TEMPO Nós passamos pelos nossos dias cegos para o assassinato silencioso dos nossos próprios momentos, embriagados pela mentira de que o tempo é um poço sem fim. Nós o desperdiçamos na raiva, lançando palavras que nunca podem ser retiradas. Assistimos ao seu vazamento pelas mãos descuidadas, como se fosse nada mais do que areia.

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