Num dia em que a explosão de AI se torna uma “infraestrutura cognitiva” progressivamente, se uma pessoa não fizer o seu nível de conhecimento crescer exponencialmente, ela ficará muito atrás de toda a era. A AI dividirá a humanidade em duas categorias: a maioria terá seu conhecimento estagnado, optando por ficar deitado, e no final, a maioria dos trabalhadores de inteligência média-baixa será substituída pela AI, tornando-se a “classe inútil”; uma pequena parte usará a AI para aumentar exponencialmente sua eficiência de aprendizagem, impulsionando a AI a melhorar a eficiência de produção, ou escolherá profissões difíceis de serem substituídas pela AI. Assim como o nascimento da internet: o grau de compreensão da internet e a capacidade de operar com capital trarão uma brecha cognitiva na sociedade humana, e o conhecimento é riqueza. No final, a capacidade cognitiva se torna a base de classes. Desde a transmissão oral, passando pelo desenvolvimento dos livros, até os motores de busca, fóruns e enciclopédias na internet, e agora para a busca por linguagem natural superinteligente da AI, o que muda é a forma de transmissão de informação e conhecimento, bem como a maneira de transmitir a civilização e progredir. Com o avanço das formas de “conhecimento”, a velocidade do progresso da civilização humana será acelerada significativamente. A capacidade de dominar a AI se tornará, junto com a alfabetização e a leitura, uma “cultura” básica do ser humano, e a educação ficará atrasada em relação ao ritmo do desenvolvimento da era, enquanto o grau de escolaridade será cada vez mais desconstruído como capital simbólico. Nesta era, a disparidade de conhecimento e compreensão será muito maior do que a disparidade material.
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Num dia em que a explosão de AI se torna uma “infraestrutura cognitiva” progressivamente, se uma pessoa não fizer o seu nível de conhecimento crescer exponencialmente, ela ficará muito atrás de toda a era. A AI dividirá a humanidade em duas categorias: a maioria terá seu conhecimento estagnado, optando por ficar deitado, e no final, a maioria dos trabalhadores de inteligência média-baixa será substituída pela AI, tornando-se a “classe inútil”; uma pequena parte usará a AI para aumentar exponencialmente sua eficiência de aprendizagem, impulsionando a AI a melhorar a eficiência de produção, ou escolherá profissões difíceis de serem substituídas pela AI. Assim como o nascimento da internet: o grau de compreensão da internet e a capacidade de operar com capital trarão uma brecha cognitiva na sociedade humana, e o conhecimento é riqueza. No final, a capacidade cognitiva se torna a base de classes. Desde a transmissão oral, passando pelo desenvolvimento dos livros, até os motores de busca, fóruns e enciclopédias na internet, e agora para a busca por linguagem natural superinteligente da AI, o que muda é a forma de transmissão de informação e conhecimento, bem como a maneira de transmitir a civilização e progredir. Com o avanço das formas de “conhecimento”, a velocidade do progresso da civilização humana será acelerada significativamente. A capacidade de dominar a AI se tornará, junto com a alfabetização e a leitura, uma “cultura” básica do ser humano, e a educação ficará atrasada em relação ao ritmo do desenvolvimento da era, enquanto o grau de escolaridade será cada vez mais desconstruído como capital simbólico. Nesta era, a disparidade de conhecimento e compreensão será muito maior do que a disparidade material.