Os preços do petróleo atingiram um novo mínimo. Desde fevereiro que não estavam tão baratos, e os postos de gasolina também estão a ajustar os preços para baixo. Trump há pouco tempo disse que os preços do petróleo ainda não tinham chegado ao fundo — essa declaração realmente abalou muitos investidores de alta.
Por que a queda foi tão forte? Na verdade, é bastante simples. A oferta global de petróleo está a aumentar, enquanto a procura não acompanha esse ritmo, o que por si só é um sinal de pressão para a baixa dos preços. Mas a verdadeira reação em cadeia vem depois — custos de transporte a diminuir, a eletricidade pode baixar, e a pressão sobre a produção também está a diminuir. Nestas condições, a pressão inflacionária realmente pode ser suavizada silenciosamente, o que é uma boa notícia para o bolso das pessoas comuns.
Falando nisso, as coisas nunca são absolutamente boas ou más. Quando os preços do petróleo caem, quem abastece fica feliz, mas as empresas petrolíferas e todo o setor de energia têm que franzir a testa. O maior dilema do mercado agora é uma questão: isto é apenas uma correção técnica ou realmente entrámos num ciclo de baixa?
O próximo movimento depende de alguns pontos-chave. Vamos continuar a ver os preços a recuar ou a reagir em alta? Cada movimento do mercado influencia o sentimento macroeconómico — o mercado de ações, o mercado de títulos, incluindo as expectativas de aumento de juros, tudo oscila junto.
Por isso, não subestime o preço do petróleo. Ele não está apenas relacionado com os custos de energia, mas também é um termómetro do clima económico e um indicador das políticas futuras. Quem dirige pode respirar de alívio, mas os investidores precisam estar atentos.
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Os preços do petróleo atingiram um novo mínimo. Desde fevereiro que não estavam tão baratos, e os postos de gasolina também estão a ajustar os preços para baixo. Trump há pouco tempo disse que os preços do petróleo ainda não tinham chegado ao fundo — essa declaração realmente abalou muitos investidores de alta.
Por que a queda foi tão forte? Na verdade, é bastante simples. A oferta global de petróleo está a aumentar, enquanto a procura não acompanha esse ritmo, o que por si só é um sinal de pressão para a baixa dos preços. Mas a verdadeira reação em cadeia vem depois — custos de transporte a diminuir, a eletricidade pode baixar, e a pressão sobre a produção também está a diminuir. Nestas condições, a pressão inflacionária realmente pode ser suavizada silenciosamente, o que é uma boa notícia para o bolso das pessoas comuns.
Falando nisso, as coisas nunca são absolutamente boas ou más. Quando os preços do petróleo caem, quem abastece fica feliz, mas as empresas petrolíferas e todo o setor de energia têm que franzir a testa. O maior dilema do mercado agora é uma questão: isto é apenas uma correção técnica ou realmente entrámos num ciclo de baixa?
O próximo movimento depende de alguns pontos-chave. Vamos continuar a ver os preços a recuar ou a reagir em alta? Cada movimento do mercado influencia o sentimento macroeconómico — o mercado de ações, o mercado de títulos, incluindo as expectativas de aumento de juros, tudo oscila junto.
Por isso, não subestime o preço do petróleo. Ele não está apenas relacionado com os custos de energia, mas também é um termómetro do clima económico e um indicador das políticas futuras. Quem dirige pode respirar de alívio, mas os investidores precisam estar atentos.