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"O significado do desporto vai muito além das medalhas de ouro" (Diálogo com campeões do desporto)
(“O significado do desporto vai muito além de medalhas de ouro” — Diálogo com uma lenda do desporto) — Entrevista com a campeã de ténis de mesa Chen Meng
Desde que entrou na equipa nacional aos 13 anos até conquistar títulos no Campeonato do Mundo, na Taça do Mundo e nas Olimpíadas de Tóquio e Paris, Chen Meng viveu muitos momentos de destaque na sua carreira desportiva. Participou em dramas, programas de variedades, e as suas incursões em outras áreas também têm recebido muita atenção. Recentemente, o nosso repórter conversou com Chen Meng para ouvir a sua história e falar sobre o seu futuro.
— Editor
Biografia da campeã
Chen Meng, nascida em 1994, começou a jogar ténis de mesa aos 5 anos. Em agosto de 2024, conquistou a medalha de ouro no singulares femininos na Olimpíada de Paris, tornando-se na terceira atleta a defender o título nesta modalidade. Até agora, Chen Meng já conquistou 14 títulos mundiais.
Sobre o campo de jogo —
“Nos desportos de competição, não há atalhos; quanto mais esforço, mais recompensas”
Pergunta: Sempre se esforçou bastante nos jogos, muitas vezes jogando mesmo com lesões. O que a sustenta a seguir em frente?
Resposta: Cada atleta passa por momentos difíceis. Para mim, o mais difícil foi antes dos Jogos de Paris 2024. Tinha uma lesão na lombar muito grave, foi a fase em que mais perdi na minha carreira. Frustrada com tantas derrotas, senti-me muito desanimada. Mas sou assim: ou faço bem, ou não faço. Sempre me digo que tenho de lutar com dentes cerrados em cada jogo, e que tenho de estar no campo de Paris. E consegui.
Pergunta: Depois dos Jogos de Paris, descansou um tempo, e voltou às competições na 15ª edição dos Jogos Nacionais. Como estavam o seu corpo e a sua mente nessa altura?
Resposta: Quando entrei em campo, senti uma grande excitação, a expectativa era maior que o nervosismo. Poder jogar e bater a bola é algo que valorizo muito. Quanto à possibilidade de continuar a jogar ao mais alto nível, confesso que tive algumas dúvidas, mas, se der tudo de mim, aceito o resultado. Por isso, mantenho uma atitude positiva.
Pergunta: Antes disse que “não treinava sistematicamente há 9 meses, e os músculos desapareceram”. Durante a recuperação e preparação, teve dúvidas?
Resposta: A fase de recuperação foi muito difícil, bastante exaustiva. No início, o corpo reagia com muita intensidade, as dores musculares acumulavam-se dia após dia, e os tratamentos eram desesperantes. Mas sei que nos desportos de competição não há atalhos; quanto mais esforço, mais recompensas. Durante esse período, quase todos os dias sentia dores, mas tinha uma determinação firme e uma sensação de paz interior, sem nunca pensar em desistir.
Pergunta: No campo, mantém-se calma e controlada; após os jogos, sorri e é afável. Essa diferença impressiona muitas pessoas.
Resposta: No campo, tenho de manter uma postura séria e concentrada, entregando-me totalmente à competição. Respeito muito o ginásio e o campo, e entro sempre preparado para lutar. Fora do campo, a interação entre as pessoas exige proximidade; não sou uma “cara de pedra”, e consigo relaxar e ser eu mesma.
Sobre a incursão em outras áreas —
“Atletas também têm uma face rica e multidimensional”
Pergunta: Depois de Paris, participou menos em competições internacionais, e começou a aparecer em dramas, eventos de moda e programas de variedades. Essas novas experiências são parte de uma mudança de carreira ou uma tentativa de explorar diferentes aspetos da vida?
Resposta: Antes, vivia quase só para o ténis de mesa. Agora, quero experimentar o máximo de coisas novas, para tornar a minha vida mais diversa. Essas experiências trazem sensações diferentes, e quero mostrar que os atletas também têm uma face rica e multidimensional.
Pergunta: Essas incursões podem afetar a sua concentração no desporto?
Resposta: Não há conflito. Concentrar-se significa dedicar-se de corpo e alma a uma coisa. Quando jogava em alta intensidade, focava-me em cada jogo; nas atividades de moda, focava-me em mostrar quem sou; nos programas de variedades, em expandir os meus horizontes. Seja o que for que faça, entrego-me de corpo e alma. Incursões em outras áreas e foco na modalidade não se excluem.
Pergunta: Vai continuar a jogar ténis de mesa no futuro?
Resposta: Sim, sempre que houver competições adequadas. O meu coração está sempre no campo. O treino de recuperação também será ajustado consoante a situação, e costumo assistir aos treinos dos jovens atletas, dando-lhes orientações técnicas.
Pergunta: Há muitas crianças a aprender ténis de mesa atualmente, mas só algumas conseguem seguir uma carreira profissional. Qual é a sua opinião?
Resposta: Os campeões são uma minoria. Nem todas as crianças que treinam ténis de mesa se tornarão campeãs. Mas o desporto tem um significado que vai além de medalhas de ouro. Jogar ténis de mesa ensina as crianças a enfrentarem adversidades e a procurarem superações, qualidades que ajudam no crescimento. Além das habilidades técnicas, o desporto também ensina valores como união, amizade e cooperação em equipa.
Pergunta: Muitos fãs perguntam sobre os seus planos futuros. Que mensagem gostaria de deixar?
Resposta: Os fãs e eu conhecemo-nos através do ténis de mesa, partilhamos a paixão por esta modalidade. Seja a lutar nos jogos ou a promover o desporto, quero retribuir o apoio de todos com ações concretas. Nunca deixarei o ténis de mesa, e continuarei ligado a esta modalidade.
Sobre o futuro —
“Por um lado, recupero e preparo-me para as competições; por outro, ajudo os jovens a crescer”
Pergunta: Depois de ajudar a equipa de Shandong a conquistar, após 12 anos, a medalha de ouro na equipa feminina de ténis de mesa nos Jogos Nacionais, disse que “desfrutar” e “sentir alegria” foram as maiores recompensas. Que mudança de mentalidade reflete essa experiência?
Resposta: Antes, focava-me muito na vitória ou derrota. Agora, quero mostrar o espírito desportivo e a força da perseverança. Voltar a competir após quase um ano foi uma coragem, e deixei de me preocupar tanto com o resultado, concentrando-me no processo.
Pergunta: Durante as lesões, foi relativamente silenciosa com a imprensa. Depois de Paris, passou a querer expressar-se mais. Porquê essa mudança?
Resposta: Antes, com a intensidade das competições, não queria falar muito das lesões. Por um lado, revelar demasiado poderia dar informações aos adversários; por outro, sempre achei que, ao entrar em campo, tudo o que não estivesse relacionado com a competição devia ficar de fora. Agora, estou mais aberta a partilhar, porque jogar uma vez menos, já não há tanto medo. As minhas lesões são do conhecimento público, e encarar isso com naturalidade torna tudo mais leve.
Pergunta: Olhando para as honras, lesões, picos de carreira e momentos difíceis, que sentimentos tem?
Resposta: Essas experiências ajudaram-me a enfrentar e superar obstáculos em cada fase. Mantêm-me consciente e a melhorar continuamente. Nos momentos difíceis, senti desespero, mas nunca desisti. Desde que não desabar, e não desistir, há sempre a possibilidade de alcançar o que quero.
Pergunta: Quando se retirar, que planos tem?
Resposta: Ainda não tenho um plano a longo prazo. Agora, foco-me em recuperar, treinar e preparar-me para as próximas competições, e também em ajudar os jovens a crescer. Ver o progresso deles enche-me de orgulho.
Pergunta: Que conselho daria aos jovens atletas?
Resposta: Não desistam na adversidade, tenham coragem de vencer nas competições, e sejam resilientes perante as dificuldades. Essas qualidades só se aprendem na experiência, e são o maior património de um atleta.