Morgan Stanley apresenta pedido à SEC para lançar ETFs de Bitcoin e Solana para clientes de riqueza

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  • Morgan Stanley apresenta pedidos de ETFs de Bitcoin e Solana para oferecer acesso a criptomoedas a 19 milhões de clientes de gestão de património.

  • Os fluxos de início de 2026 demonstram uma forte procura por fundos de criptomoedas regulados no início do ano.

  • Grandes bancos expandem ofertas de criptomoedas à medida que os consultores podem agora recomendar ETFs a clientes mais abrangentes.

O banco de investimento norte-americano Morgan Stanley apresentou pedidos à SEC para lançar dois ETFs de criptomoedas. Um fundo irá acompanhar o Bitcoin, e o outro irá acompanhar a Solana. Os pedidos foram submetidos na terça-feira e representam uma continuação do movimento dos grandes bancos em direção a produtos de criptomoedas regulados. Ambos os fundos estão estruturados como veículos de investimento passivos. Eles irão deter tokens diretamente e apenas seguir os preços de mercado, sem negociações ativas ou estratégias de procura de lucro.

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— InvestAlert360 (@Mannny23) 7 de janeiro de 2026

O Morgan Stanley Bitcoin Trust e o Morgan Stanley Solana Trust propostos planeiam listar as suas ações em bolsas públicas. Os detalhes da bolsa aparecerão em pedidos 19b-4 posteriores, não nos documentos iniciais S-1. A aprovação poderá permitir que os 19 milhões de clientes de gestão de património do Morgan Stanley tenham acesso a estes ativos digitais. Analistas observam que a procura por fundos de criptomoedas regulados está a aumentar, especialmente no início do novo ano.

Tendências de Fundos de Criptomoedas no Início de 2026

Os ETFs de Bitcoin à vista registaram 1,1 mil milhões de dólares em fluxos durante os dois primeiros dias de negociação de 2026. Os ETFs baseados na Solana agora detêm mais de $1 mil milhões, com o fundo BSOL da Bitwise a liderar com $732 milhões. Estes números indicam um renovado interesse dos investidores impulsionado pelo efeito de “folha em branco” no início do ano. A Morgan Stanley Investment Management está listada como patrocinadora de ambos os trusts, enquanto a CSC Delaware Trust Company atua como fiduciária.

Os pedidos também esclarecem os arranjos de custódia. A maioria das chaves privadas será armazenada offline em carteiras frias, enquanto as restantes permanecerão em carteiras quentes. Os fundos não tentarão negociações especulativas, e o seu único objetivo é acompanhar os preços dos ativos subjacentes.

Expansão do Acesso Institucional às Criptomoedas

A Morgan Stanley expandiu gradualmente as ofertas de criptomoedas para uma base de clientes mais ampla. Anteriormente, apenas indivíduos de alto património, com mais de 1,5 milhões de dólares em ativos, podiam investir. Desde outubro, todos os clientes de gestão de património podem aceder a fundos de criptomoedas, incluindo através de IRAs e 401(k)s. Esta mudança de política alinha-se com o crescente interesse institucional em produtos de criptomoedas regulados.

O banco também permitiu a negociação de criptomoedas a retalho através da sua plataforma E-Trade. No início de maio, a Morgan Stanley anunciou planos para oferecer negociação de criptomoedas à vista na E*Trade até 2026. As ofertas iniciais irão focar-se no Bitcoin, Ethereum e Solana. Os pedidos de ETF indicam que a Morgan Stanley continua a integrar ativos digitais nos canais tradicionais de investimento.

Movimento mais amplo na Indústria

Outros grandes bancos também estão a aumentar o acesso regulado às criptomoedas. O Bank of America recentemente permitiu que os consultores recomendassem exposição a quatro ETFs de Bitcoin nas suas plataformas de gestão de património. Os 15.000 consultores do banco operam através da Merrill, Bank of America Private Bank e Merrill Edge.

A Vanguard permitiu a negociação de ETFs de criptomoedas para clientes em dezembro de 2025. A BlackRock anteriormente permitiu que os clientes alocassem até 2% em Bitcoin, sinalizando uma aceitação mais ampla dos ativos digitais por instituições tradicionais.

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