Análise matinal do ouro à vista em 2 de fevereiro de 2026
A queda abrupta não representa uma inversão de tendência, mas sim uma correção saudável após uma forte alta. A estratégia principal neste momento é aproveitar a correção para comprar na baixa, sem tentar vender a descoberto ou entrar em pânico.
Na semana passada, o ouro à vista caiu de forma unidirecional. A principal causa foi a realização de lucros após uma forte valorização anterior, além do fato de Trump ter nomeado um hawkish (duro na política monetária) para a presidência do Fed, o que reduziu as expectativas de corte de juros. O dólar se estabilizou, pressionando o preço do ouro.
Porém, o suporte abaixo é extremamente forte. Os bancos centrais globais vêm acumulando ouro por 14 meses consecutivos. US$ 4.750 é o custo médio de aquisição do ouro pelos bancos centrais, formando uma base sólida. Além disso, a forte demanda por ouro físico durante o Ano Novo Chinês reforça o suporte, evidenciando uma necessidade real de compra. A lógica de corte de juros e de proteção geopolítica, que sustentam a alta do ouro a longo prazo, permanecem inalteradas.
Do ponto de vista técnico, o preço do ouro atingiu um suporte crucial, o RSI está em condição de sobrevenda, indicando que o espaço para queda de curto prazo se esgotou. Após a queda rápida, o movimento deve ser de consolidação e recuperação, com espaço claro para uma reação de alta.
Na operação, o foco deve ser na compra na baixa durante as correções, evitando vendas a descoberto ou seguir tendências de forma cega. Uma estratégia recomendada é comprar com posições leves entre US$ 4.800 e US$ 4.820, com stop-loss em US$ 4.780, visando alcançar US$ 4.960 a US$ 5.000. Não comprar na alta do rebound, mas aproveitar eventuais recuos para reforçar posições.
Nos próximos dias, o ouro deve oscilar e se recuperar dentro de um intervalo bem definido. Esta correção representa uma oportunidade de compra na baixa. Após a recuperação, o preço do ouro deve retomar a tendência de alta.
Este texto apresenta apenas uma análise de opinião e não constitui recomendação de investimento. O mercado possui riscos, portanto, é necessário agir com cautela ao investir.
Esta página pode conter conteúdo de terceiros, que é fornecido apenas para fins informativos (não para representações/garantias) e não deve ser considerada como um endosso de suas opiniões pela Gate nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Isenção de responsabilidade para obter detalhes.
Análise matinal do ouro à vista em 2 de fevereiro de 2026
A queda abrupta não representa uma inversão de tendência, mas sim uma correção saudável após uma forte alta. A estratégia principal neste momento é aproveitar a correção para comprar na baixa, sem tentar vender a descoberto ou entrar em pânico.
Na semana passada, o ouro à vista caiu de forma unidirecional. A principal causa foi a realização de lucros após uma forte valorização anterior, além do fato de Trump ter nomeado um hawkish (duro na política monetária) para a presidência do Fed, o que reduziu as expectativas de corte de juros. O dólar se estabilizou, pressionando o preço do ouro.
Porém, o suporte abaixo é extremamente forte. Os bancos centrais globais vêm acumulando ouro por 14 meses consecutivos. US$ 4.750 é o custo médio de aquisição do ouro pelos bancos centrais, formando uma base sólida. Além disso, a forte demanda por ouro físico durante o Ano Novo Chinês reforça o suporte, evidenciando uma necessidade real de compra. A lógica de corte de juros e de proteção geopolítica, que sustentam a alta do ouro a longo prazo, permanecem inalteradas.
Do ponto de vista técnico, o preço do ouro atingiu um suporte crucial, o RSI está em condição de sobrevenda, indicando que o espaço para queda de curto prazo se esgotou. Após a queda rápida, o movimento deve ser de consolidação e recuperação, com espaço claro para uma reação de alta.
Na operação, o foco deve ser na compra na baixa durante as correções, evitando vendas a descoberto ou seguir tendências de forma cega. Uma estratégia recomendada é comprar com posições leves entre US$ 4.800 e US$ 4.820, com stop-loss em US$ 4.780, visando alcançar US$ 4.960 a US$ 5.000. Não comprar na alta do rebound, mas aproveitar eventuais recuos para reforçar posições.
Nos próximos dias, o ouro deve oscilar e se recuperar dentro de um intervalo bem definido. Esta correção representa uma oportunidade de compra na baixa. Após a recuperação, o preço do ouro deve retomar a tendência de alta.
Este texto apresenta apenas uma análise de opinião e não constitui recomendação de investimento. O mercado possui riscos, portanto, é necessário agir com cautela ao investir.