Segredos para lucros em negociação de ondas: Domine as cinco principais estratégias de operação

Como uma forma de investimento que fica entre a compra de ações para o longo prazo e o day trading, a negociação de ondas (swing trading) está a ganhar cada vez mais popularidade entre os investidores. Diferente do investimento em valor que pode levar anos, a negociação de ondas busca lucros através de capturar oscilações de mercado de médio prazo, geralmente entre algumas semanas e vários meses, oferecendo alta flexibilidade. Muitas pessoas acreditam que manter ações é a melhor forma de ganhar dinheiro, mas na prática, se dominar as técnicas corretas de negociação de ondas, obter um lucro estável de cerca de 50% já é considerado um resultado bastante bem-sucedido.

Quatro passos essenciais na negociação de ondas

Primeiro passo: compreender as tendências de mercado e os fundamentos

A base da negociação de ondas é reconhecer “eventos de longo prazo que fermentam”. Esses eventos podem incluir mudanças na estrutura da indústria, mudanças na política monetária ou variações no ciclo econômico. Como esses eventos não se resolvem em curto prazo, os investidores não precisam competir por segundos como no day trading, nem esperar anos como no investimento tradicional. Acompanhar notícias, dados econômicos e ajustes de políticas diariamente permite identificar pontos de entrada na negociação de ondas.

Segundo passo: selecionar os ativos de negociação adequados

Nem todos os ativos são adequados para negociação de ondas. Os melhores ativos devem apresentar as seguintes características: tendência relativamente estável, direção clara, volume de negociação suficiente e tendência bem definida. Em comparação, a negociação de ondas é mais adequada para índices de mercado, índices setoriais, taxas de câmbio ou commodities como ouro, do que para ações individuais que podem ser facilmente impactadas por fatores isolados.

Para negociar ações individuais, é preferível escolher ações de grande capitalização, como Apple (AAPL), Microsoft (MSFT), TSMC, etc. Essas empresas líderes geralmente representam a direção do setor, possuem maior resistência a riscos e são mais indicadas para estratégias de médio prazo.

Terceiro passo: usar análise técnica para determinar os momentos de compra e venda

Na negociação de ondas, a análise fundamental fornece a base, enquanto a análise técnica é a chave para o sucesso. Ferramentas comuns incluem MACD, indicadores KD e Bandas de Bollinger, usadas para identificar tendências e níveis de suporte e resistência. Com essas ferramentas, os investidores podem julgar com maior precisão os momentos de entrada e saída.

Quarto passo: estabelecer pontos de stop loss e take profit razoáveis

Abandonar a ilusão de “comprar no mínimo e vender no máximo” é fundamental. Definir estratégias científicas de stop loss e take profit é crucial. Capturar de forma consistente os lucros dos principais movimentos de mercado é o caminho para o sucesso na negociação de ondas.

Cinco estratégias principais de negociação de ondas e exemplos de aplicação

Estratégia 1: Ciclos de aumento e redução de juros e a tendência cambial

Tomemos o dólar americano como exemplo. As decisões do Federal Reserve concentram-se principalmente na inflação e na taxa de emprego. Como esses problemas não se resolvem de uma hora para outra, os ciclos de aumento e redução de juros geralmente duram de meio ano a um ano ou mais.

Quando o Fed inicia um ciclo de aumento de juros, os investidores podem considerar comprar dólares. Essa tendência costuma durar vários meses, sem necessidade de prever exatamente o pico, basta acompanhar indicadores como a inflação para ver se ela começa a desacelerar. Por exemplo, quando a inflação atinge o pico e começa a recuar, pode-se considerar encerrar posições de compra. Essas negociações de ondas geralmente apresentam alta taxa de acerto.

Estratégia 2: oportunidades de investimento decorrentes de mudanças na indústria

Quando uma tecnologia revolucionária surge, o fluxo de capital no mercado tende a seguir essa indústria por bastante tempo. Em 2022, com o lançamento do CHATGPT, muitas pessoas acreditaram que isso mudaria os hábitos de busca por informações, levando a uma onda de investimentos.

Nessa fase, investir em ações individuais é mais arriscado, pois muitas empresas podem fazer especulação com esse conceito. Investir em ETFs ou índices do setor é uma opção mais segura. O momento de sair pode ser definido quando o preço rompe o topo anterior ou antes de anúncios de resultados financeiros, para evitar bolhas causadas por especulação excessiva.

Estratégia 3: produtos de longo ciclo com desequilíbrio de oferta e demanda

Produtos com ciclos de produção mais longos (como commodities agrícolas ou semicondutores) tendem a formar desequilíbrios de oferta e demanda difíceis de resolver no curto prazo. Exemplos incluem a escassez de alimentos devido à guerra na Ucrânia ou a crise de chips.

Produtos como soja, trigo e milho têm ciclos de produção que determinam a volatilidade de seus preços. Mesmo com forte demanda, a oferta não consegue aumentar rapidamente no curto prazo. Problemas de escassez de chips podem durar de 1 a 2 anos, sendo adequados para negociações de alguns meses. Por outro lado, produtos cuja produção pode ser ajustada facilmente (como máscaras) ou cujo preço é controlado por políticas (como petróleo) não são indicados para negociação de ondas, devendo-se optar por operações de curto prazo.

Estratégia 4: políticas de liquidez e ativos de preservação de valor

O crescimento do PIB global é limitado pela economia real, mas a quantidade de dinheiro emitida pelos governos não tem esse limite. Durante a pandemia de 2020, os EUA injetaram US$ 4,5 trilhões em liquidez, aumentando significativamente a oferta de dólares no mercado, o que levou à queda do poder de compra da moeda. Nesse contexto, ativos como ouro e Bitcoin, com quantidade limitada ou crescimento controlado, tornam-se instrumentos de preservação de valor bastante procurados.

Esses ativos são especialmente indicados para lidar com políticas de afrouxamento quantitativo (QE) ou aperto quantitativo (QT). O momento de sair pode ser definido alguns meses ou até meio ano após, pois essas políticas geralmente não mudam abruptamente.

Estratégia 5: ativos que formam padrões fortes na análise técnica

O sentimento do mercado também influencia o sucesso na negociação de ondas. A maioria dos investidores reluta em vender com prejuízo, e a média de custos dos investidores, representada pelas médias móveis, atua como suporte. Assim, a lógica da negociação de ondas é seguir ativos com força, especialmente aqueles que, após um período de consolidação, rompem de repente o topo anterior.

Quando um ativo oscila entre 20 e 30 unidades, mas de repente alguém compra a 35, isso indica uma forte tendência de alta. Basta verificar se esse movimento é resultado de um evento de longo prazo em gestação, para aumentar significativamente a taxa de acerto na negociação de ondas.

Contratos por Diferença (CFD): potencializando os lucros na negociação de ondas

Embora as estratégias acima tenham alta taxa de sucesso, alguns mercados apresentam movimentos limitados. No mercado de câmbio, por exemplo, a variação cambial às vezes é de apenas 10%, dificultando atingir os lucros desejados. Nesse caso, as Contratos por Diferença (CFD) podem ser úteis.

CFD é um instrumento que não exige a posse direta do ativo, mas permite negociar a sua variação de preço. Em comparação com futuros, a vantagem do CFD é que a perda máxima é limitada ao capital investido, sem risco de endividamento. Além disso, permite operações de compra e venda com alta alavancagem (até 200x), sendo especialmente indicado para operações de curto a médio prazo.

Por exemplo, na alta de juros nos EUA em 2022: após o Fed iniciar o aumento de juros em março, o índice do dólar subiu, e até a divulgação do CPI em outubro, o dólar acumulou uma alta de cerca de 15%. Com uma alavancagem de 10x, o lucro potencial poderia chegar a 150%. Negociações de ondas baseadas em tendências claras, usando CFD, apresentam riscos controlados e são bastante adequadas para esse tipo de estratégia.

Três principais vantagens da negociação de ondas

Em comparação com outros métodos de negociação, a negociação de ondas possui vantagens únicas:

• Seguir a tendência, sem precisar monitorar o mercado constantemente, ideal para investidores comuns • Com ferramentas adequadas, mesmo com pouco capital é possível obter lucros consideráveis • Flexibilidade para posições longas e curtas, adaptando-se a diferentes ambientes de mercado

A essência da negociação de ondas é uma estratégia que acompanha o movimento do mercado. Desde que se compreenda a dinâmica de mercado fermentada a longo prazo, o investidor pode obter lucros de forma relativamente tranquila. Essa é a razão do crescimento da popularidade da negociação de ondas.

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