Foi assim que aconteceu com a Gotbit. O fundador da empresa, Alexey Andryunin, foi condenado a 8 meses de prisão por manipulação no mercado de criptomoedas. O russo de 26 anos, que também possuía cidadania portuguesa, foi detido em Portugal no outono do ano passado, posteriormente extraditado para os Estados Unidos e, em março, admitiu sua culpa perante o tribunal de Massachusetts.



A essência da acusação é a seguinte: Andryunin criou uma tecnologia para negociações fictícias. Um sistema completo de operações de lavagem de dinheiro, que artificialmente aumentava os volumes de negociação. Segundo os promotores, ele até em uma entrevista de 2019 revelou abertamente esse esquema, explicando como o código funciona e como isso ajuda a alcançar os rankings superiores das plataformas de criptomoedas.

Os funcionários da Gotbit vendiam ativamente esse serviço aos clientes. Explicavam como usar várias contas para esconder rastros na blockchain. Resultado: a empresa realizou operações desse tipo no valor de milhões de dólares, recebendo dezenas de milhões de clientes em pagamentos. Os promotores chamaram isso de fraude flagrante usando meios eletrônicos de comunicação.

Agora, a própria Gotbit está proibida de operar por cinco anos. Alexey Andryunin vai cumprir sua pena. Curiosamente, este é um dos poucos casos em que o fundador de uma empresa de criptomoedas foi realmente responsabilizado nos EUA por manipulação de mercado. Normalmente, esses casos terminam em multas ou nem chegam a julgamento.
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