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A guerra entrou na terceira semana, o cenário mudou completamente.
Primeira semana: Irão apanhava bombas, EUA e Israel bombardeavam descontroladamente, achavam que terminava em três dias. Resultado: mísseis iranianos continuaram a voar, o estreito fechou, preço do petróleo disparou.
Segunda semana: Irão começou a entrar em ritmo, drones trocavam por Patriot, mísseis atingiam bases, países do Golfo começavam a entrar em pânico.
EUA descobriram que bombas acabavam, stocks de Patriot chegaram ao fim, avião de reabastecimento foi abatido.
Terceira semana: agora ambos os lados estão a guarda as suas armas secretas.
Irão falou em abrir "novos teatros de operações", não é bluff — o Estreito de Ormuz controla 20% do petróleo global, se o preço subir mais os EUA terão revolução interna. Khamenei falou "novas cartas na mesa", pode ser guerra cibernética, operações especiais, ou simplesmente soltar todos os proxies: Huthis fecham o Mar Vermelho, Hezbollah avança para o norte, milícias iraquianas atacam bases.
Os EUA estão ainda mais constrangidos.
Trump gritou "vitória épica", resultado: Irão fica cada vez mais confiante.
Pentágono admite que não tem plano para fechar o estreito, ministro da Energia mente e o mercado o desmente, ministro das Finanças vê o presidente e a voz treme. Gasolina sobe domesticamente, eleições intercalares aproximam-se, divisões internas nos republicanos.
A arma mais brutal é a tática iraniana de "morte por mil cortes". Sem batalha decisiva, apenas desgaste.
Seu Patriot custa mil milhões de dólares, meu drone custa cinco mil — dói-te?
Os seus interceptadores, quando atiram, desaparecem, os meus mísseis, depois de atirados, consigo fabricar mais.
O tempo funciona a meu favor, a pressão está do seu lado.
Os países do Golfo agora estão numa sinuca de bico.
Bases americanas são talismã e também maldição, Irão avisa todos os dias "vamos fechar as bases", EUA não conseguem protegê-los.
Arábia Saudita, EAU começam a sacar investimentos, bancos de Dubai fogem, fuga de capital é mais rápida do que mísseis.
Nesta guerra até agora, já não se trata de quem bombardeia mais, mas de quem aguenta mais.
Irão quer "não perder é ganhar", EUA querem "tem de ganhar".
Mentalidade diferente, tática diferente, resultado diferente.