas e a longo prazo? O poder de compra continua sendo diluído, os preços sobem de forma contínua, e o dinheiro em mãos vai se desvalorizando sem que percebamos. A poupança das pessoas está sendo silenciosamente corroída.
A lógica por trás dessa comparação é bastante direta: de um lado, um mundo matemático de regras fixas e escassez constante; do outro, um sistema tradicional de controle humano e emissão flexível. Com a dívida global em constante crescimento e as políticas monetárias mudando frequentemente, cada vez mais investidores veem o Bitcoin como uma proteção contra riscos financeiros tradicionais. Ele está se tornando aquele "ouro digital" que não depende de qualquer instituição para respaldo, sustentado por sua escassez e valor de consenso.
No final das contas, trata-se de um choque entre duas filosofias monetárias. Uma acredita no poder das regras, a outra na flexibilidade das políticas. A resposta para o futuro talvez vá se revelando lentamente nesse diálogo contínuo.