Acabei de ver que a Braskem passou por uma troca de CEO no final de 2024. Roberto Bischoff deixou o cargo e entregou as operações a Roberto Prisco Paraiso Ramos. Um timing bem interessante para uma grande empresa petroquímica.



Bischoff teve um bom período - a empresa fez movimentos sólidos sob sua gestão, parcerias e melhorias operacionais no setor. Nada chamativo, mas fundamentos sólidos. Agora Ramos está assumindo o comando, e pelo que posso perceber, ele tem um histórico decente com projetos estratégicos.

Sempre é interessante acompanhar essas transições em grandes empresas industriais como essa. Geralmente sinaliza uma mudança estratégica ou apenas um planejamento de sucessão natural. Ramos parece bem posicionado para manter o ritmo, embora só o tempo dirá se ele trará alguma nova direção. As ações da BAK têm se comportado normalmente de qualquer forma.
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