Sobre a integração de AI e blockchain, muitas discussões concentram-se no nível de inteligência dos modelos, mas na verdade isso é fazer a pergunta errada. O verdadeiro gargalo está em: a fonte dos dados de treino é confiável? Foi adulterada? E, se houver problemas, quem é responsável?
Quando a fonte de dados deixa de ser confiável, mesmo o modelo mais potente só consegue embalar informações incorretas de forma mais convincente.
Recentemente, chamou minha atenção uma abordagem que vale a pena refletir profundamente — essencialmente, construir uma infraestrutura de "camada base, mas que determina o limite superior": fazer com que o armazenamento, fluxo e disponibilidade de dados se tornem verificáveis, comprováveis e rastreáveis. Em outras palavras, "os dados não foram adulterados" deixa de ser uma promessa vazia e passa a ser um fato respaldado por provas criptográficas.
Se você quer avaliar qualquer projeto de AI+blockchain, recomendo esclarecer primeiro essas três questões:
**Primeiro, onde estão os dados?** **Segundo, como provar que eles não foram substituídos?** **Terceiro, se algo der errado, quem assume a responsabilidade?**
Projetos que conseguem explicar essas três pontos de forma clara são os que realmente têm base para falar de uma narrativa ecológica sustentável. Em vez de seguir a moda do momento, é melhor consolidar a "cadeia de confiança dos dados" como fundamento.
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BlockchainFoodie
· 18h atrás
yo isto é exatamente como verificar a autenticidade da origem à mesa... dados de má qualidade de entrada = modelo de má qualidade de saída, sem exceções. as três perguntas são diferentes, especialmente a parte "quem paga quando quebra" 💯
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RetroHodler91
· 01-08 00:15
Nossa, finalmente alguém disse isso. Antes, aqueles que elogiavam os modelos de IA como se fossem incríveis, na verdade não entenderam o ponto principal.
A questão da confiabilidade dos dados realmente foi subestimada de forma grave. Agora, muitos projetos só sabem contar histórias, e quando perguntados de onde vêm os dados, ficam hesitantes.
Com essas três perguntas, provavelmente só um punhado de projetos consegue responder de forma honesta.
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BtcDailyResearcher
· 01-06 19:47
Caramba, essa é realmente a essência do problema, a maioria das pessoas foi enganada pelos parâmetros do modelo e ficou cega.
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FarmHopper
· 01-06 19:44
Caramba, esta é que é a ideia! Uma multidão ainda a elogiar a quantidade de parâmetros, e agora vem a estrutura. Se a fonte de dados é ruim, por mais avançado que seja o modelo, não adianta nada.
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RooftopVIP
· 01-06 19:44
Caramba, essa é que é a verdadeira questão, não é só ter mais parâmetros no modelo. Em resumo, continua sendo a mesma história das fontes de dados: lixo entra, lixo sai.
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MerkleTreeHugger
· 01-06 19:43
Caramba, essa é a questão principal, todo mundo está elogiando o desempenho do modelo, mas ninguém se preocupa se os dados em si são confiáveis.
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OnchainSniper
· 01-06 19:39
Concordo plenamente, aquela turma antes ficava o dia todo a elogiar o quão incrível era o modelo, mas nunca pensaram na parte dos dados.
Dos projetos que realmente entenderam essas três questões, agora consegue contar quantos?
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AirdropHunterXM
· 01-06 19:27
Realmente, em vez de se perguntar quão inteligente é o modelo, é melhor perguntar de onde vêm os dados... Uma série de projetos estão enganando nesse aspecto.
Sobre a integração de AI e blockchain, muitas discussões concentram-se no nível de inteligência dos modelos, mas na verdade isso é fazer a pergunta errada. O verdadeiro gargalo está em: a fonte dos dados de treino é confiável? Foi adulterada? E, se houver problemas, quem é responsável?
Quando a fonte de dados deixa de ser confiável, mesmo o modelo mais potente só consegue embalar informações incorretas de forma mais convincente.
Recentemente, chamou minha atenção uma abordagem que vale a pena refletir profundamente — essencialmente, construir uma infraestrutura de "camada base, mas que determina o limite superior": fazer com que o armazenamento, fluxo e disponibilidade de dados se tornem verificáveis, comprováveis e rastreáveis. Em outras palavras, "os dados não foram adulterados" deixa de ser uma promessa vazia e passa a ser um fato respaldado por provas criptográficas.
Se você quer avaliar qualquer projeto de AI+blockchain, recomendo esclarecer primeiro essas três questões:
**Primeiro, onde estão os dados?**
**Segundo, como provar que eles não foram substituídos?**
**Terceiro, se algo der errado, quem assume a responsabilidade?**
Projetos que conseguem explicar essas três pontos de forma clara são os que realmente têm base para falar de uma narrativa ecológica sustentável. Em vez de seguir a moda do momento, é melhor consolidar a "cadeia de confiança dos dados" como fundamento.